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Centro Paula Souza lança curso online sobre programação de Arduíno

Fonte: Centro Paula Souza Que tal aprender de forma rápida e simples a criar uma programação capaz de acender luzes automaticamente, acionar motores, disparar alarmes e até mesmo tocar um piano a distância? O Centro Paula Souza (CPS) acaba de lançar o curso livre online gratuito de Arduíno. Com duração de 30 horas, divididas em quatro módulos, o curso conta com videoaulas que apresentam o passo a passo para a realização de experimentos com o dispositivo, abordando desde os componentes do hardware e sua linguagem de programação, até como fazer a aplicação e o projeto final. O interessado pode se inscrever e estudar a qualquer momento, sem necessidade de processo seletivo. Basta acessar o site mooc.cps.sp.gov.br em um computador conectado à internet e se cadastrar com login e senha. Ao final do curso, é feita uma avaliação online para emissão de certificado. Objetos inteligentes O Arduíno é uma plataforma de prototipagem eletrônica de baixo custo e hardware livre composto por uma placa única. Por ser barato, eficiente e fácil de programar, é muito utilizado por estudantes e entusiastas de tecnologia interessados em criar um ambiente de interação entre diversos tipos de objetos. É possível usar o Arduíno, por exemplo, para automatizar eletrodomésticos ou o sistema de irrigação de um jardim, controlar robôs, criar brinquedos e novos equipamentos. Para funcionar, basta conectar o dispositivo ao computador por meio de um cabo USB e configurar sua própria programação, que pode ser combinada a outros acessórios, como displays, leds e sensores. Cursos livres online Este é o décimo curso livre lançado pelo Centro Paula Souza na modalidade Mooc (Massive Open Online Course – sigla em inglês para Curso Online Aberto e Massivo). As outras nove formações são Autocad, Canvas, Felicidade, Gestão de Conflitos, Gestão de Pessoas, Gestão do Tempo, Mediação em EaD, Mercado de Trabalho e Vendas. Os conteúdos são dinâmicos, com várias leituras, reflexões, vídeos, jogos, avaliações e exercícios. Lançada em 2015, a plataforma Mooc do CPS já soma cerca de 150 mil inscritos. Além dos cursos livres, o CPS oferece outras modalidades de Educação a Distância em diferentes níveis. Conheça as opções: Cursos técnicos – modalidade aberta São três cursos com duração de três semestres: Administração, Comércio e Secretariado. As aulas são transmitidas pela web e podem ser acessadas via smart TV, computador, celular ou tablet. O estudante é responsável pelo seu próprio aprendizado, de forma autoinstrucional, organizando seu cronograma de estudos. Somente os exames para aprovação de módulo são presenciais e ocorrem semestralmente. Ao final do curso, o aluno aprovado recebe diploma de técnico. Os livros e os vídeos estão disponíveis na internet. Cursos técnicos semipresenciais e online O Centro Paula Souza conta ainda com os cursos de Administração, Comércio, Eletrônica, Guia de Turismo, Secretariado e Sistemas de Energia Renovável nas modalidades online ou semipresencial. O ingresso nessas opções se dá por meio do Vestibulinho. EJA online Outra iniciativa do CPS é o Ensino Médio EJA online. A formação é voltada a pessoas maiores de 18 anos que pretendem ingressar em um curso técnico ou no Ensino Superior mas ainda precisam obter a certificação de nível médio. A versão completa do supletivo online tem duração de três semestres. Apenas os exames para aprovação de módulo são presenciais. Confira

Professor Rodolfo Jardim de Azevedo assume presidência da Univesp

O Professor Doutor na área de Ciência da Computação, Rodolfo Jardim Azevedo e ex-diretor do Instituto de Computação da Unicamp, foi nomeado hoje, (24/01), pelo governador em exercício, Rodrigo Garcia, para comandar a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). Ele substitui Fernanda Gouveia que deixou a instituição no início do mês.  Nascido na cidade de Miracema, no interior do Rio de Janeiro, Azevedo, possui graduação em Engenharia de Computação pela Universidade Federal do Espírito Santo (1998), doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e pós-doutorado na Universidade de Washington – EUA. Possui bolsa de Produtividade em Pesquisa do CNPq nível 2. É Professor associado da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, orientando alunos do mestrado e doutorado em Ciência da Computação, nas áreas de Arquitetura de Computadores e Uso de Tecnologia na Educação. Foi diretor do Instituto de Computação da Unicamp, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação do Instituto de Computação de 2007-2009. Atuou como membro do Conselho Universitário da Unicamp entre 2013 e 2017. Foi coordenador adjunto para o mestrado profissional da área de Ciência da Computação da CAPES, entre 2011-2013. Publicou diversos artigos, tendo recebido quatro prêmios de melhor artigo em conferências (SBAC-PAD 2004, SBAC-PAD 2008 e WSCAD-SSC 2012, SBAC-PAD 2018). Recebeu o Prêmio de Reconhecimento Docente pela Dedicação ao Ensino de Graduação e o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz, em 2012. Atualmente também é membro do Conselho da Sociedade Brasileira de Computação. De acordo com o professor, sua missão na Univesp é oferecer nível superior de qualidade com as parcerias de outras instituições paulistas como USP, Unesp, Unicamp e Centro Paula Souza. “A universidade não apenas forma o aluno, ela transforma a vida das pessoas. Vamos trabalhar com novas tecnologias e ações que aprimorem ainda mais o método de ensino-aprendizagem oferecido aos mais de 40 mil alunos e, dessa forma, contribuir para o desenvolvimento do Estado de São Paulo”, ressaltou Azevedo.

Universidades de SP integrarão consórcio sobre inteligência artificial

Fonte: Governo do Estado de SP Está prevista para fevereiro de 2019 a inauguração oficial do Instituto Avançado de Inteligência Artificial (AI²), considerado uma ponte entre universidades e empresas para o desenvolvimento de pesquisas em parceria. Trata-se de um consórcio de pesquisadores de algumas das maiores instituições de ensino do Brasil, todas localizadas no Estado de São Paulo, que oferecerão a experiência para projetos de interesse acadêmico e comercial. A expectativa é de que a organização, que não terá sede própria, promova iniciativas voltadas a diversas aplicações, ligadas ao caráter multidisciplinar desse ramo da ciência da computação. A ação busca promover colaborações para que o AI² desenvolva atividades relevantes de pesquisa, desenvolvimento e inovação. “A inteligência artificial simula a inteligência humana ao usar conhecimentos da informática, biologia, engenharias, estatística, filosofia, física, linguística, matemática, medicina e psicologia, entre outras”, explica o cientista da computação André Carlos Ponce de Leon Carvalho. O acadêmico é vice-diretor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), coordenador do Núcleo de Pesquisa em Aprendizado de Máquina em Análise de Dados, ambos da Universidade de São Paulo (USP), e um dos integrantes do futuro instituto. “Temos o intuito de estabelecer parcerias no mundo inteiro para a realização de projetos de grande impacto socioeconômico”, ressalta o físico Sérgio Novaes, do Núcleo de Computação Científica da Universidade Estadual Paulista (NCC-Unesp) e organizador do grupo. Segundo o pesquisador, o instituto não pretende se limitar aos acadêmicos do Estado. Ainda de acordo com o físico, o suporte financeiro do instituto virá dos parceiros do setor privado. “O investimento será usado no recrutamento de recursos humanos, organização de eventos e aquisição de software e hardware”, acrescenta. Fapesp Vale destacar que o apoio de agências de fomento como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) é determinante para a evolução do setor, principalmente por meio de programas como o Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe). Além desse tipo de apoio, em 2019, a Fapesp financiará dez minicursos, com seis a oito horas cada um, com acadêmicos estrangeiros e brasileiros no Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, sobre aprendizado de máquina, aprendizagem estatística, sistemas de bancos de dados e computação de alto desempenho, além de aplicações com impacto social. É importante frisar, ainda, que os cursos ocorrerão dentro da modalidade Escola São Paulo de Ciência Avançada. (Imagem Revista Fapesp)

Univesp abre novo edital para credenciamento de banco de docentes da USP, Unesp e Unicamp

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) abre novo edital nesta terça-feira (14/01) para credenciamento bancos de docentes da instituição. A iniciativa integra ações dos termos de convênios assinados com a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e Universidade de Campinas (Unicamp), no final de 2017 e 2018, voltados à expansão do ensino superior à distância. O edital de credenciamento para banco de docentes visa aperfeiçoar o corpo de professores da Univesp, com comprovada experiência profissional e titulação acadêmica para prestação de serviços na modalidade a distância, dos cursos oferecidos pela instituição. O credenciamento terá início no dia 14/01, com encerramento às 23h do dia 20/01, e será efetuado pelo endereço eletrônico  http://autores.univesp.br Entre os serviços ofertados, estão o de autoria (elaboração de roteiros de aprendizagem; videoaulas; elaboração de questões e atividades avaliativas que compõem a matriz curricular da Univesp), de acompanhamento de oferta de disciplinas, validação de material e de acessibilidade. Mais informações Fone: (11) 3188–6700E-mail: atendimento@univesp.br

Site desenvolvido por alunos do polo de Bariri auxilia no gerenciamento de resíduos do município

Com a missão de “Salvaguardar o Meio Ambiente”, os alunos do grupo 5N4, de Engenharia de Produção, do polo de Bariri, Danielle Ribeiro de Almeida, Everton Aparecido Bueno, Gilberto Mantovani, Márcio Adriano Michelassi, Marcio Augusto Monari Junior, Sheila Liana Cunha e Sidney Takashi Sakurai, desenvolveram a plataforma Web Zansa, que auxilia o gerenciamento de resíduos no município. A ferramenta, idealizada com a supervisão de Cintia  Blaskovsky Portilho Gomes e tutoria de Ursula Mengui, foi desenhada para estabelecer uma conexão entre ofertas e demandas de resíduos industriais de empresas da cidade. De acordo com o estudante Marcio Monari, o portal é a solução, baseada no conceito de “Economia Circular”, para que os resíduos de algumas indústrias sejam reaproveitados por outras companhias, impedindo o descarte direto no meio ambiente. O trabalho foi organizado em quatro etapas. Após pesquisa, os desenvolvedores concluíram que a empresa Camisetas Kezo, especializada em uniformes e roupas para uso profissional, seria um potencial ofertante de retalho de tecidos à Frisokar Equipamentos Plásticos S.A., fabricante de componentes para cadeiras e assentos corporativos e à Imperial Automotivo, voltada à manutenção preventiva veicular.   Segundo Monari, o site foi a solução tecnológica encontrada pelo grupo para que haja uma ligação e comunicação entre empresas. “Por meio do portal Zansa, foi possível realizar o fluxo de retalhos de tecido das Camiseta Kezo para as outras duas. O portal se mostrou eficaz para um município de pequeno porte como Bariri, imagina a potencialidade dessa ferramenta quando for aplicada em uma escala maior”, disse. Conheça o portal Zansa: http://projetointegradorbariri5n4.acessabrasil.com.br/

Alunos de Pacaembu desenvolvem projeto que evita inundações e contribui para a geração de renda

Os estudantes de Engenharia de Computação do Polo da Univesp de Pacaembu, no interior paulista, Fernando Kazumi Ozaki, Alexandre Francisco Soriano da Silva, Luan Rossato Felipe, com a orientação e tutoria da mediadora, Maria Cristina Macedo de Matos, desenvolveram, em 2018, o “Projeto Integrado de Captação de Água e Limpeza do Sistema de Drenagem Pluviométrico”. A iniciativa tem como objetivo evitar inundações decorrentes de precipitações pluviais no centro da cidade, com a geração da conscientização ambiental, social, cultural, economia e renda. O projeto foi baseado no modelo de Design Thinking (métodos e processos para solução de problemas), com a complementação da metodologia PPBL – Aprendizagem Baseada em Problemas e por Projetos; e Movimento Maker (movimento criador). Segundo os idealizadores, a ideia central é a conscientização da população sobre o uso adequado dos recursos hídricos, exemplificar que é possível economizar sem racionar e alertar quanto ao esgotamento de recursos naturais, como consequência da exploração desenfreada e sem consciência. O trabalho foi divido em quatro etapas. A primeira foi a idealização de um sistema de cisterna inteligente e autônomo (não requer a interferência do usuário para a sua operação). De acordo com a orientadora, o método consegue identificar se existe precipitação, e quando existir, abastecer uma cisterna e descartar a água responsável pela limpeza, além de gerenciar o nível de água para armazenamento e descartar o líquido excedente. Outra proposta é a de gerenciar o nível de uma caixa de água não potável no interior de uma residência e abastecê-la quando necessário, dessa forma permitir o abastecimento de  torneiras e outros locais. A meta é de tornar cada residência próxima ao centro, um local de armazenamento, com a medida menos água seria drenada pelo sistema de drenagem público evitando seu colapso, o que ocasiona inundações. O sistema também contribuiria com a geração de economia, já que o cidadão poderia utilizar água não potável, para vasos sanitários, lavagem do quintal, de automóveis, além da irrigação de jardins. Os moradores teriam ainda, a possibilidade de vender a água de reuso para a prefeitura ou empresas conveniadas, gerando créditos que poderiam ser abatidos no IPTU e, em contrapartida, a Prefeitura evitaria o gasto com novos piscinões, ou com o aumento do sistema de drenagem pluvial pública o que geraria alto custo e transtorno a toda população.

Alunas de Pedagogia do polo de Poá dizem não ao bullying

O grupo 2N.1, da turma de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), do polo de Poá, realizou o Projeto Integrador, do segundo semestre de 2018, com o tema “Bullying no Ambiente Escolar”. A proposta, elaborada pelas alunas Adriana de Oliveira, Ana Paula Alves de Souza, Cintia Aquino Silva, Claudia Lima dos Santos, Ilza Honorato da Silva, Maiara Jesus dos Santos e Miriam dos Santos Lima, com tutoria de Wilma de Camargo, foi direcionada a estudantes do 1° e 2° ano do ensino fundamental, da EMEB Antonieta Maria Fonseca. A ideia surgiu após questionário aplicado pelo grupo na escola, em que funcionários apontaram brincadeiras inadequadas e desrespeito entre as crianças. “Após diversas reuniões, concluímos que a maneira mais eficaz de alcançar os alunos seria por meio da gravação de um teatro de fantoches, chamado “Diga Não ao Bullying”. Construímos os personagens e uma canção que fala sobre diferenças”, explicou a estudante de Pedagogia, Adriana de Oliveira. De acordo com Adriana, as crianças se reconheceram na história apresentada e entenderam que estavam erradas em suas atitudes. “Essa experiência nos aproximou do convívio dos alunos, possibilitando a compreensão de um tema tão delicado que está no cotidiano dos estudantes e que passa despercebido como simples brincadeiras”, afirmou. O grupo ainda confeccionou o painel “Mural Cultural” para ser utilizado com colagens das atividades realizadas sobre o tema. O vídeo com teatro de fantoches está à disposição para ser utilizado em outras escolas: https://www.youtube.com/watch?v=QG1sdDAvlI4

Preservação do Meio Ambiente é tema de Projeto Integrador de Campo Limpo Paulista

As alunas do curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), Edilene Sutti, Luciana de Oliveira, Luzinete de Brito, Maria Amelia Carrenho, Silvana Pedrosa, Simone Cervantes e Viviane Oliveira, do polo de Campo Limpo Paulista, apresentaram nesse semestre o “Jardim Educativo”, como Projeto Integrador. A ação foi aplicada a estudantes do 2º e 3º ano do ensino fundamental do Serviço Social da Indústria (SESI) do município e teve como objetivo desenvolver a conscientização sobre a importância do meio ambiente, por meio da criação de um jardim ecológico, feito com pneus descartados. O local escolhido para a implantação do projeto estava em desuso e ainda oferecia perigo aos alunos. “O projeto foi feito em parceria com o Eixo Integrador do SESI, que realizou um estudo de campo e observou a necessidade de construir algo em um local com risco de queda para os educandos. Decidimos trabalhar, então, a conscientização para um meio ambiente melhor e a construção de um futuro sustentável”, disse a aluna Viviane Oliveira. Para a elaboração do jardim, foram coletados 23 pneus velhos, em lojas e oficinas de automóveis. As alunas lavaram os pneus e retiraram substâncias ou defeitos que pudessem ser prejudiciais, como farpas de arame, graxa ou sujeiras. Após a pintura, os pneus ficaram prontos para instalação de telas, feltro e esterco para fertilizar a terra. “A ideia é que os alunos, além de fazer todo o plantio, aprendam mais sobre cada planta ou flor escolhida, sua origem e a importância da preservação”, explicou Viviane. A metodologia aplicada para a execução do projeto incluiu o estudo de partes e funções das plantas, atividades dinâmicas, apresentação de vídeo sobre o girassol e sobre a vida de Van Gogh, preparo da terra, plantio de mudas e distribuição de sementes de girassol. Os pais dos alunos puderam conhecer o projeto e participar de atividades com seus filhos. “As famílias mostraram habilidade e conhecimento das partes das plantas com os olhos vedados, para fazer a mesma experiência da aula, e o resultado foi surpreendente. Também participaram de pinturas e releituras de Vang Gogh”, concluiu Viviane.

Univesp realiza seminário “Desafios e Perspectivas para Educação a Distância no Brasil”

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) promoveu nesta quarta-feira (19/12), o seminário “Desafios e Perspectivas para Educação a Distância no Brasil”, no Hotel Holiday Inn- Anhembi, zona norte da capital paulista. O encontro reuniu colaboradores da instituição, mediadores, supervisores e tutores para apresentar e debater inovações em educação a distância, por meio de recursos, linguagens e tecnologia. A diretora acadêmica da universidade, Patrícia Laczynski, abriu o Seminário falando sobre a importância da integração de toda a equipe e das conquistas realizadas pela Univesp nesse ano. “Esse encontro é uma grande oportunidade para aprofundarmos o debate sobre EaD, sempre com foco na qualidade de ensino. O ano de 2018 foi desafiador para nós, mas tivemos resultados positivos, com muitas realizações”, disse Patrícia. Com a palestra o “Futuro da EaD”, a coordenadora da Tutoria dos Cursos de Graduação a Distância da FGV e assessora para Tecnologia de Aprendizagem da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Lucì Fèrraz, destacou o impacto do uso de tecnologias na área da educação: “Não é tão trivial falarmos sobre a importância da tecnologia na sociedade. Ela mudou a forma como as pessoas se relacionam, como pensam, não podia ser diferente na área da educação. Países como a Nova Zelândia, por exemplo, tem um plano para que, até 2025, os alunos do ensino básico e superior estejam fluentes digitalmente. Essa é a tendência”, afirmou Lucí. Para a especialista em EaD, o uso de tecnologias será mais eficaz com o emprego correto da comunicação. “Nós temos que unir as tecnologias com relações, com afetividade. Os profissionais da educação que desenvolverem mais diálogo e proximidade com os alunos, que forem mais acessíveis, terão maior envolvimento com a turma. Costumo dizer que, na área da educação, a tecnologia é um meio, não um fim”, explicou a especialista. De acordo com a supervisora de Engenharia de Produção, Cintia Blaskovsky Portilho Gomes, seminários como esse são muito importantes para a integrar a equipe, além da apresentação de palestras enriquecedoras voltadas à EaD. “Hoje, a professora Lucí trouxe uma contribuição essencial, a comunicação. A capacitação constante é fundamental para trabalharmos os desafios e perspectivas com os nossos alunos. Temos que estar sempre por dentro das inovações”, ressaltou. A presidente da Univesp, Fernanda Gouveia, encerrou o Seminário com uma apresentação de balanço institucional. Na ocasião, foram abordadas as principais iniciativas de 2018 e as perspectivas para 2019.  “Neste ano, tivemos um grande desafio, dar continuidade à expansão da universidade. Criamos novas ferramentas administrativas e pedagógicas que auxiliam todos os eixos da universidade. Iniciamos a implantação do #SOU, além do novo modelo pedagógico e o projeto de acessibilidade. A criação da quarta universidade pública e seu processo de ampliação têm garantido a democratização da educação superior de quali­dade e gratuita para milhares de alunos. A educação transforma e a Uni­vesp, com um perfil cada vez mais inclusivo e social, contribui para o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda no Estado de São Paulo”, concluiu.

Alunos de Matemática da Univesp apresentam o Google Classroom em Projeto Integrador de Porto Feliz

Os alunos Carlos Augusto Pirão, Hamilton Gonçalves Dias, Marcos de Moraes, Rafael Lucas Franhani, Suzana Carmela Aparecida e Tiago Silva dos Santos, do 4º bimestre de Matemática, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), do polo de Porto Feliz, apresentaram o Projeto Integrador desse semestre baseados na ferramenta de tecnologia Google Classroom. O projeto “O uso de Tecnologia no Ensino Fundamental II: propostas didáticas considerando a aprendizagem do conteúdo de Probabilidade e Estatística” é direcionado a estudantes do 9º ano da EMEF Profa. Vilma Fernandes Antônio, e tem como objetivo simplificar a aprendizagem e aproximar os alunos de sua professora de Matemática, Vanessa de Morais Santos. Formada em Pedagogia, licenciatura em Matemática e pós-graduada em Alfabetização e Letramento PEB-I, a professora relatou ao grupo que a turma do ensino fundamental ficou um semestre inteiro sem professor de Matemática no ano passado, o que prejudica o entendimento da matéria. Além disso, a falta de participação e acompanhamento dos pais na vida escolar dos filhos também não favorece a compreensão do conteúdo aplicado.   “Identificamos nos alunos uma grande dificuldade de concentração e entendimento da matéria. Mesmo que a professora tenha domínio e conhecimento do tema, os estudantes mostram-se dispersos. Pesquisamos sobre o uso de tecnologia na educação e concluímos que essa ferramenta do Google poderia tornar o aprendizado mais atraente”, disse Tiago Silva dos Santos. De acordo com o aluno, o Google Classroom foi escolhido por ser uma ferramenta gratuita, de fácil acesso e manuseio, e por oferecer diversos recursos interativos. “Esse aplicativo permite que o professor crie uma sala de aula virtual, com toda a matéria acessível, conteúdos extras, vídeos, questionários e chat. Para os alunos será um novo combustível, permitindo uma aprendizagem de forma diferenciada. É uma sensação incrível poder mudar a forma de conhecimento dessas pessoas”, explicou Tiago. A utilização prática do Google Classroom na turma do ensino fundamental está prevista para o início de março de 2019. Os integrantes do Projeto Integrador disponibilizaram um vídeo explicativo sobre o projeto, no link: https://www.youtube.com/watch?v=7pSPm493iBw&feature=youtu.be

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