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Univesp e Unesp assinam convênio voltado à expansão do ensino superior a distância em SP

A presidente da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), professora doutora Maria Alice Carraturi, e o reitor da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), professor doutor Sandro Roberto Valentini, assinaram nesta quarta-feira, (11/04), na sede da Unesp, na capital paulista, convênio entre as instituições, que prevê a expansão do ensino superior a distância. Entre os objetivos está a mútua colaboração para garantir as atividades acadêmicas da Univesp. Também participaram da solenidade o chefe de gabinete da Unesp, Carlos Vergani, a diretora Acadêmica da Univesp, professora doutora Cleide Nébias e a chefe de gabinete, Ana Carolina Lafemina.  A iniciativa tem como objetivo a cooperação acadêmica, a mobilidade virtual e a construção de cursos a distância. O convênio terá vigência por cinco anos. De acordo com Maria Alice a parceria garante a excelência no corpo acadêmico e aprendizado dos alunos. “A missão de expandir o ensino superior a distância no Estado fica mais significativo, quando temos parceiros como a Unesp”, ressaltou.  Segundo Valentini, a Univesp é uma grande desenvolvedora de produtos. Para Unesp essa parceria será muito importante, vamos avançar na mobilidade virtual dos nossos cursos. Por meio de convênios, podemos articular a diversificação do Ensino Superior no Estado de São Paulo.   Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância mantida pelo Governo do Estado de São Paulo e vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI). Entre seus principais parceiros destacam-se o Centro Paula Souza (CPS), USP, Unesp e Unicamp. Com o objetivo da universalização do ensino superior, em 2017, a nova gestão deu início ao plano de expansão. Hoje já são mais de 35 mil estudantes distribuídos em 243 polos do Estado, nos cursos de Engenharia de Produção, de Computação, Licenciaturas de Biologia, Química, Física, Matemática e Pedagogia e Gestão Pública. Os cursos da Univesp são realizados em ambiente virtual de aprendizagem, que garante a interação do estudante com o tutor, além de disponibilizar videoaulas, bibliotecas digitais e os conteúdos pedagógicos.  Sobre a Unesp  A Unesp, Universidade Estadual Paulista, é uma universidade pública, gratuita, que está entre as maiores e melhores do País. Está presente em 24 cidades do Estado de São Paulo com 34 faculdades e institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece 183 cursos de graduação e 149 programas de pós-graduação. Tem 57.073 alunos (37.965 na graduação, 16.023 na pós-graduação, 1.343 no ensino técnico e 854 no ensino médio), 3.755 professores e 6.449 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de 1.900 laboratórios e 30 bibliotecas, com mais de 3,2 milhões de títulos. Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela Universidade: o Colégio Técnico Industrial.

Univesp formará as primeiras turmas de Física em 2018

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) formará neste ano os primeiros alunos do curso de Física. A Licenciatura foi reconhecida pelo Conselho Estadual da Educação (CEE), em março. Os cursos de Química e Biologia também receberam o reconhecimento da instituição, comprovando a qualidade do ensino a distância oferecido pela Univesp. A licenciatura, que tem entre as disciplinas Cálculo, Mecânica dos Fluidos, Eletromagnetismo, Termodinâmica, Oscilações e Ondas, conta com dez polos de ensino distribuídos pelo Estado, além de aulas práticas. De acordo com a supervisora da Licenciatura em Física da Univesp, Tania Patricia Simões, aulas experimentais são contempladas por disciplinas específicas, chamadas – Práticas para ensino de Física. “Conforme o semestre, a matéria oferece exercícios que abrangem diferentes assuntos dentro das áreas clássicas da Física. Estas aulas são gravadas e podem ser acessadas mesmo após o término da disciplina, por meio do YouTube ou de download dos vídeos”, afirmou. Segundo a supervisora, o mercado de trabalho para o professor de Física apresenta uma grande demanda de profissionais. “Há muita escassez de professores de Física nas escolas de educação básica. Muitas vezes vemos engenheiros ou ainda matemáticos assumindo tais aulas, por falta de professores formados na área. Precisamos de professores de Física”, ressaltou. Sobre as vantagens em estudar o curso a distância, Patricia destaca a logística das aulas. “Muitos alunos moram em lugares distantes de universidades que ofereçam esse curso. Talvez, diversos estudantes não pudessem seguir o desejo, ou sonho, muitas vezes, de cursar Física, se precisassem estar presencialmente todos os dias em um local distante”, disse.

Professora Maria Alice Carraturi participa da sessão solene de posse do presidente do Crea-SP

A presidente da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), professora Maria Alice Carraturi, participou nesta quarta-feira, (04/04), da sessão solene de posse do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP), na capital paulista. O engenheiro Vinicius Marchese Marinelli foi eleito em dezembro de 2017, para o período de 2018 a 2020. A cerimônia contou com representantes do setor das engenharias e autoridades, entre elas, o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Dimas Ramalho e outras. Na ocasião, Maria Alice ressaltou a importância da formação continuada para os engenheiros e a parceria com o Conselho. “Firmamos no ano passado, um protocolo de intenções, entre a Universidade Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Crea-SP e Univesp, que visa à capacitação técnica e aprimoramento de profissionais da Engenharia. A Cooperação técnica entre as instituições garantirá a transferência de conhecimentos, voltados à inovação tecnológica e novos negócios”, explicou. Sobre Vinicius Marchese É paulista de Mogi Guaçu e mora em Mogi Mirim. Engenheiro de telecomunicações, formado pela Universidade de Taubaté (UNITAU), é pós-graduado em Tecnologia de Redes e Sistemas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especializado em gestão de negócios pela Dublin Business School (Irlanda).  Atuou em grandes empresas de telecomunicações (VIVO e Embratel) e também como empresário na área de Tecnologias em Iluminação e Construções Sustentáveis. Há 12 anos atua no sistema C Conselho Federal de Engenharia e Agronomia/CREA, tendo iniciado sua participação como membro de um grupo de trabalho no CREA-SP. Foi conselheiro do CREA-SP e diretor em dois mandatos. Foi também diretor da Federação das Associações de Engenharia, Arquitetura e Agrônomos dos Estado de São Paulo FAEASP, da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros  – FEBRAE e presidente licenciado da FEBRAE-SP. Em 2011, tornou-se diretor do CREA-SP e, em setembro de 2016, assumiu a presidência. Durante seu mandato, apresentou resultados significativos para instituição. Atualmente está licenciado da função e concorre ao cargo de presidente do CREA-SP. Sobre o Crea-SP É o maior Conselho de Fiscalização de Exercício Profissional da América Latina e provavelmente um dos maiores do mundo. O Crea-SP é responsável pela fiscalização de atividades profissionais nas áreas da Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, além das atividades dos Tecnólogos e das várias modalidades de Técnicos Industriais de nível médio. O CREA SP fiscaliza, controla , orienta e aprimora o exercício e as atividades profissionais da Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitarista, Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica, Engenharia Hídrica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Computação, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Eletrônica e Eletrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia Industrial, Engenharia de Produção, Engenharia de Operação, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Aeronáutica, Engenharia Naval, Engenharia Química, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Materiais, Engenharia Têxtil, Geologia, Engenharia de Minas, Engenharia de Geologia, Engenharia de Agrimensura, Engenharia Cartográfica, Geografia, Agronomia (ou Engenharia Agronômica), Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola, Engenharia de Pesca, Engenharia de Aquicultura, Meteorologia e Engenharia de Segurança do Trabalho, além das atividades dos Técnicos Agrícolas e Técnicos em Agropecuária e das várias modalidades de Técnicos Industriais e Tecnólogos.

Univesp participa do I Seminário Internacional e II Estadual para Redução de Riscos e Desastres (RDD)

A chefe de gabinete da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), Ana Carolina Lafemina, participou nesta quarta-feira, (04/04), do fechamento do I Seminário Internacional e do II Estadual de Educação em Redução de Riscos e Desastres. O encontro reuniu durante dois dias, (03 e 04/04), pesquisadores, profissionais do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, professores, entidades voluntárias e técnicos que atuam na área de redução de riscos e desastres, com a proposta de promover diálogo e políticas públicas de RDD nas comunidades. O evento foi promovido pela Casa Militar e Secretaria de Estado da Educação, com as parcerias da Univesp, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), e da Office Of U.S. Foreign Disaster Assistance (USAID/OFDA). De acordo com os organizadores, os encontros incentivaram a reflexão sobre a cultura de redução de riscos e desastres no território nacional, e ampliaram o debate entre especialistas e professores na discussão sobre a importância da formação continuada de educadores e técnicos na temática. “As discussões reforçam a importância dos planos locais de redução de riscos e desastres, em especial voltados às comunidades escolares. O Estado de São Paulo também tem avançado em ações voltadas à RDD, mas precisamos fomentar essa cultura em todo o país”, fala Ana Carolina.   Os encontros foram iniciados por meio de videoconferência, com transmissão ao vivo pelo site da Rede do Saber, das 9h30 às 12h, do dia 03/04. A etapa presencial ocorreu na Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores “Paulo Renato de Souza”, da Secretaria de Estado da Educação, localizada na rua João Ramalho, 1.546, Perdizes, São Paulo.  Além da chefe de gabinete da Univesp, o evento desta quarta contou com as participações do secretário de Estado da Educação, Dr. José Renato Nalini, da secretária Chefe da Casa Civil e Coordenadora da Casa Civil, coronel PM Helena dos Santos Reis, do representante da USAID/OFDA, Aderbal Vicente Lapolli, e do representante da Cemadem, Victor Marchezini.

Licenciatura em Biologia também é aprovada pelo Conselho Estadual de Educação

O curso de Biologia da Universidade Virtual de São Paulo (Univesp), conquistou o reconhecimento do Conselho Estadual de Educação (CEE), publicado no Diário Oficial do Estado, na última terça-feira, (27/03). Na mesma data, as Licenciaturas de Química e Física também foram reconhecidas. As primeiras turmas de Biologia, atualmente com 300 alunos, tiveram início em 2014 e devem concluir as aulas no meio do ano.  O biólogo estuda todas as formas de vida, macroscópica ou microscópica. Ele pesquisa a origem, evolução, estrutura e o funcionamento dos organismos. Analisa as relações entre os diversos seres e o meio ambiente. O vasto campo de estudos na graduação permite que, uma vez formado, siga caminhos diversos, conforme seu interesse. Os licenciados estarão qualificados para atuar nas áreas de pesquisa e de ensino de Ciências e Biologia, nas redes pública e privada, dos Ensinos Fundamental II e Médio.  De acordo com a supervisora do curso de Biologia da Univesp, Francynês Macedo, o mercado de trabalho para os estudantes de Licenciatura da Univesp é amplo, devido a carência de bons professores para atuar na educação básica. “Os alunos da instituição possuem acesso a aulas com professores renomados das principais universidades do país, como USP, UNICAMP e UNESP, o que é excelente para sua formação. A maioria não teria contato com esses docentes, se não fosse por meio de um curso de ensino a distância”, disse.  Para Francynês, outro aspecto importante no desenvolvimento dos universitários é o acesso aos principais livros da área de Ciências Biológicas, disponibilizados nos 10 polos de ensino do curso, além de visitas técnicas a laboratórios e Museus. “Estou muito satisfeita com o desempenho dos alunos. Certamente serão ótimos profissionais”, concluiu.

Univesp formará primeiras turmas de Química em 2018

Os alunos das primeiras turmas de Licenciatura em Química da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) concluirão os estudos em junho de 2018. Na última terça-feira, (27/03), o curso, iniciado em 2014, teve o reconhecimento do Conselho Estadual de Educação (CEE), publicado no Diário Oficial do Estado. Atualmente, são 121 alunos matriculados em 11 polos da capital e interior. Após formados, os educadores estarão aptos, com carga de disciplinas sobre didática e técnicas de ensino, para lecionarem aos alunos de Ensino Fundamental e Médio. A licenciatura tem duração de quatro anos e oferece, além de aulas no ambiente virtual, encontros presenciais nos polos ou em instituições parceiras para a utilização de laboratórios voltados a experimentos práticos. De acordo com o supervisor de Química da Univesp, Rogério Freire, além do comprometimento dos estudantes nas aulas online, os experimentos são fundamentais para a consolidação do conhecimento teórico. “Os kits oferecidos pela universidade suprem as nossas necessidades, são fáceis de manusear e não apresentam nenhum risco aos estudantes. As caixas contam com tubos de ensaio, béqueres, seringas, frascos, mexedores, conjuntos de mangueira e outros produtos”, disse. Para Freire, a formatura dos alunos é motivo de orgulho. “Todos os estudantes de Química são guerreiros e determinados, as disciplinas exigem muito. É preciso dedicação e parceria. Com o ensino a distância, os alunos acabam tornando-se mais próximos, pois estabelecem relações de apoio e troca de informações fora do ambiente virtual”, completou.

Conselho Estadual de Educação reconhece mais três cursos da Univesp

O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou nesta terça-feira, (27/03), o reconhecimento de mais três cursos da Universidade Virtual de São Paulo (Univesp), pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), as Licenciaturas de Química, Biologia e Física. Os cursos, iniciados em 2014, estão autorizados a emitir diploma aos alunos, que irão concluí-los em junho de 2018. O documento comprova a qualidade de ensino a distância da Univesp, que tem as Engenharias de Produção e Computação reconhecidas pelo CEE, além dos cursos sequenciais. A Licenciatura em Matemática está em fase de análise para aprovação e a de Pedagogia poderá ser avaliada somente a partir do segundo semestre de 2019, já que o pedido de reconhecimento só pode ser realizado com 50% do curso concluído. Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância mantida pelo Governo do Estado de São Paulo e vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI). Entre seus principais parceiros destacam-se o Centro Paula Souza (CPS), USP, Unesp e Unicamp. Com o objetivo da universalização do ensino superior, em 2017, a nova gestão deu início ao plano de expansão. Hoje, já são mais de 35 mil estudantes distribuídos em 243 polos do Estado, nos cursos de Engenharia de Produção, de Computação, Licenciaturas de Biologia, Química, Física, Matemática e Pedagogia e Gestão Pública. Os cursos da Univesp são realizados em ambiente virtual de aprendizagem moderno, que garante a interação do estudante com o tutor, além de disponibilizar videoaulas, bibliotecas digitais e os conteúdos pedagógicos.

Univesp promove palestra internacional sobre Educação Online

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) realizou nesta terça-feira (27/03) a palestra “Educação online de alta qualidade: uma ferramenta de transformação”, apresentada pela pesquisadora norte-americana e consultora em Educação, Barbara Freeman. O encontro aconteceu na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo. O evento foi direcionado a colaboradores, supervisores, professores e tutores da universidade, com o objetivo de discutir conceitos e melhorias para o ensino a distância. A presidente da Univesp, Maria Alice Carraturi, abriu a palestra citando dados da instituição e os novos projetos para 2018. “A Univesp leva educação a distância para todo o Estado de São Paulo, já são 203 municípios atendidos. Neste ano, pretendemos oferecer novas opções de cursos em parcerias com outras instituições e aperfeiçoar as nossas tecnologias”, disse. Durante a apresentação, Barbara abordou alguns mitos do ensino a distância e ressaltou a importância de conhecer o público atingido. “A educação não é somente ensinar, temos muito a aprender. É essencial saber com quem falamos, quem assiste os cursos e o que querem. Só assim iremos compreender se estamos no caminho certo para um ensino de qualidade”, afirmou. Segundo Barbara, a educação online ainda pode ser vista com uma ferramenta de transformação. “O ensino a distância tem o poder de transformar positivamente os estudantes e ampliar o seu envolvimento nas aulas”, concluiu. A tutora de Engenharia, Elisabete Cardieri, esteve presente no encontro e concordou com a apresentação de Freeman. “Já lecionei aulas presenciais e noto um envolvimento diferente dos alunos da educação a distância. Eles realmente amadurecem mais rápido e mostram um melhor aproveitamento das aulas”, ressaltou. A presidente da Univesp encerrou a palestra com um debate sobre novas ideias e projetos para a universidade. “Temos que identificar os nossos estudantes, saber como engajá-los e oferecer as melhores ferramentas para que a aprendizagem seja cada vez mais efetiva. Queremos um aluno mais autônomo e comprometido com a sociedade ao concluir o curso”, finalizou Maria Alice Carraturi. ­ Sobre Barbara Freeman Barbara é cientista em aprendizado, consultora de educação e estudante visitante da UCBerkeley Graduate School of Education, na Califórnia, Estados Unidos. Ela possui mais de 20 anos de experiência em pesquisa e desenvolvimento, gerenciamento de riscos, tecnologia da educação, desenvolvimento de habilidades, competências, inovação, avaliação e empreendedorismo. Atualmente, trabalha em projetos com o Banco Mundial e com US Advanced Distributed Learning Colab, além de prestar consultoria para agências públicas e privadas em todo o mundo. Barbara co-fundou a prática de Gestão de Riscos da KPMGConsulting no Sudeste Asiático, que expandiu para uma operação de 400 pessoas.

Univesp oferece conteúdos livres, gratuitos e on-line aos cidadãos

Fonte: Governo do Estado de São Paulo O Estado de São Paulo oferece uma oportunidade única para quem deseja dar continuidade aos estudos em uma universidade gratuita e com qualidade certificada. A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), possui cursos gratuitos com o mesmo padrão de excelência da USP, Unicamp e Unesp, já que contam com professores dessas Instituições e também do Centro Paula Souza. A diferença é que, na Univesp, o aluno faz o curso à distância: estuda pela Internet e só vai ao polo de ensino fazer provas e trabalhos. O diploma é igual ao da faculdade presencial. São 243 polos no Estado, em 203 municípios, com 35 mil alunos matriculados. “Em parceria com as prefeituras, o governo de São Paulo está levando a universidade pública para todas as regiões, especialmente para as cidades menores, longe dos centros que já tem muitas faculdades e universidades. É ensino superior com inclusão: dos 18.560 alunos que já estudam na Univesp, 85% vieram da escola pública”, comentou Geraldo Alckmin no programa “Conversa com o Governador”, no ano passado, sobre o vestibular da Univesp. Os polos são espaços físicos nos municípios. Eles oferecem a infraestrutura necessária (computadores, impressoras e acesso à Internet) para o estudante participar das atividades da universidade como provas, discussões em grupo e dos trabalhos orientados por tutores. Nesses locais, também é possível solicitar serviços de secretaria acadêmica, assim como tirar suas dúvidas sobre o AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), plataforma digital utilizada pelos estudantes para desenvolver as atividades acadêmicas, que incluem as vídeo-aulas e o acesso ao material didático, bibliografia e sistema para sanar dúvidas com os tutores. Sobre a Univesp Criada em 2012, a Univesp é uma fundação mantida pelo Governo do Estado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, e credenciada pelo Conselho Estadual de Educação e Ministério da Educação e Cultura (MEC). A Univesp é considerada a quarta universidade estadual paulista e mantém parcerias com a USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza para o desenvolvimento do conteúdo e coordenação dos cursos.

Univesp: ensino a distância, gratuito, de qualidade e em expansão

Fonte: Governo do Estado de São Paulo  Com cerca de 35 mil alunos e uma proposta inovadora na educação, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) se destaca pela expansão observada nos últimos anos. Criada em 2012, a instituição ampliou de 45 para 243 o número de polos de ensino, que oferecem cursos gratuitos de graduação em cinco licenciaturas, dois bacharelados e um curso superior de tecnologia – em parceria com o Centro Paula Souza. De acordo com a presidente da Univesp, Maria Alice Carraturi Pereira, um dos objetivos da atual gestão é aumentar a atuação da universidade no território brasileiro. “Nos próximos anos, pretendemos atender alunos de fora de São Paulo, além de firmar novos acordos internacionais. Essas questões chamam a nossa atenção”, destaca. Mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, a instituição é credenciada pelo Conselho Estadual de Educação e pelo MEC, tendo os cursos reconhecidos pelo Conselho Estadual de Educação. O curso é realizado na modalidade Ensino a Distância (EAD), porém há eventos e provas bimestrais no polo presencial onde o aluno efetuou a matrícula. Inclusão O Vestibular para o 1º semestre de 2018 ofereceu 20.350 vagas, o que reforça o caráter inclusivo da Univesp e do EAD como recursos importantes de transformação da sociedade pela agilidade para atender as novas demandas do ambiente universitário. “O maior desafio é conduzir um modelo inédito no Brasil, um projeto diferente do que se conhece como universidade”, ressalta a diretora acadêmica da Univesp, Cleide Nébias. “Para a instituição, nossa maior vantagem é ser um desafio de inovação. Em relação ao aluno, a oferta de cursos é democrática, pois possibilita flexibilidade e autonomia. Passamos por uma expansão geográfica extraordinária, com ensino gratuito e quadro docente altamente qualificado”, acrescenta. Grande parte do curso ocorre em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Trata-se de uma plataforma on-line na qual os estudantes desenvolvem atividades acadêmicas, que incluem assistir a videoaulas, acessar material didático e bibliografia das disciplinas e tirar dúvidas do conteúdo com tutores. Os polos são espaços físicos que possuem computadores, impressoras e acesso à internet, além de promover atividades como provas, discussões em grupo e trabalhos orientados por tutores. Nas unidades, os alunos também podem solicitar serviços de secretaria acadêmica, assim como tirar suas dúvidas sobre o AVA. Qualidade Para o vice-governador do Estado e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Márcio França, a expansão da instituição representa a oportunidade para os jovens cursarem graduações no padrão das melhores universidades brasileiras. “Não importa se moram longe ou perto dos grandes centros, os polos garantem educação a distância de qualidade. A expansão é um passo para a universalização do Ensino Superior”, explica o vice-governador. Estudante do curso de Engenharia da Computação, Allan Amaral Tori é um dos exemplos de como o modelo de EAD pode ser atrativo aos graduandos. Após se formar em Desenho Industrial pela Unesp de Bauru e em Tecnologia em Jogos Digitais pelo Senac, ele ingressou na Univesp em 2016 e demonstra satisfação com as atividades. “Claramente, é uma experiência diferente. Destaco a qualidade das aulas, que ficam bem estruturadas. Faço o meu horário e organizo minha rotina”, afirma. “Além disso, tenho contato com os colegas por meio dos fóruns e acesso o material complementar na biblioteca virtual. Inclusive, indiquei a universidade para a minha prima, que tem filhos e não pode se deslocar muito para estudar”, revela Allan Amaral Tori. Na avaliação da presidente da Univesp, o trabalho continua no sentido de implementar a inteligência artificial para oferecer novas formas de atender os alunos. “Queremos desenvolver outras tecnologias, com o uso de aplicativos para celular, por exemplo, uma vez que o ambiente virtual fica disponível 24 horas por dia. O mercado já entende o aluno de EAD como um profissional mais centrado e autônomo. Temos o desafio de mantê-lo motivado ao longo do curso”, diz Maria Alice Carraturi Pereira.

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