Unicamp abre inscrições para facilitadores da Univesp

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu nesta quinta-feira (05/12), o edital com inscrições para a seleção de alunos de mestrado ou doutorado que desejam participar do Programa Formação Didático-Pedagógica para Cursos na Modalidade a Distância, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). As inscrições devem ser realizadas até o dia 13/12, pelo formulário on-line. No Programa, que possui duração de 24 meses, os estudantes atuam como facilitadores virtuais nos cursos de graduação da Univesp e recebem bolsas de R$ 2.100,00 a R$ 3.100,00, pagas com recursos próprios do Governo do Estado de São Paulo, por meio da instituição. O objetivo da formação é desenvolver habilidades relacionadas à prática didática-pedagógica do bolsista, em cursos virtuais, com a colaboração de um supervisor. Para participar do Programa, os bolsistas devem permanecer matriculados em cursos de pós-graduação das universidades, ter formação nas áreas relacionadas às disciplinas de graduação da Univesp e possuir disponibilidade de 12 horas semanais. O início das atividades acontece em 27/01/2025. Para mais informações, acesse o edital Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 80 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos: Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2024, a universidade possui 434 polos e está presente em 376 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.
USP, UNIFESP e UFSCAR abrem inscrições para facilitadores da Univesp

A Universidade de São Paulo (USP), a Fundação Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) abriram os editais com inscrições para a seleção de alunos de mestrado ou doutorado que desejam participar do Programa Formação Didático-Pedagógica para Cursos na Modalidade a Distância, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). As inscrições devem ser realizadas até os dias 09/12 (USP), 12/12 (UFSCAR) e 13/12 (Unifesp). Para mais informações acesse: Facilitadores _ Univesp | No Programa, que possui duração de 24 meses, os estudantes atuam como facilitadores virtuais nos cursos de graduação da Univesp e recebem bolsas de R$ 2.100,00 a R$ 3.100,00, pagas com recursos próprios do Governo do Estado de São Paulo, por meio da instituição. O objetivo da formação é desenvolver habilidades relacionadas à prática didática-pedagógica do bolsista, em cursos virtuais, com a colaboração de um supervisor. Para participar do Programa, os bolsistas devem permanecer matriculados em cursos de pós-graduação das universidades, ter formação nas áreas relacionadas às disciplinas de graduação da Univesp e possuir disponibilidade de 12 horas semanais. O início das atividades acontece em 27/01/2025. Saiba mais, acesse os editais: UFSCAR USP UNIFESP Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 80 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos: Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2024, a universidade possui 434 polos e está presente em 376 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.
Unesp abre inscrições para facilitadores da Univesp

A Universidade Júlio de Mesquita Filho abriu o edital com inscrições para a seleção de alunos de mestrado ou doutorado que desejam participar do Programa Formação Didático-Pedagógica para Cursos na Modalidade a Distância, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). As inscrições devem ser realizadas até o dia 10/12, pelo formulário on-line. No Programa, que possui duração de 24 meses, os estudantes atuam como facilitadores virtuais nos cursos de graduação da Univesp e recebem bolsas de R$ 2.100,00 a R$ 3.100,00, pagas com recursos próprios do Governo do Estado de São Paulo, por meio da instituição. O objetivo da formação é desenvolver habilidades relacionadas à prática didática-pedagógica do bolsista, em cursos virtuais, com a colaboração de um supervisor. Para participar do Programa, os bolsistas devem permanecer matriculados em cursos de pós-graduação das universidades, ter formação nas áreas relacionadas às disciplinas de graduação da Univesp e possuir disponibilidade de 12 horas semanais. O início das atividades acontece em 27/01/2025. Para mais informações, acesse o edital Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 80 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos: Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2024, a universidade possui 434 polos e está presente em 376 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.
Aluno Univesp colabora com segurança digital de empresa transnacional

O estudante do curso de Tecnologia da Informação, polo Mococa, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), Danilo Paulino, submeteu relatório detalhado à empresa Microsoft, após identificar fragilidade em um de seus sistemas de segurança. Paulino que é desenvolvedor de software e hacker ético (especialista em segurança que usa técnicas de hacking para avaliar a defesa de um sistema de computador), apresentou avaliação ao Programa Bug Bounty da instituição- oferecido por algumas organizações para recompensar financeiramente relatos de bugs. Segundo o discente, a empresa abriu o caso ‘MRSC Case 91013’ para investigação. “Esse processo destaca a importância da colaboração entre profissionais de segurança e grandes empresas de tecnologia, visando proteger dados e fortalecer um ambiente digital mais seguro”, disse. O interesse do aluno pela área de segurança teve início na pandemia. “Sempre tive afinidade com a área da Computação e durante o período de isolamento, tranquei a faculdade de Ciências Biológicas e comecei a interagir mais com a Tecnologia da Informação, após ser aprovado no vestibular da Univesp. Agradeço as oportunidades de aprendizagem que a universidade me proporciona”, afirmou. O estudante está no segundo período do curso de bacharelado e trabalha agora em novos projetos, como tecnologia blockchain e segurança de criptomoedas.
Univesp coordena workshop e mesa no XIII Congresso Brasileiro de Informática na Educação

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) coordenou nesta segunda-feira (04/11), o II Workshop “Estratégias Transformadoras e Inovação na Educação” (II WETIE), no XIII Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2024), que acontece de 04 a 08 de novembro, no Rio de Janeiro. Os interessados em submeter artigos tiveram até o dia 02 de setembro. Dos 45 trabalhos submetidos, 11 foram selecionados e apresentados no evento. O objetivo do workshop é unir educadores, alunos, gestores e especialistas para explorar e discutir abordagens inovadoras e práticas transformadoras que impulsionam a educação para o futuro. Entre as temáticas abordadas estão: metodologias ativas de aprendizagem, tecnologia na educação, design instrucional, avaliação formativa e feedback, cultura escolar e ambiente de aprendizagem, competências do século XXI, educação personalizada, educação STEM, educação inclusiva, educação a distância, parcerias e colaboração. No período da tarde, o presidente da Univesp, professor Marcos Borges, o assessor da presidência, Ricardo Caceffo, e os representantes da Unicamp, Daiana Oliveira e Júlio César dos Reis, participaram da mesa redonda “Tecnologias Digitais na Educação Inclusiva no EaD”, que teve como tema central as tecnologias digitais utilizadas para promover a inclusão no ensino a distância. Na ocasião, foram exploradas estratégias e ferramentas que facilitam o acesso à educação para todos os estudantes, independentemente de suas necessidades especiais, linguísticas ou culturais. A discussão abordou ainda os desafios quanto as oportunidades que as tecnologias digitais oferecem para criar um ambiente de aprendizagem mais equitativo e acessível. Confira a programação do II WETIE em: https://sites.google.com/view/cbie-2024-wetie/p%C3%A1gina-inicial Artigos selecionados Um Relato de Experiência de aplicação de Engenharia de Prompt no Ensino Superior em STEMGustavo Castilho, Carla Rodriguez e Victoria Salazar Herrera (Universidade Federal do ABC – Brasil) Práticas pedagógicas com Recursos Educacionais Digitais (RED) de Língua Portuguesa: reflexões para as vivências em sala de aula nos anos iniciais do Ensino FundamentalRayssa Araújo Hitzschky, José Aires de Castro e Raquel Santiago Freire (Universidade Federal do Ceará – Brasil) Sistema de Promoção ao Pensamento ComputacionalSilvia Garcia, Marcos Borges e Ana Prado (Universidade Estadual de Campinas – Brasil) Design de Interação de um Protótipo de Aplicativo para Utilização do Método de Aprendizagem Colaborativa JigsawAline Souza e Ângelo Jesus (Instituto Federal de Minas Gerais – Brasil) Tecnologia na Escola: Usando Realidade Virtual para Introduzir o Atletismo no Ensino FundamentalCarolina Amaral e Soellyn Bataliotti (Unesp – Brasil) Alunos com TDAH no ensino superior: uma revisão sistemáticaWagner Ferreira Silva Junior, Daiana Oliveira e Marcos Borges (Universidade Estadual de Campinas – Brasil) Avaliação do uso de um aplicativo móvel voltado para o cuidado em saúdeRafaela Jardim, Raquel Salcedo Gomes, José Valdeni De Lima e Dauster Pereira (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil) Material Didático em forma de HQ para Educação em Computação no Ensino BásicoMaria Augusta Silveira Netto Nunes (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO- Brasil) Gamificação Auxiliada por Inteligência Artificial: Uso do ChatGPT para Produção de Atividades Didáticas e Interação nas Aulas de Metodologia CientíficaLafayette Melo (Instituto Federal da Paraiba – Brasil) Explorando o Potencial das IAs Generativas no Ensino de Matemática: Uma Proposta de Material Educacional DigitalSilvino Junior, Gildon de Oliveira e fabio Pinheiro Luz (Instituto Federal do Piaui – Brasil) Percepção docente sobre o desenvolvimento da criatividade por meio de jogos e materiais manipuláveis no ensino de matemáticaLuís Eduardo Silva Góes (UFBA – Universidade Federal da Bahia – Brasil) e Ecivaldo Matos (Universidade de São Paulo – Brasil) Sobre o CBIE 2024 O Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE) é um evento anual da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), que promove e incentiva as trocas de experiências entre as comunidades científica, profissional, governamental e empresarial na área de Informática na Educação. Em 2024, o CBIE está comemorando sua 35ª edição, e terá como tema “O papel das tecnologias digitais na Educação Inclusiva”. O tema deste ano tem por objetivo antecipar-se à implementação do Plano Nacional de Educação para o decênio 2024-2034. O seu segundo eixo trata especificamente da constituição de uma proposta de Escola que tem na tecnologia, de modo especial, um elemento de qualificação da Educação. Mais informações: https://cbie.sbc.org.br/2024/ Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 80 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos de graduação: Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2024, a universidade possui 429 polos e está presente em 375 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 93% da população paulista.
Univesp e Instituto ELDORADO firmam parceria para capacitação de estudantes em diversas áreas de tecnologia

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e o Instituto ELDORADO – referência em pesquisa e desenvolvimento no país, firmam um termo de cooperação técnica com o objetivo de estabelecer capacitação de estudantes, por meio de ações na frente denominada Rede de Parcerias da iniciativa TIC em Trilhas. O projeto oferece cursos on-line em diversas áreas de tecnologia e amplia oportunidades para quem pretende ingressar neste setor promissor, realizar transição de carreira ou ampliar os conhecimentos nas principais tendências. Nesta parceria com a Univesp, o Instituto ELDORADO disponibilizará 15 trilhas, em diversas carreiras em tecnologia, como Programação, Desenvolvimento Mobile, Design de Interação, Dados & Analiytcs, IA, Desenvolvimento de Jogos, Cibergurança, dentre outros. Ao total, serão ofertadas mais 30 mil novas vagas dentro do projeto, que certificou mais de 12 mil alunos desde 2022. Todos os cursos são 100% gratuitos e acontecem em formato on-line, o que possibilita o acesso a alunos de qualquer região do país. Os cursos são produzidos por especialistas com foco na empregabilidade e possuem abordagem “mão na massa” para que, além do certificado, quem cursou possa aplicar o conhecimento na prática e mirar em oportunidades de emprego na área. As inscrições já estão abertas e os estudantes da Univresp podem realizar pelo link exclusivo https://ticemtrilhas.org.br/?partner=univesp. O público em geral também pode fazer parte da iniciativa por meio do ticemtrilhas.org.br. Ao preencher o formulário, o interessado recebe automaticamente o acesso aos cursos para iniciar seus estudos. Para Roberto Soboll, Superintendente do ELDORADO, o projeto TIC em Trilhas representa um valioso esforço para integrar a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) à educação, promovendo competências digitais e reforçando o compromisso do Instituto com a capacitação desde sua fundação. “Nossa parceria com a Univesp é um canal importante para expandir e alcançar, de forma qualificada, ainda mais estudantes para esse projeto”, afirmaDe acordo com o presidente da Univesp, professor Marcos Borges, a parceria garantirá que os estudantes da universidade possam fazer cursos modernos voltados às demandas e exigências do mercado. “Os alunos das áreas de Computação, Administração, Engenharias e até mesmo os das Licenciaturas podem participar. Como já apontado em diversos estudos, o setor de tecnologia no Brasil é um dos que mais crescem e tem um papel fundamental na inovação e transformação digital. Os nossos discentes terão a oportunidade de uma formação complementar importante para trabalhar com novas soluções e buscar boas vagas profissionais”, ressalta. O TIC em Trilhas é uma iniciativa que faz parte do MCTI Futuro, programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações que tem por objetivo apoiar ações de capacitação tecnológica nacional em larga escala. Com recursos do PPI-Softex, o projeto é executado por renomadas universidades e centros de pesquisa de excelência no ecossistema de inovação no país, como o Instituto ELDORADO que também é um dos idealizadores. Sobre a iniciativa Esta ação faz parte do TIC em Trilhas, projeto integrante do Programa Prioritário de Interesse Nacional (PPI), sendo o Eldorado um dos executores, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) por meio de recursos da Lei nº 8.248/91 e coordenação da Softex. O objetivo é preparar e capacitar estudantes e profissionais para atuar nas áreas de tecnologia, visando suprir a demanda por profissionais qualificados na área. Sobre a Univesp Criada em 2012, a Univesp é uma instituição de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à SCTI. Entre seus principais parceiros, destacam-se a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Centro Paula Souza (CPS). Possui mais de 80 mil alunos e nove cursos: Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2024, a universidade conta com 429 polos e está presente em 375 municípios do Estado, o que representa 57% do território. Essas cidades abrigam mais de 93% da população paulista. Sobre o Instituto de Pesquisas ELDORADO Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Brasil, o ELDORADO possui mais de 25 anos de experiência na criação de soluções inovadoras para empresas nacionais e internacionais nos segmentos de Tecnologia da Informação e Comunicação, Automotivo, Agro, Energia, Óleo & Gás, Saúde e Indústria 4.0. Presente em Campinas, Manaus, Porto Alegre e Brasília, o ELDORADO possui laboratórios de classe mundial, sendo protagonista em inovação aberta e na catalisação de fomentos e incentivos para execução de projetos. O Instituto conta com profissionais especializados em áreas-chave como Microeletrônica, Desenvolvimento de Soluções em Hardware e Software, Testes e Certificações, além de Capacitação Tecnológica. O ELDORADO investe intensamente na geração de conhecimento e na capacitação de sua equipe para promover resultados diferenciados para seus clientes.
Encontro da MetaRed TIC Brasil discute inclusão, expansão do EAD e futuro da educação

As discussões do segundo dia do 6º Encontro Nacional da MetaRed TIC Brasil foram abertas nesta sexta, 1º de novembro, com uma palestra sobre inclusão, conectividade e letramento digital, com o presidente da Univesp, Marcos Augusto Francisco Borges, e o presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), João Mattar. Com mais de 80 mil alunos, sendo a maior universidade pública de graduação do país, a Univesp já formou mais de 16 mil alunos ao longo de seus 12 anos de vida. Para falar sobre diversidade e inclusão na IES, Marcos Augusto contou um pouco sobre a história da IES e sua estrutura. Ele destacou, por exemplo, que os cursos de licenciatura são os com maior concorrência, perguntando se a falta de interesse dos estudantes por determinados cursos não é decorrente do formato destes programas. Ele apresentou ainda alguns dados sobre o perfil dos estudantes da IES, destacando questões como a quantidade de alunos com algum tipo de deficiência e neurodivergência ou aqueles que são o primeiro da família a ingressar em uma universidade. Marcos Augusto destacou também a força do canal do YouTube da IES, com todas as aulas com legenda e audiodescrição, por exemplo. “Essa acessibilidade deixa nossos alunos mais confortáveis para acompanhar as aulas e concluir o curso”, disse ele apontando a abrangência de inclusão da IES em termos geográficos, flexibilidade de horário, etária e econômica. Segundo ele, as IES precisam estar atentas a todos os tipos de inclusão. “Incluir é uma tarefa contínua”, finalizou. Palestra sobre cidadania na era digital abre 6º Encontro MetaRed TIC Brasil Em seguida, João Mattar, pesquisador e presidente da ABED, apresentou um pouco do projeto Desenvolvimento de Competências Digitais em Educação, cujos objetivos vão desde a revisão da literatura sobre o tema à análise da experiência de gestores, educadores, estudantes e outros profissionais em relação ao uso de tecnologias digitais da informação e comunicação. Em sua fala, o pesquisador destacou, por exemplo, a falta de instrumentos de avaliação de competências digitais para os próprios estudantes e o trabalho do projeto em desenvolver esse questionário para tentar relacionar, por exemplo, o nível de competência com evasão e comparar o nível dessas habilidades no início e no final do curso. Inclusão feminina Quais os números da presença feminina no ensino superior? E apesar da maioria dos estudantes de graduação serem do sexo feminino, qual a efetiva participação delas no mercado de trabalho de tecnologia, que está em expansão no momento? Essas foram algumas questões discutidas também no encontro da MetaRed. Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp, apresentou alguns números do ensino superior para contextualizar a presença das mulheres no ensino superior e na área TIC. “Os dados são positivos, por um lado, mas tem números preocupantes que precisamos evoluir e melhorar. Uma ótima notícia, por exemplo, é o crescimento de 61,5% da participação das mulheres em relação ao total de matrículas, por exemplo, no período dos últimos 13 anos, de 2010 a 2023”, citou. “A participação majoritária das estudantes do sexo feminino atualmente é de 59,2%, com o aumento dessa participação na modalidade presencial e queda no EAD”. Em relação a cursos de TI, Capelato apontou que, nos últimos 10 anos, a participação feminina aumentou em todos da área, mas ainda se mantém muito baixa, menos de 20%. Em seguida, Cristina Ares Elisei, coordenadora do GT Mulheres na TIC, antes de iniciar as discussões do painel “A hora agora é delas: como o mercado está aberto para mulheres na tecnologia?”, começou apontando que existe sim um lugar de fala para as mulheres em todas as áreas, inclusive cursos majoritariamente frequentados por homens. “Nosso GT tem apenas dois anos e tem como motivação o aumento da participação feminina em cargos de gestão e no setor de tecnologia, focado na educação superior”, explicou antes de apresentar alguns dos projetos encampados pelo grupo, como um podcast, um curso de liderança, um diretório de mulheres na área TIC e um estudo focado na América Latina para saber onde estão essas mulheres, entre outros. Lubienska Jaquiê Ribeiro, diretora Acadêmica da Univesp, iniciou o painel afirmando que não nasceu engenheira. “Estamos na universidade e em cargos de gestão, mas ainda somos poucas e não somos vistas, infelizmente. Não é qualquer empresa que tem a coragem de contratar uma mulher para um cargo de gestão porque temos que nos provar o tempo todo”, lamentou. “Nós não nascemos líderes, nós nos tornamos líderes, inclusive os homens. Mas para as mulheres isso é mais difícil”, disse antes de falar mais sobre seu trabalho na Univesp e de como a IES é inclusiva na questão feminina com pautas como mães solos, por exemplo. Cida Zem, da Fatec Jahu, compartilhou sua experiência como mulher “da área dura”, formada em Ciências da Computação. “Sempre tive mulheres que me inspiraram, inclusive na academia”, afirmou ela lembrando que toda as mulheres têm uma história e uma superação. “Atualmente, tenho estudado as alunas da Fatec e suas competências STHEM”, prosseguiu apontando que a IES tem mais alunos homens, mas que não precisa ser assim. Governança e Inteligência Artificial No período da tarde, Ernesto Chinkes, da Metared Global, e Fábio Cespi, diretor do Lyceum, falaram no painel Governança de TI, InteligêncIA e Inclusão Digital. Cespi apresentou um panorama da educação superior no Brasil, especialmente do setor privado como negócio que precisa ser capitalizado, além de apontar tendências tecnológicas, entre elas a Inteligência Artificial, grande coqueluche do momento. Ele começou mostrando alguns resultados de uma pesquisa do BTG Pactual que traz dados sobre a receita e rentabilidade das IES de capital aberta, que apontam que a receita está estagnada e as instituição não conseguem repassar preços para os alunos. “A pesquisa indica também que as IES estão investindo cada vez mais em automação para que trabalhos manuais sejam substituídos por tecnologia, com o setor sendo ameaçado, por exemplo, por mudanças comportamentais, com os estudantes deixando de ingressar no ensino superior para apostar em BETs e apostas virtuais”, lamentou listando outros desafios como a regulação, concorrência, questões comportamentais, tecnológicas,
Palestra sobre cidadania na era digital abre o 6º Encontro Metared TIC Brasil

Com o avanço da transformação digital no mercado de trabalho e na rotina de estudantes e profissionais, o acesso à tecnologia e a capacitação para seu uso precisam estar no centro das discussões dos formuladores de políticas públicas e das gestões das instituições de ensino superior. Para debater a questão, a Univesp, o Semesp e a Metared TIC Brasil realizaram na noite de ontem, 31 de outubro, a abertura do 6º Encontro Nacional da MetaRed TIC Brasil, com o tema “A Era Digital para Todos: Inclusão, Acesso e Equidade”. O evento continua até hoje sexta, 1º de novembro, debatendo questões como recursos educacionais tecnológicos, aplicação da tecnologia no projeto pedagógico, inteligência artificial, mercado de trabalho, inclusão social. A abertura do encontro contou com a participação do presidente da Univesp, professor Marcos Borges, de Lúcia Teixeira, presidente do Semesp e da MetaRed TIC Brasil; Rafael Gomes, head de Educação do Banco Santander; Ernesto Chinkes, representante da Metared Global; Rafael Alves, coordenador de Ensino Superior do Centro Paula Souza e Marcos Martins, coordenador de Ensino Superior do Governo do Estado de São Paulo. Lúcia Teixeira abriu o evento e destacou a importância da cidadania digital para aumentar o acesso ao ensino superior, respeitando as individualidades dos alunos. Ela apontou ainda que a transformação digital é o primeiro item da pauta das instituições de ensino ao redor do mundo, reforçando que o Semesp e a MetaRed vem incentivando visitas e trocas entre as Instituições de Ensino Superior (IES) para que elas se aperfeiçoem. “Trabalhamos também em relação à formação das pessoas em relação à maturidade digital e às tecnologias educativas para que as IES enfrentem os desafios e se tornem menos vulneráveis”, apontou. Rafael Gomes, do Banco Santander, afirmou que a palavra do momento é a colaboração, reforçando a importância das Redes de Cooperação e destacando o propósito de transformação social a partir de três pilares: emprego, empregabilidade e educação. Em sua fala, Ernesto Chinkes, da Metared Global, disse ser um fanático pelas instituições de ensino superior porque elas são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social dos países. “As IES precisam assumir então um papel mais relevante na questão tecnológica e da transformação digital”, decretou lembrando que a colaboração faz melhores universidades. O professor Marcos Borges, falou sore a relação entre a IES com a MetaRed, explicou como nasceu a ideia de organizar e sediar o evento, com o apoio do Centro Paula Souza, que cedeu o espaço. “Nos sentimos muito confortáveis em um encontro como esse que fala de inclusão porque a tecnologia é a base de tudo em nossa IES”, disse explicando que os alunos da instituição fazem parte de um universo muito humilde. “Alguns de nossos estudantes assistem às aulas em nosso canal de TV porque eles não têm acesso à internet, então é necessário falar de inclusão e, infelizmente, muitas vezes, a tecnologia é o próprio gargalo que leva à exclusão”. Rafael Alves, do Centro Paula Souza, lembrou da época da pandemia, quando foi necessária a transição das aulas presenciais para as remotas para destacar a relevância da tecnologia para a educação no mundo atual e a importância do tema da inclusão na era digital, principalmente para as populações mais carentes e sem acesso à internet e a equipamentos tecnológicos. Já Marcos Martins, representando do Governo do Estado de São Paulo, finalizou as falas destacando a importância da transformação digital para a educação e da educação para o desenvolvimento dos estudantes de todas as idades. Cidadania na era digital Após a abertura, a consultora em Acessibilidade e Audiodescrição, Lara Souto Santana, apresentou uma palestra sobre Cidadania na era digital: Tecnologia, Inovação e Inclusão, que teve como objetivo refletir sobre como a tecnologia pode ser aliada para a promoção da cidadania digital. Lubienska Jaquiê Ribeiro, diretora Acadêmica da Univesp, abriu o painel dando algumas dicas iniciais sobre acessibilidade e apresentando a palestrante, lembrando que a sociedade só vê aquilo que está ao seu redor e que tudo bem errar porque as práticas de acessibilidade são uma questão de treino. Pessoa com deficiência visual, Lara se apresentou de forma acessível para incentivar boas práticas entre os participantes e decretou que quem trabalha com acessibilidade não tem descanso. “O surgimento de demandas é constante e temos que estar atentos o tempo inteiro porque sempre há alguém descoberto”, afirmou ela. “É importante que tenhamos o compromisso e a noção de corresponsabilidade para que existam espaços mais inclusivos, acessíveis e acolhedores”, prosseguiu. “Estou aqui para falar sobre a academia propriamente e, infelizmente, de maneira geral, as instituições de ensino nunca foram das pessoas com deficiência”, lamentou. “Por isso, eu vejo o ensino a distância como um grande trunfo para que essas pessoas tenham acesso ao ensino superior”, reforçou antes de apresentar algumas dicas para que as IES tenham mais cuidado e respeito pelos alunos com algum tipo de deficiência.“Um bom aprendiz pergunta”, decretou reforçando que as pessoas precisam ouvir mais as pessoas com deficiência. Em seguida, Lara questionou sobre a falta de participação de outras pessoas com deficiência no evento antes de falar de políticas afirmativas para evitar, por exemplo, a evasão de estudantes com algum tipo de deficiência. “Precisamos falar sobre capacitismo, por exemplo, porque a universidade é capacitista. E precisamos dar nome as coisas para combatê-las”, provocou finalizando que as aulas precisam ser pensadas para todos. “Um ambiente que não é acessível não é sustentável”, finalizou. Fonte: SEMESP/SP
I Congresso Univesp acontece no Memorial da América Latina

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) realizou nesta quarta-feira (30/10), o I Congresso Univesp– Excelência e Inclusão na Educação a Distância, no auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), no Memorial da América Latina, capital paulista. O encontro contou com a presença de colaboradores, orientadores de polos, alunos e parceiros para diálogos referentes às atividades acadêmicas, pesquisa e extensão da instituição. A iniciativa foi transmitida ao vivo no canal oficial da Univesp do YouTube. O mestre de cerimônias, jornalista e apresentador da Univesp TV, Everton Lucas, abriu o evento com a composição da mesa solene, constituída pelo presidente da Univesp, professor Marcos Borges, a secretária-executiva de Estado de Ciência, Tecnologia e Informação, Stephanie da Costa, e o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa. Mesas Temáticas Após a execução do Hino Nacional e palavras das autoridades, teve início a 1ª mesa temática, preparada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, comandada pelo professor da USP e membro do Conselho de Curadores da Univesp, Ignacio Poveda, e com participação do bacharel em Letras-Libras e especialista na Língua Brasileira de Sinais, Edilson Andrade, do engenheiro e ex-Secretário Nacional das Pessoas com Deficiência, Marco Pellegrini, e da coordenadora das atividades paradesporto na SEDPcD, Geiza Batista da Silva. Com o tema “Os desafios da Educação a Distância”, a 2ª mesa foi composta pelo presidente da Univesp, professor Marcos Borges, pelo coordenador do Laboratório de Informática na Educação e do Laboratório de Ensino de Matemática no IME-USP, professor Leônidas Brandão, e pelo diretor de Regulação e Qualidade da Associação Brasileira da Educação a Distância (ABED), professor Jair dos Santos Junior. O debate traçou um panorama das conquistas da modalidade no país, além do uso de ferramentas e metodologias de aprendizagem inovadoras, capacitação do corpo docente e acessibilidade. A 3ª mesa com o tema “Univesp em foco”, apresentou números e atividades, e registrou um importante momento para a universidade: a assinatura do Termo de Cooperação com o Instituto de Pesquisas Eldorado, para a oferta de 15 trilhas formativas, com duas mil vagas em cada, totalizando 30 mil vagas para nossos estudantes em áreas de tecnologia e computação, como inteligência artificial, dados, conectividade e cibersegurança, programação e desenvolvimento, e design. A parceria foi firmada pelo presidente da Univesp e superintendente do Instituto de Pesquisas Eldorado, Roberto Stephanes Soboll. O painel ainda teve a participação de outra parceira da Univesp, a Softex, representada por Glaucia Critter Chiliatto, do assessor da Presidência da Univesp, Ricardo Caceffo, da diretora acadêmica, Lubienska Ribeiro e do diretor administrativo, Robson Giordano da Silva Homenagens A última etapa do Congresso foi marcada por tributos aos estudantes, com entrega de certificados. Aos alunos destaques, por conquistas em premiações, foram homenageados: Bruno Batista e Renata Bassi (Administração) vencedores do Hackathon Hack Health e Jaci Camargo da Silva (Engenharia de Computação) e Vitor Hugo Barbosa (Ciência de Dados), pela conquista do primeiro lugar no Hacklab e Josielma da Silva (Pedagogia) por sua trajetória pessoal, acadêmica e profissional inspiradoras. Honra ao Mérito O certificado instituído em 2024, avaliou o desempenho acadêmico de 8.050 alunos ingressantes do Vestibular 2020, em cada eixo (Computação e Licenciatura). Dentro dos critérios estabelecidos, chegaram na fase final 266 alunos de Bacharelado em Ciência de Dados, 259 em Bacharelado em Tecnologia da Informação, 336 em Licenciatura em Letras, 175 em Matemática e 1.311 em Pedagogia. Foram chamados ao palco para receber os reconhecimentos: Felipe Alves Magalhães (Ciência de Dados), Lucas Torres dos Santos (Letras), Carlos Eduardo Morosi (Matemática), Elimara Rufino (Pedagogia) e Miriam Nunes, por vídeo (Tecnologia da Informação). Em suas palavras, Marcos Borges agradeceu a presença das autoridades, alunos, professores, orientadores e secretários de polos, parceiros e colaboradores da Univesp. “Essa foi a primeira edição do nosso Congresso, que nos próximos anos deverá contar com mais participações e outras iniciativas, entre elas, os melhores projetos de graduação e pesquisas produzidas anualmente, sem deixar de ser um espaço de diálogo sobre a EaD e o futuro da educação no país”, completa o presidente.
Univesp é uma das organizadoras do 6º Encontro da Metared TIC Brasil

O Semesp, a MetaRed e a Univesp irão realizar o 6º Encontro Nacional da MetaRed TIC Brasil, com o tema “A Era Digital para Todos: Inclusão, Acesso e Equidade”, com debates sobre recursos educacionais tecnológicos, aplicação da tecnologia no projeto pedagógico, inteligência artificial, mercado de trabalho, inclusão social, e muito mais. O encontro acontece dias 31 de outubro e 01 de novembro, na sede do Centro Paula Souza, capital paulista. Um dos grandes desafios globais, especialmente para o Brasil, é criar ações e projetos de impacto, fontes de financiamento e políticas públicas que promovam a inclusão digital. Em um país de dimensões continentais como o Brasil, marcado por profundas disparidades econômicas, a inclusão digital deve ser tratada como uma questão estratégica. Com o avanço da transformação digital no mercado de trabalho e na rotina de estudantes e profissionais, o acesso à tecnologia e a capacitação para seu uso precisam estar no centro das discussões dos formuladores de políticas públicas e das gestões das instituições de ensino superior. Participe e venha discutir práticas inovadoras que facilitem e potencializem o processo de ensino e aprendizagem.! Informações e inscrições no link: https://www.semesp.org.br/eventos/encontro-nacional-metared-tic-brasil-2024/