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UNIVESP TV traz programação especial no Dia da Consciência Negra

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a UNIVESP TV traz no dia 20 de novembro (quarta-feira) programação especial voltada ao tema. Os programas abordam a maneira como os africanos são retratados pela História da civilização, o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas no país, a educação quilombola e entrevistas sobre livros que tratam do assunto. Veja abaixo alguns vídeos que serão transmitidos: A História, o Africano e o Afro brasileiro O programa, da disciplina Conteúdos e Didática da História do Curso de Pedagogia UNIVESP/Unesp, discute de que maneira os africanos são retratados pela História da civilização. Concomitantemente, mostra como a lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas brasileiras, tem contribuído para o deslocamento da perspectiva histórica africana, tradicionalmente centrada na Europa. Educação Quilombola Programa complementar da disciplina Conteúdo e Didática da História, do Curso de Pedagogia UNIVESP/Unesp, traz entrevista com a pesquisadora Luanda Rejane Soares Sito, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sobre a educação quilombola. Livro: Política e escravidão no Império do Brasil 1826, de Tamis Parron O historiador Tamis Parron conta ao jornalista Ederson Granetto como fez a pesquisa que resultou no livro, que lhe rendeu o prêmio Jabuti na categoria de Ciências Humanas em 2012. Tamis investigou documentos públicos e os anais do Senado e da Câmara da época para saber quem ajudou a reabrir o contrabando de escravos depois que a legislação proibiu seu tráfico transatlântico. Ele identifica políticos aliados a proprietários de fazendas que contribuíram para escravizar ilegalmente várias dezenas de milhares de homens e mulheres. Livro: Você conhece Aquela?, de Dagoberto Fonseca O programa Livros recebe o pesquisador Dagoberto José Fonseca, estudioso da desigualdade racial, para falar sobre o lançamento do livro Você conhece aquela? A Piada, o riso e o racismo à brasileira, lançado pela editora Selo Negro. Ele explica para o jornalista Rodrigo Simon como os brasileiros fazem piadas sobre a condição racial, mantendo e alimentando o preconceito. História do Brasil – Abolição Sidney Chalhoub historiador e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Nesta entrevista, ele fala sobre a escravidão no Brasil, na segunda metade do século XIX. Sidney explica, com ricos exemplos, como era a vida dos escravos africanos no Brasil. Fala que algumas décadas antes da abolição da escravatura, em 1888, quase metade da população africana no país já estava livre ou liberta. Libertos eram ex-escravos que tinham conseguido sua carta de alforria. Livres eram os filhos de escravas (ventre) libertas.Sidney fala também sobre a situação em que estava essa massa de cidadãos após a liberdade, com poucos, ou nenhum, direito político, pouca renda, etc…Sidney também entra na questão da educação dos escravos e libertos e mostra que não havia interesse do Brasil em alfabetizar essas pessoas. História da África e Cultura Afro Brasileira 1º Bloco — História da África / Marina de Mello e Souza Ederson Granetto entrevista a historiadora Marina de Mello e Souza, do departamento de História da Universidade de São Paulo, sobre a inclusão no currículo das escolas brasileiras do ensino da cultura e da história Afro-brasileira. Em 2003, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação foi alterada para determinar essa inclusão, privilegiando a História da África e dos africanos, a vida dos negros no Brasil, a Cultura Negra Brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. 2º Bloco — Cultura Afro-Brasileira / Rachel Rua Bakke. Ederson Granetto entrevista a antropóloga Rachel Rua Bakke sobre o ensino da cultura Afro-Brasileira nas escolas e sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores ao tratar do tema.

Confira os locais de exame de Licenciatura em Ciências UNIVESP/USP 2014

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou hoje (18/11) os locais de exame para a primeira fase do vestibular para o curso de Licenciatura em Ciências UNIVESP/USP 2014. A prova será realizada em sete cidades no próximo domingo, 24 de novembro.  Foram 846 inscritos para as 360 vagas ofertadas, totalizando uma relação de 2,35 candidatos por vaga (c/v). O polo mais concorrido é São Paulo, com 3,58 c/v. Veja aqui a lista de candidatos inscritos. Confira os endereços abaixo. Região 1 – São Paulo USP – Instituto de Psicologia Av. Prof. Mello Moraes,1721 (Raia Olímpica) – Cidade Universitária, São Paulo, SP Região 2 – São Carlos USP – Escola de Engenharia de São Carlos – Bloco B Av.Trabalhador São-Carlense, 400 – Centro, São Carlos, SP Região 3 – Ribeirão Preto USP – FFCLRP – Bloco 1 – DCM Exatas Av. Bandeirantes, 3900 – Monte Alegre, Ribeirão Preto, SP Região 4 – Piracicaba USP – ESALQ Av. Pádua Dias, 11 – Agronomia, Piracicaba, SP Região 5 – Jaú Fundação Educacional Dr. Raul Bauab – Bloco Verde Rua Tenente Navarro, 642 – Centro, Jaú, SP Região 6 – Santos UNIP Santos – Campus II – Rangel – Bloco 6 Av. Francisco Manoel, s/n° – Vila Mathias, Santos, SP Região 7 – Lorena UNISAL – Centro Univ. Salesiano de São Paulo Rua Dom Bosco, 284 – Centro, Lorena, SP Prova O início da prova se dará a partir das 13h do domingo (24/11), e não se admitirá ingresso após o fechamento dos portões do prédio. No dia da prova, recomenda-se chegar à escola até as 12h30min, horário em que os portões serão abertos. Na véspera (23/11), a partir das 11h, a lista com os nomes de todos os candidatos que farão prova naquele endereço estará afixada na entrada do prédio, para consulta do nome do candidato e da sala em que realizará a prova. Além de não serem admitidos retardatários, não se permitirá que o candidato realize prova em endereço diferente daquele que lhe foi designado. Para a realização do exame, será necessário levar documento original de identidade (com foto), caneta esferográfica (tinta azul ou preta), lápis nº 2 e borracha e, se desejar, água e alimentos leves. No dia da prova, o candidato não poderá utilizar ou manipular, em nenhuma área do prédio, aparelhos celulares ou qualquer outro tipo de equipamento eletrônico ou de telecomunicação. O controle do tempo de prova deverá ser feito exclusivamente por meio de relógios simples, não multifuncionais, que contenham apenas a função horária. A prova conterá 90 questões, todas de igual valor, e versará sobre o conjunto das disciplinas do núcleo comum obrigatório do Ensino Médio: Português, Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia e Inglês, com algumas questões interdisciplinares. Todas as questões serão do tipo teste de múltipla escolha, com cinco alternativas, das quais apenas uma é correta. A duração total da prova será de 5 horas. Não haverá tempo adicional para transcrição das respostas para a folha óptica. Para mais informações sobre a realização da prova, consulte o Manual do Candidato.  Relação candidatos por vaga Veja abaixo a relação de candidatos por vaga por cidade: Região Vagas Inscritos Candidato/vaga Região 1 – São Paulo 120 429 3,58 Região 2 – São Carlos 40 63 1,58 Região 3 – Ribeirão Preto 40 62 1,55 Região 4 – Piracicaba 40 65 1,63 Região 5 – Jaú 40 92 2,30 Região 6 – Santos 40 64 1,60 Região 7 – Lorena 40 71 1,78 Total 360 846 2,35

A Proclamação da República será tema de debate da UNIVESP TV neste feriado

As comemorações dos 124 anos da Proclamação da República Brasileira contarão com a exibição de um debate especial sobre o tema na UNIVESP TV. O programa, que vai ao ar às 9h da sexta-feira (15/11), contará com a participação de Marcos Napolitano, professor de História do Brasil Independente na Universidade de São Paulo (USP), e Ângela Maria Alonso, docente do Departamento de Sociologia da USP. Os convidados discutirão a ideia da República, a crise da Monarquia Brasileira e a Proclamação.   Debate sobre a Proclamação da República UNIVESP TV 15/11 (sexta-feira), às 9h.

O impacto do envelhecimento da população do Estado de São Paulo nas políticas públicas

O Estado de São Paulo está passando, assim como o Brasil, por uma enorme transformação populacional. “A população está crescendo cada vez mais lentamente, o que quer dizer que teremos cada vez menos crianças e a população vai envelhecer cada vez mais. E isso tem enormes impactos para as políticas públicas”, alerta Haroldo da Gama Torres, diretor de planejamento e disseminação da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).  O economista explicou o boletim nº6 da Fundação Seade “O impacto da agenda demográfica nas políticas de educação, emprego e saúde no Estado de São Paulo” ao jornalista Fabio Eitelberg, no programa Primeira Análise, da UNIVESP TV. O estudo contemplou projeções comparativas de dados populacionais de 2030 e 2050, relacionando-os com a situação atual. Torres frisa que o envelhecimento da população do Estado, que terá quase três vezes mais idosos, trará impactos para a previdência social e encarecerá, e muito, o Sistema Único de Saúde (SUS). Em relação ao mercado de trabalho, o especialista alerta para a necessidade do aumento da produtividade para a manutenção do crescimento econômico. De acordo com o especialista, a população economicamente ativa do Estado tende a parar de crescer no curto prazo. Na década de 1990, eram cerca de 200 mil novas pessoas no mercado de trabalho por ano; atualmente, a média é de 75 mil novas pessoas no mercado a cada ano. Quanto à educação, vislumbra-se uma oportunidade: com menos jovens e, consequentemente, um número menor de alunos para atender na educação básica, os recursos disponíveis por aluno serão mais generosos. Veja a entrevista na íntegra:

A função social da arqueologia

O patrimônio paulista, amplo e diversificado, conta uma história que poucos conhecem. E uma das formas de aproximar a sociedade desse patrimônio, que pouco tem sido utilizado, seria a articulação da arqueologia com os museus, de acordo com a arqueóloga Camila Azevedo de Moraes Wichers. “Mais do que divulgar o que é encontrado, é importante, do ponto de vista das comunidades locais, identificar a função social dos materiais e como isso vai ser usado de modo coletivo”, defende. Para a pesquisadora, a arqueologia tem uma função social que deve ser ampliada, o que deve ocorrer a partir da integração de vestígios materiais com processos de educação e de comunicação. Os museus seriam, nesse contexto, ferramentas de aproximação da sociedade com o tema, mostrando que o desenvolvimento sustentável e a preservação podem caminhar lado a lado. A atuação na área de arqueologia tem ganhado espaço nos últimos anos. As obras de construção civil realizadas no Brasil precisam, desde 2002, de uma equipe de arqueologia para cumprir a legislação de licenciamento arqueológico. “A legislação pede pesquisa, salvaguarda de acervos, e também projetos de educação para divulgar [os achados]. A partir de então, tivemos um boom de pesquisas arqueológicas”, conta Wichers. São Paulo é responsável por 25% das pesquisas desse tipo no país. “O estado tem tradição de pesquisas de sambaquis (depósitos de conchas), sítios líticos (com pedras lascadas), aldeias e sítios arqueológicos e históricos, localizados principalmente no litoral e nos vales do Ribeira e do Paranapanema”, conta. De acordo com a pesquisadora, entre 2003 e 2012, foram quase 800 pesquisas no estado de São Paulo. A tese de doutorado de Camila Wichers “Patrimônio Arqueológico Paulista: Proposições e Provocações Museológicas”, defendida no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP), foi tema do programa Fala, Doutor, da UNIVESP TV. Veja a seguir a entrevista na íntegra:  

A vida secreta das plantas

A série “A vida secreta das plantas” já pode ser assistida no canal da UNIVESP TV no YouTube. São seis vídeos que demonstram que, entre todos os seres vivos, as plantas são os mais bem-sucedidos do planeta, uma vez que estão presentes em toda a Terra, vivem mais tempo, são maiores e têm a capacidade de sobreviver nos ambientes mais adversos. A produção envolveu três anos de viagens pelo mundo e utilizou, na época, as mais modernas técnicas disponíveis em animação computadorizada, fotografia e filmagem em câmera lenta. O objetivo foi mostrar as diferentes maneiras utilizadas pelas plantas na luta pela sobrevivência. O conteúdo foi exibido pela primeira vez em 1995 pela BBC (British Broadcasting Corporation – a maior emissora pública de rádio e TV do Reino Unido), tendo sido assistido por milhões de pessoas em mais de 50 países. Para ter acesso aos vídeos, clique aqui.

Governo de São Paulo lança site internacional

O governo de São Paulo lançou, na quarta-feira, 30 de outubro, um novo site internacional que pode ser acessado nos endereços www.saopauloglobal.sp.gov.br e www.saopauloglobal.com. Disponível em cinco idiomas (português, alemão, inglês, francês e espanhol), a nova ferramenta apresenta o estado em oito setores: negócios, infraestrutura, agronegócios, indústria, meio ambiente, educação e inovação, turismo e cultura e Copa do Mundo 2014.  A UNIVESP é apresentada no setor de educação e inovação, no contexto do “ensino de ponta”, “com o objetivo de fazer uso intensivo de tecnologias de informação e comunicação para oferecer maior acesso ao ensino superior público de qualidade”. De acordo com o vídeo de abertura, apresentado pelo governador Geraldo Alckmin, o site tem como finalidade apresentar ao mundo a pujança econômica e industrial, diversidade e multiculturalismo do estado de São Paulo, além de criar mais uma ferramenta a serviço da população para o acesso à informação.  “Logo em 2011 diagnosticamos a dificuldade de quem está no exterior em encontrar informações atualizadas e em vários idiomas sobre São Paulo. Decidimos, por isso, produzir um site – inovador, arrojado, criativo – para apresentar o estado de São Paulo ao mundo,” afirmou Rodrigo Tavares, Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Governo de SP. A segunda fase do site, a ser lançada até ao final do ano, incluirá, além de novos idiomas, serviços e roteiros para estrangeiros interessados em investir, imigrar, fazer turismo ou estudar em São Paulo.   Com informações da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Estado de São Paulo

A narrativa fantástica de Jorge Luis Borges

“A obra de [Jorge Luis] Borges (1899-1986) é chave para se pensar a literatura do século XX. Ela permeia todo o período e apresenta repercussões e ecos até hoje”, analisa Ana Cecília Arias Olmos, professora de literatura hispano-americana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH–USP), em entrevista ao programa Literatura Fundamental, da UNIVESP TV. De acordo com a pesquisadora, uma das ideias fundamentais da ficção de Borges é sustentar que, por trás da escrita, está sempre a leitura. “O ponto chave da obra de Borges é que o livro é um mundo e que o mundo é um livro, desestabilizando a ideia de realidade”, aponta. Uma das estratégias narrativas de Borges, segundo Olmos, é apagar os limites entre o que é verdadeiro e o que é imaginário, de forma que o leitor nunca saiba o que é invenção e o que faz referência a algo real. A pesquisadora analisa a obra Ficções (1944), uma coletânea de contos considerada uma das obras-primas da literatura do século XX, construída a partir de uma narrativa que utiliza transgressões e reinvenções. “Esse aspecto foi muito produtivo para a literatura e importante para a filosofia, pois embasa os pensamentos filosóficos de franceses como [Michel] Foucault, [Maurice] Blanchot e [Gilles] Deleuze, que se utilizam da produção de Borges”, afirmou. Segundo Olmos, o título da obra indica que o seu conteúdo não é uma reprodução fiel do mundo. O prazer da leitura, portanto, viria da forma estética, ou seja, da maneira como o relato é feito. “A ficção não é sinônimo de mentira. É um relato autêntico, mas que não nos propõe uma verdade que possa ser comprovada fora da obra; e sim uma verdade que somente funciona dentro da lógica do texto”, argumenta. Borges lançou seu primeiro livro, de poesia, aos 22 anos. Na entrevista, a pesquisadora relatou ainda aspectos biográficos do autor e as consequências para sua obra, como o fato de Borges não ter frequentado a escola e ter sido alfabetizado em dois idiomas (inglês e espanhol), com influências de duas tradições literárias. A trajetória do autor também conta com a atuação em revistas de vanguarda e as formas em lidar com a cegueira, que herdou do pai. Veja a entrevista na íntegra: Literatura FundamentalO objetivo do programa é discutir os principais livros da literatura mundial em entrevistas com pesquisadores de destaque que contribuam para ampliar o conhecimento dos telespectadores. Outros vídeos do programa estão disponíveis aqui.

Primeira turma do curso de Pedagogia cola grau

No dia 24 de outubro, quinta-feira, foi realizada a colação de grau da primeira turma do curso de licenciatura em Pedagogia UNIVESP/Unesp. A cerimônia foi realizada no anfiteatro do Instituto de Biociências (IB) da Unesp, campus de Botucatu, unidade em que foram ministradas as aulas presenciais da turma. Na oportunidade, colaram grau 27 pessoas. Integraram a mesa da solenidade a diretora e o vice-diretor do IB, Maria Dalva Cesario e Wilson de Mello Júnior; o vice-prefeito de Botucatu, Antonio Luiz Caldas Júnior; o coordenador do curso no polo de Botucatu, Gilberto de Azevedo Borges; o coordenador pedagógico do curso de Pedagogia, Edson do Carmo Inforsato; e o vice-diretor da Faculdade de Medicina de Botucatu, José Carlos Peraçoli. A oradora da turma foi a concluinte Gecilene Marques de Andrade Masquetto, e o patrono foi o professor Gilberto de Azevedo Borges. O juramento foi realizado pela formanda Ana Luiza Castanheira. CursoO curso de Licenciatura em Pedagogia Univesp/Unesp visa à formação de professores em exercício no estado de São Paulo para a educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental e gestão de unidades escolares. Com duração de três anos e meio, foram oferecidas, na primeira turma, 1.350 vagas em 21 cidades do estado.  O curso foi realizado com 60% de atividades a distância, desenvolvidas por meio de uma plataforma virtual de aprendizagem, e 40% dos conteúdos ministrados de forma presencial.     Com informações da Unesp

O futuro do livro

O livro impresso não vai desaparecer, tampouco o formato digital vai se tornar exclusivo no mercado. Esta é a opinião de Robert Darnton, diretor da biblioteca da Universidade de Harvard (EUA), revelada em entrevista à UNIVESP TV. No vídeo, o historiador fala sobre o futuro do livro num mundo que observa a massificação da internet e a popularização dos leitores eletrônicos. De acordo com Darnton, apesar de mais livros impressos serem produzidos a cada ano, o presente e o futuro já são digitais. “O perigo é simplificar demais. Meu argumento é que analógico e digital se reforçam mutuamente, são complementares”, afirmou. “Acho que estamos chegando a um momento da história em que o processo de comunicação vai se acelerar e se tornar mais diversificado – envolvendo som e imagem -, será mais democrático e alcançará mais pessoas”, argumentou. Darnton fala também do papel que as bibliotecas devem assumir num futuro próximo e sobre a Digital Public Library of America, iniciativa que reúne mais de cinco milhões de itens de bibliotecas, arquivos e museus. “Estamos criando uma biblioteca para todos, especialmente para um público que não tem acesso”, disse. Assista ao vídeo abaixo:

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