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Fuvest divulga lista de convocados para o curso de Licenciatura em Ciências UNIVESP/USP

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou na sexta-feira (31) a primeira lista de convocados para o curso de Licenciatura em Ciências oferecido pela UNIVESP em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Veja nos links abaixo a lista de convocados para cada um dos sete polos: São Paulo | São Carlos | Ribeirão Preto | Piracicaba | Jaú | Santos | Lorena  Matrículas As matrículas deverão ser efetuadas nos dias 04 e 05 de fevereiro (terça‐feira e quarta‐feira), das 9h às 11he das 13h às 16h30min, no polo para o qual o candidato foi convocado. A matrícula sera realizada exclusivamente de forma presencial. Seguem abaixo os endereços dos polos onde serão feitas as matrículas: SÃO PAULO Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa 3, número 71 (Prédio CCE/STI) Cidade Universitária – Butantã Telefones: (11) 3091‐1780 / 3091‐1790 PIRACICABA ESALQ – Av. Pádua Dias, 11, São Dimas Localização do Polo: dentro do Campus da ESALQ R. Padre Galvão, 180 (próximo ao Banco Santander) Telefones: (19) 3447‐8634 / 3447‐8635 RIBEIRÃO PRETO Campus USP – Av. Bandeirantes, 3900 R. Dr. Clóvis Vieira, casa 40 (dentro do Campus) Telefones: (16) 3602‐0437 / 3602‐0436 SÃO CARLOS Av. João Dagnone, 1100, Jardim Santa Angelina Conjunto de Apoio Didático, Campus 2 da USP Telefone: (16) 3373‐8383 JAÚ R. Humaitá, 2350 Vila Carvalho Telefone: (14) 3621‐4311 – nos dias de matrícula (19) 3447‐8634 – informações LORENA Estrada Municipal do Campinho, s/nº Campus 1 – Escola de Engenharia de Lorena – EEL Diretoria Técnica Acadêmica – DTA Telefone: (12) 3159‐5016 / 3159‐5136 SANTOS Praça Narciso de Andrade, s/nº ‐ Bairro Vila Mathias Telefone: (11) 3091‐0601   Documentos para matrícula No ato da matrícula, o candidato deverá apresentar original (ou cópia autenticada) e cópia simples dos seguintes documentos: I. Certificado de conclusão do curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico escolar ou diploma de curso superior devidamente registrado; II. Documento de identidade oficial; III. Uma foto 3 × 4, datada, com menos de um ano; IV. Documentos que comprovem a atribuição do bônus (*).  (*) Conforme disposto na Resolução CoG nº 5539, de 08/05/2009, o presente Concurso Vestibular atribui bônus nas notas da 1ª e 2ª fases, de forma a priorizar o ingresso de candidatos: 1. professores sem curso superior completo, atuando em docência na Educação Básica nas redes públicas há pelo menos 2 (dois) anos (bônus: 12%); 2. portadores de diploma de conclusão de curso superior (público) ou reconhecido, com experiência docente comprovada de, no mínimo 2 (dois) anos na Educação Básica nas redes públicas, em qualquer área, e que não possuam licenciatura (bônus: 9%); 3. licenciados que, necessariamente, tenham experiência docente de pelo menos 2 (dois) anos em escolas das redes públicas (bônus: 6%); 4. egressos do ensino médio, sem formação universitária, formados há, no mínimo, 10 (dez) anos (bônus: 3%).   No ato da matrícula, o candidato deverá informar uma das três possibilidades a seguir: Satisfeito [S] – Efetuar matrícula para frequentar o curso no polo (cidade) em que foi chamado, na condição de satisfeito. Este candidato não concorrerá, em chamadas posteriores, a remanejamento para outro polo (cidade), caso o tenha indicado por ocasião da inscrição. Desistente [D] – Não efetuar matrícula no polo (cidade) para o qual foi chamado, mas continuar concorrendo a uma vaga, nas chamadas para matrícula seguintes, até a 4ª Chamada, para a opção anterior de polo, se declarada no ato da inscrição. Caso não surja a nova vaga, este candidato não poderá frequentar o curso em qualquer dos polos. Matriculado [M] – Efetuar matrícula para frequentar o curso no polo (cidade) em que foi chamado, e continuar concorrendo, nas chamadas para matrícula seguintes, até a 4ª Chamada, a uma vaga no outro polo (cidade) pelo qual manifestou interesse no ato da inscrição. Caso surja a vaga, o remanejamento sera compulsório e o comparecimento para a nova matrícula será obrigatório.   Próximas etapas 2ª Chamada 07/02/2014 (sexta‐feira) – divulgação da 2ª lista de aprovados Matrícula: 10/02/2014 (segunda‐feira) – das 10h às 17h 3ª Chamada 11/02/2014 (terça‐feira) – divulgação da 3ª lista de aprovados Matrícula: 13/02/2014 (quinta‐feira) – das 10h às 17h 4ª Chamada 19/02/2014 (quarta‐feira) – divulgação da 4ª lista de aprovados Matrícula: 21/02/2014 (sexta‐feira) – das 10h às 17h  

Faculdades de curta duração têm papel de destaque nos EUA

Metade da educação superior dos Estados Unidos é provida por faculdades que oferecem cursos de curta duração. Os community colleges, com cursos de dois anos, recebem de 55% a 60% dos calouros. E essas escolas, que antes eram consideradas opções apenas para alunos pobres ou provenientes das “minorias étnicas” (negros, latinos etc.), atraem cada vez mais os filhos da chamada “classe média branca”, em um país em que todo o ensino superior é pago e caro – e em que a dívida estudantil se tornou a segunda maior dívida das pessoas físicas: perde para a dívida imobiliária, mas é maior do que a dívida com cartões de crédito. O assunto foi tema da pesquisa “Estados Unidos: educação superior como política de desenvolvimento – papel dos community colleges”, de Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, professor titular aposentado do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp).  “Enfoquei o papel dos community colleges na educação superior americana e o papel da educação superior americana no desenvolvimento dos Estados Unidos”, disse Moraes à Agência Fapesp. Os community colleges surgiram no começo do século XX, com o objetivo de transpor o fosso que havia entre o ensino médio e o ensino superior. “A escola média norte-americana, a high school, que se massificou no começo do século XX, não é bem uma escola preparatória para o ensino superior. Ao contrário do que ocorre no sistema europeu, sobretudo o francês e o alemão, em que o ensino médio é muito importante e de muito alta qualidade, a high school norte-americana era, e continua sendo, muito frágil”, disse Moraes.  “Os community colleges surgiram para cobrir esse vão, cumprindo papel propedêutico. Na ocasião, chamavam-se junior colleges, em contraponto às faculdades de quatro anos, chamadas desenior colleges”, disse Moraes. Os community colleges modificaram-se ao longo do tempo, agregando cursos com vocação profissionalizante, e deslancharam depois da Segunda Guerra Mundial, quando o Estado federal assumiu um papel muito grande na massificação do ensino superior. Até essa época, o ensino superior norte-americano era dominado pelas universidades privadas, que são, até hoje, as instituições de maior prestígio, como Harvard, Stanford, Columbia, Princeton, Yale, MIT, entre outras. No setor público cresceu, concomitantemente, o ensino superior de curta duração. Ele confere um diploma ao fim de dois anos e possibilita que o indivíduo tente, depois, uma complementação de dois anos em uma faculdade de longa duração. Há programas muito detalhados de articulação e transferência, permitindo que, mediante avaliação, os dois anos feitos nos community colleges sejam reconhecidos nas faculdades de longa duração. Leia aqui a matéria na íntegra.  

Filosofia da Educação

Está disponível, de forma aberta e gratuita, o curso Filosofia da Educação, organizado a partir de disciplina de mesmo nome desenvolvida para a graduação em Pedagogia oferecida pela UNIVESP em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp). O curso, de autoria de Alonso Bezerra de Carvalho, docente da Unesp, é composto por textos, videoaulas e atividades. O objetivo é desenvolver habilidades e conhecimentos que possibilitem a compreensão da natureza da atividade filosófica e sua ligação com a educação, no sentido de aprimorar o espírito crítico e investigativo do professor ao articular as reflexões filosóficas com questões pertinentes à área pedagógica. Para fazer o curso, basta realizar um cadastro simples na plataforma Unesp Aberta. Não são oferecidas certificação e assessoria pedagógica. Veja abaixo entrevista da UNIVESP TV com Carvalho, em que o professor faz uma revisão dos conteúdos do curso:  

Game ensina conceitos sobre alimentação saudável e nutrição a crianças e adolescentes

O grupo de desenvolvimento de games educacionais Ludo Educativo lançou nesta semana o jogo Comilo-Saurus, que tem como objetivo orientar e ensinar conceitos sobre alimentação saudável e nutrição a crianças e adolescentes. O jogo, gratuito, é voltado para dispositivos móveis e computadores e já está disponível para download no Google Play e em breve na Apple Store. Também é possível jogá-lo online, através do site Ludo Educativo. No game, uma cientista leva a seu laboratório – com a ajuda de uma máquina do tempo experimental – bebês dinossauros. Para não danificar a linha do tempo, a cientista deve calibrar a máquina e mandar os bebês de volta para o passado. Enquanto a máquina não estiver pronta o jogador deve, no papel de um robô ajudante, manter os dinossauros bem alimentados, estourando bolhas que contêm os mais diversos alimentos. É necessário ter cuidado com as escolhas feitas, pois os dinossauros têm necessidades nutricionais específicas e cada alimento oferece uma determinada quantia de cada um dos quatro nutrientes explorados pelo jogo (carboidratos, proteínas, vitaminas e gorduras). Os dinossauros, ao crescerem, optam por uma dieta onívora, carnívora, vegetariana ou vegana, fato para o qual o jogador também deve se atentar. O jogo tem como objetivo final trabalhar noções básicas sobre nutrição, além de explorar os conceitos sobre dietas dos animais, tudo de uma forma graficamente rica e com pouco conteúdo textual. O coordenador do grupo, Alexandre Rosenfeld, explica que os jogos educativos são desenvolvidos a partir da ideia de que o game não é apenas um divertimento. “Não pensamos apenas em entretenimento quando criamos um jogo. Exploramos o lúdico para ensinar algo legal para quem está jogando”, disse. A iniciativa é resultado da interação entre o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN/CNPq) e o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid/Fapesp) apoiados pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). O centro de pesquisa é coordenado pelo professor do Instituto de Química da Unesp, Élson Longo.  

Colaboração internacional deve ir além da pesquisa

A colaboração internacional pode ser o melhor caminho para uma universidade atingir o status de “classe mundial” e conquistar benefícios como governança, recursos, projeção, mobilidade e sustentabilidade. A avaliação foi feita por Colin Grant, pró-reitor de Internacionalização da University of Bath, no Reino Unido, no segundo dia do simpósio Excellence in Higher Education. Realizado pela Fundação de Amparo à Pesquiso do Estado de  São Paulo (Fapesp) em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC), o evento tem o objetivo de debater os determinantes da excelência no ensino superior no Brasil e formular recomendações que poderão embasar políticas públicas. Para Grant, a colaboração internacional vai além da simples parceria em pesquisa. Precisa abranger até mesmo o nível de governança institucional. Leia aqui a entrevista concedida por Grant à Agência Fapesp.

O Museu Paulista e a História de São Paulo

Assista ao curso livre organizado pelo Museu Paulista em agosto de 2011 para comemorar os 300 anos da elevação de São Paulo a cidade. Coordenado por Cecília Helena de Salles Oliveira, professora titular no Museu Paulista da Universidade de São Paulo (USP) e professora do Programa de Pós-Graduação em História Social da USP, a proposta é uma reflexão sobre a formação de acervos e a discussão de discursos e imagens construídos pela historiografia sobre São Paulo. O curso, composto por quatro aulas, visa também a problematizar o espaço urbano e os interiores domésticos paulistas nos séculos XVIII e XIX e a estimular reflexões sobre coleções em exposição. Para assistir aos vídeos, acesse: http://univesptv.cmais.com.br/museu-paulista

Especialistas defendem desenvolvimento de universidades de classe mundial

Ao mesmo tempo em que a excelência de ensino deve ser a meta de todas as universidades brasileiras, algumas poucas instituições do país teriam hoje condições de dar um salto de qualidade e tornarem-se de classe mundial em pesquisa científica. Para que isso ocorra, as universidades vocacionadas precisam receber investimentos diferenciados para desenvolver planos institucionais ousados, afirmaram especialistas durante a abertura do simpósio Excellence in Higher Education. O evento, que teve início nesta quinta-feira (23/01), é uma iniciativa da FAPESP em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e tem como objetivo debater os determinantes da excelência no ensino superior no Brasil e formular recomendações que poderão embasar políticas públicas. A diferenciação no sistema de ensino, reconhecendo as instituições com vocação para desenvolver pesquisa de nível internacional, tem sido apontada pela ABC há pelo menos uma década, quando foi publicado o documento “Subsídios para a Reforma do Ensino Superior”, lembrou Hernan Chaimovich, vice-presidente da ABC e assessor especial da Diretoria Científica da FAPESP. “Diferenciar não quer dizer que uma parte do sistema é melhor ou pior que outra. Mas um sistema em que todas as partes são iguais em geral não funciona. Um sistema se caracteriza pela excelência de todas as suas partes, embora cada uma tenha função distinta da outra”, avaliou Chaimovich. Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, o peso da ciência que cada universidade produz é um fator relevante e, portanto, o investimento não pode ser o mesmo para todas as instituições. “A ciência, para ser de ponta, precisa de um investimento superior ao que está sendo feito no país. A sociedade precisa decidir em quais áreas devem ser feitos investimentos pesados e quais instituições têm perfil para trilhar esse caminho da internacionalização. Cada uma deve ter um perfil e uma área de excelência. Somente assim o Brasil vai se tornar capaz de pautar a ciência internacional e não apenas ser pautado”, opinou. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.  

Fundação de Apoio ao IPT seleciona bolsistas de iniciação tecnológica

A Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas (Fipt) selecionará dez projetos de pesquisa para a concessão de bolsas de iniciação tecnológica a alunos de graduação de instituições de ensino superior. Baseada em um termo de cooperação com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), a Fipt oferece um programa que busca estimular a formação de estudantes em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e tem como objetivo formar recursos humanos aptos a contribuir para o aumento da capacidade do setor produtivo. Para participar da seleção, os candidatos devem definir o projeto com um orientador da universidade e outro do IPT e submeter a proposta de bolsa até 28 de fevereiro. A comissão de seleção avaliará os projetos e os autores das propostas selecionadas receberão bolsas no valor de R$ 600,00, por um período de 12 meses. As propostas devem conter de cinco a dez páginas e apresentar introdução, objetivos (com justificativa e breve desenvolvimento do tema), metodologia, cronograma de atividades, resultados esperados e referências bibliográficas. Entre os critérios que a comissão avaliará para a seleção das propostas, os que possuem maior peso na nota final são: a relevância do projeto quanto às linhas de atuação do IPT e o desempenho acadêmico do aluno. A documentação para a inscrição e o projeto de pesquisa devem ser entregues pessoalmente no Escritório IPT/Fipt, localizado na Avenida Prof. Almeida Prado, 532 – Prédio 11 – 1º andar – Sala “Gestão do Termo de Cooperação IPT X Fipt”, em São Paulo. Os formulários e mais informações sobre o programa podem ser acessados em aqui.

Livro: Dias de Inferno na Síria

O jornalista Klester Cavalcanti viajou em 2012 para a Síria, a trabalho pela revista Isto É, para mostrar o lado humano de uma guerra civil que atingia o País havia um ano. “Porque […] esquecem que quem está fazendo a guerra e sofrendo com ela são pessoas. […] Eu queria mostrar isso, quem são os pais, os filhos, as mulheres, as viúvas, os órfãos”, relata o jornalista, que viajou para passar uma semana no País acompanhando os rebeldes e o cotidiano na cidade de Homs – onde a guerra é mais intensa -, mas acabou ficando seis dias preso pelo exército oficial. Em entrevista à UNIVESP TV, ele conta como foi a viagem, relata os perigos que enfrentou e como foram os dias que passou na penitenciária, onde fez várias amizades. Cavalcanti faz, ainda, uma análise da situação do País atualmente e dá sua visão sobre como seria o futuro da Síria se caísse nas mãos dos rebeldes. Veja a entrevista na íntegra.  

Evolução humana é tema de exposição no Catavento Cultural, em São Paulo

Toumai, Lucy, um neandertal e outros hominídeos do passado distante estão chegando a São Paulo. Ou melhor, réplicas fiéis de seus esqueletos e representações artísticas de seus prováveis traços faciais são as estrelas de uma nova exposição permanente sobre a evolução humana intitulada “Do macaco ao homem”, que entra em cartaz no início de fevereiro no Catavento Cultural, espaço para difusão da ciência e do conhecimento mantido pelo Governo do Estado de São Paulo no centro da capital paulista. Concebida em parceria com o arqueólogo e antropólogo físico Walter Neves, coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da Universidade de São Paulo (USP), a exposição traça um panorama de uma longa e intrincada história, cujo início não se sabe ao certo, mas que hoje contabiliza ao menos 7 milhões de anos. Essa é a idade estimada de Toumai, apelido de um crânio da espécie Sahelanthropus tchadensis, encontrado em 2001 no Chade, centro-norte da África. Trata-se do mais antigo hominídeo conhecido, uma linhagem provavelmente evoluída de parentes dos chimpanzés. Toumai pertenceu ao primeiro grupo de hominídeos a caminhar em pé. Durante um bom tempo, a primazia do bipedalismo foi atribuída a Lucy, como é chamado o esqueleto parcial de uma fêmea de Australopithecus afarensis de 3,2 milhões de anos, provavelmente o fóssil de hominídeo mais famoso de que se tem notícia. Lucy foi resgatada em 1974 na Etiópia, também na África, continente igualmente berço do homem moderno, o Homo sapiens, que ali se originou há cerca de 200 mil anos. “Nas últimas três ou quatro décadas, foram encontrados muitos fósseis de hominídeos na África e em outras partes do Velho Mundo”, diz Neves. “O principal objetivo da exposição é mostrar que os conhecimentos sobre o processo que levou ao surgimento dos hominídeos e do homem moderno já estão bastante avançados. Agora podemos caracterizar, com um elevado grau de certeza, os principais passos de nossa linhagem evolutiva.” Veja a matéria na íntegra.  

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