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Cineastas brasileiros comentam filme sobre escolas alternativas do país

Antonio Lovato e Raul Perez são diretores do documentário Quando sinto que já sei, que relata experiências educacionais inovadoras em vários lugares do Brasil. Influenciados pelo que viram na Escola da Ponte, em Portugal, os jovens cineastas registraram crianças e tutores em ação, conversaram com pesquisadores e mostraram que uma educação diferente é possível e tem acontecido em diversas escolas pelo país. A relativização do espaço e tempo da aprendizagem, do papel do professor e o modo de avaliar os alunos são assuntos em discussão. O filme, realizado com financiamento coletivo, estreou em julho deste ano, em São Paulo, e tem exibições previstas em várias cidades brasileiras e no exterior. Em entrevista para o programa Educação Brasileira, da UNIVESP TV, os cineastas contam como surgiu a ideia de criação do projeto, além do significado do nome dado ao filme. Lovato e Perez fazem também uma análise e opinam sobre o que foi visto por eles durante as filmagens. Veja o vídeo da entrevista com os cineastas Antonio Lovato e Raul Perez:

Literatura Fundamental

A UNIVESP TV reuniu, em uma playlist, autores e obras da literatura universal.  Entre as obras selecionadas estão: Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes Saavedra; Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões; O Estrangeiro, de Albert Camus; Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust, entre outros grandes nomes da literatura mundial.    O especial de vídeos faz parte do programa Literatura Fundamental, que convida especialistas para comentar as obras. Os professores entrevistados compõem os quadros das principais universidades do país e até dos Estados Unidos: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade da Califórnia Davis.    Confira a playlist de vídeos:    

Educadores explicam modelo alternativo para educação indígena que vem dando certo no Equador

José Maria Vacacela e Maria Gabriela Albuja Izurieta são os criadores da Inka Samana, uma escola alternativa trilíngue em Saraguro, interior do Equador. Descendentes de índios, atendem mais de cem jovens oriundos principalmente de comunidades indígenas locais, e aplicam métodos originais de ensino para as crianças. A escola, que tem apresentado resultados surpreendentes com seu método educacional, enfrenta agora uma queda de braço com o governo equatoriano, que busca, segundo o casal, homogeneizar o modelo de estudos no país, ao qual a Inka Samana não se encacharia. Para Izurieta, esse tipo de exigência do governo equatoriano retrocederia o avanço no ensino realizado pela escola até hoje. Vacacela complementa dizendo que a atitude do governo vai contra a lei do seu país, que garante educação diferenciada para os povos indígenas. A entrevista foi concedida ao programa Desafios da Educação, da UNIVESP TV. Assista ao vídeo:  

Democracia na História

A fim de promover discussões e ampliar a reflexão sobre as manifestações de junho de 2013, a Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, realiza, no mês de abril, o ciclo de debates Democracia na História. No dia 10 de abril, Paulo Arantes, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP); Milton Pinheiro, professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb); e João Quartim de Moraes, professor colaborador na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), participarão de uma mesa especial sobre os 50 anos do golpe militar. Paul Singer, professor aposentado da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, comandará as atividades do dia 17 e Gérard Duménil e Dominique Lévy, diretores de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Científica, da França, são os convidados do dia 24. As palestras terão início às 19 horas e haverá distribuição de senhas uma hora antes do evento, pois as entradas estão sujeitas à lotação do auditório. A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, em São Paulo. Para mais informações, acesse o site.  

Mulheres muçulmanas que vivem no Brasil

Em entrevista para a UNIVESP TV, Bianca Stella Rodrigues fala sobre sua tese de doutorado Mulheres muçulmanas que vivem no Brasil: desafios para práticas de saúde culturalmente sensíveis. Em seu trabalho, realizado na Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a pesquisadora busca entender como essas mulheres mantêm sua religiosidade e costumes em um país de cultura diferente, como é o caso do Brasil.

Mulheres Negras na Educação Infantil

O jornalista Ederson Granetto, da UNIVESP TV, conversa com a professora Mighian Danae Ferreira Nunes sobre pesquisa em que ela buscou criar um quadro geral sobre professoras negras na Educação Infantil pública, em uma região da cidade de São Paulo. A autora conta que a pesquisa possibilitou conhecer os modos de vida, os enfrentamentos de obstáculos e as vitórias pessoais das oito mulheres entrevistadas. Dentre os temas tratados, destaca-se a forma como o cargo no ensino público foi algo desejado pelas mulheres e caracteriza a realização pessoal, e também o preconceito sofrido, principalmente na questão racial.      

“Cafundó – A África no Brasil” por Carlos Vogt e Peter Fry

No final dos anos 1970, o linguista e presidente da UNIVESP Carlos Vogt e o antropólogo Peter Fry receberam a missão de investigar a veracidade da notícia que chegara a eles por meio do jornalista Sergio Pinga: a existência, no interior do Estado de São Paulo, de uma comunidade rural de negros que se comunicavam por meio de uma língua africana desconhecida. Por pelo menos dez anos (1978 a 1988), os pesquisadores conviveram com a comunidade Cafundó, em São Paulo, dedicando-se ao estudo do grupo e da língua. Os resultados da pesquisa renderam vários artigos e, em 1996, o livro “Cafundó – A África no Brasil”. Em abril deste ano, Vogt e Fry lançaram a 2º edição do livro publicado pela Editora da Unicamp. Em entrevista para o programa Livros, da UNIVESP TV, os autores falam sobre a longa pesquisa, que, segundo eles, mudou não somente a realidade da comunidade, como também as suas próprias. Assista à entrevista completa com os autores de “Cafundó – A África no Brasil”:  

Programa Literatura Fundamental fala sobre o clássico inglês “Robinson Crusoé”

No último programa Literatura Fundamental, da UNIVESP TV, o apresentador Ederson Granetto entrevistou Sandra Vasconcelos, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), sobre o famoso livro Robinson Crusoé, escrito por Daniel Defoe e publicado em 1719. O livro de Defoe conta, como diz seu primeiro título, “A vida e as estranhas e surpreendentes aventuras de Robinson Crusoé, de York, marujo: que viveu 28 anos sozinho numa ilha deserta na costa da América, perto da embocadura do Grande Rio Orinoco; tendo sido lançado à costa por um naufrágio, no qual morreram todos os homens, menos ele”. A obra é uma interessante aventura que aborda temas como a culpa, a relação do homem com a providência divina, a relação entre diferentes culturas e o colonialismo inglês. Vasconcelos explica que Robinson Crusoé é considerado um “romance fundador”, pois praticamente antecipa o romance realista moderno. A professora conta, ainda, sobre a vida do autor inglês, até a publicação do seu mais importante livro. Assista:  

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