Ricardo III na UNIVESP TV

A UNIVESP TV apresenta a partir desta segunda-feira, 28/11, a peça Ricardo III, de William Shakespeare. Em 2013, o projeto Shakespeare 39 fez uma montagem da peça traduzida e adaptada por João Louraço e com direção de Marcelo Lazzaratto. O elenco, formado por 14 atores, é encabeçado por Chico Carvalho e Mayara Magri. A história de Ricardo III fala sobre a disputa do trono inglês na Inglaterra durante o século XV e tem por base a história do rei e suas tramas para subir ao trono. O espetáculo foi gravado no Teatro João Caetano, em São Paulo. Dividida em cinco episódios, a espetáculo será exibido pela UNIVESP TV de segunda a sexta, 28/11 a 02/12, às 20h00. No sábado, 03/12, a peça será exibida na íntegra, a partir das 19h00. Você também pode conferir a programação da UNIVESP TV ao vivo pela internet, clicando aqui.
Carlos Vogt recebe Prêmio Jabuti e lança novo livro

Carlos Vogt recebe nesta quinta-feira, 24, o Prêmio Jabuti, considerado o principal prêmio da literatura brasileira. Na 58ª edição da premiação, Vogt recebe pela obra A Utilidade do Conhecimento o prêmio em segundo lugar na categoria Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática. Composto por ensaios e artigos acadêmicos escritos no últimos 20 anos, a obra reúne reflexões sobre a importância do conhecimento em temas contemporâneos. Entre as questões levantadas no livro existem reflexões sobre o pertencimento do conhecimento, ensaios literários e temas sobre física. Os textos foram publicados também na revista eletrônica ComCiência, produzida pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp. Na próxima semana Vogt lança o seu nono livro de poesia, chamado Novos Poemas. Publicada pela editora Ateliê Editorial, a obra é organizada em três coletâneas: “Bandeirolas”, “Bolinhos de chuva” e “Dedo de moça”. As duas primeiras ainda não tinham aparecido em livro e a terceira foi publicada em 2011, numa edição artesanal. Todos os poemas também apareceram na Comciência e foram recolhidos em meu sítio de poesia Cantografia. O evento de lançamento do livro ocorre no dia 28 de novembro, na Alzirão Empório Bar, localizado à rua Francisco de barros Filho, 432, em Barão Geraldo, Campinas, a partir das 18:00h.
DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. Esta data é lembrada por causa da morte de um importante líder de resistência negra contra a escravidão durante o período do Brasil Colônia, Zumbi dos Palmares. Para fazer refletir e comemorar a data, a UNIVESP TV preparou uma programação especial para o final de semana. Confira: ESTÚDIO UNIVESP: Especial Consciência Negra Os apresentadores Ederson Granetto e Tatiana Bertoni recebem a professora Vera Lúcia Ferlini, da FFLCH–USP, e o professor Pedro Paulo Funari, do IFCH–UNICAMP, para abrir um debate a respeito da luta dos negros pela liberdade e integração social. FALA, DOUTOR: Executivos Negros Pedro Jaime de Coelho, da FFLCH–USP, fala sobre sua tese “Executivos negros: racismo e diversidade no mundo empresarial, uma abordagem sócio-antropológica”. O pesquisador analisa a trajetória profissional dos executivos negros do Brasil e faz um comparativo entre a geração dos profissionais que entraram no mercado de trabalho no final dos anos 1970 e os profissionais do início do século XX. FALA, DOUTOR: Literatos Negros, Racismo e Cidadania Ana Flávia Magalhães Pinto fala com o apresentador Rodrigo Simon sobre a tese “Fortes laços em linhas rotas: Literatos negros, racismo e cidadania na segunda metade do século XIX”. A pesquisa, realizada no IFCH–UNICAMP, trata de experiências de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário político-cultural das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX. A tese, orientada por Sidney Chalhoub, recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de teses 2015. LIVROS: Cafundó: a África no Brasil – Carlos Vogt e Peter Fry Em 1978, o linguista Carlos Vogt e o antropólogo Peter Fry começaram a estudar a comunidade do Cafundó, no interior paulista, que ainda mantinha no vocabulário muitas palavras herdadas dos antepassados africanos. O resultado desse trabalho é o livro Cafundó: a África no Brasil, que foi escrito pelos dois. Eles conversaram com Ederson Granetto no lançamento da segunda edição da obra. DESCUBRA SÃO PAULO: Desigualdades raciais e desemprego entre os negros O rendimento médio por hora dos negros, R$ 8,79, representava, em 2014, 63,7% do rendimento dos não negros, que era de R$ 13,80. O programam Descubra São Paulo discute dados como esse, que são parte da pesquisa “Os negros no mercado de trabalho da região metropolitana de São Paulo”, da Fundação Seade. Os convidados são o economista Alexandre Loloian, da Fundação Seade, e a professora do Departamento de Sociologia da FFLCH–USP, Márcia Lima. LITERATURA FUNDAMENTAL: Luiz Gama A professora e pesquisadora Ligia Fonseca Ferreira, do IEB–USP e da UNIFESP, conta um pouco da trajetória e fala sobre a obra de Luiz Gonzaga Pinto da Gama, filho de uma negra livre e de um português, vendido como escravo pelo pai, que só aprendeu a ler com 17 anos, mas rapidamente transformou-se em poeta, militante republicano e abolicionista e rábula libertador de escravos. A professora conta de que forma Luiz Gama foi o primeiro escritor negro a assumir sua negritude na obra poética e a importância dele para a literatura brasileira. PEDAGOGIA UNESP/UNIVESP: A História, o africano e o afro-brasileiro O programa, da disciplina Conteúdos e Didática da História do Curso de Pedagogia UNESP/Univesp, discute de que maneira os africanos são retratados pela História da Civilização. Concomitantemente, mostra como a lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas brasileiras, tem contribuído para o deslocamento da perspectiva histórica africana, tradicionalmente centrada na Europa. COMPLEMENTARES: Educação Quilombola Confira entrevista com a pesquisadora Luanda Rejane Soares Sito, da UNICAMP. Ela responde a diversas questões sobre educação quilombola. JAZZ ICONS: Nina Simone Nina Simone em duas incríveis apresentações em 1965 e 1968, que mostram essa diva multifacetada. Nina Simone brilha como extraordinária vocalista de jazz em “Tomorrow Is My Turn”, como uma intérprete popular em “The Ballad Of Hollis Brown” de Bob Dylan, e como uma apaixonada ativista dos direitos civis tanto no épico “Four Women” como no extasiante “Mississippi Goddam”. HISTÓRIA: Escravidão Professora do Departamento de História da USP e ex assistente de Sérgio Buarque de Holanda, Suely Queiroz fala com a jornalista Mônica Teixeira sobre como a conjuntura social e política da década de 1960 refletiu na historiografia brasileira sobre a escravidão. Autora de um marco das novas reflexões sobre o tema, o livro “Escravidão negra em São Paulo: um estudo das tensões provocadas pelo escravismo no século XIX” (José Olympio, 1977), Suely conta sobre a transformação na ideia de que no Brasil a escravidão havia sido mais amena que nos demais países colonizados. HISTÓRIA: Escravidão nas Américas A jornalista Mônica Teixeira ouve o historiador Rafael de Bivar Marquese sobre a escravidão moderna, ligada ao tráfico transatlântico negreiro, iniciada com a descoberta das Américas e do Caribe. Professor do Departamento de História da FFLCH–USP, Marquese é autor, entre outros, de “Feitores do corpo, missionários da mente” e “Senhores, letrados e controle dos escravos nas Américas 1660-1860” (Companhia das Letras, 2004). LIVROS: Você conhece aquela? Dagoberto Fonseca O programa Livros recebe o pesquisador Dagoberto José Fonseca, estudioso da desigualdade racial, para falar sobre o lançamento do livro “Você conhece aquela? A Piada, o riso e o racismo à brasileira”, lançado pela editora Selo Negro. Ele explica para o jornalista Rodrigo Simon como os brasileiros fazem piadas sobre a condição racial, mantendo e alimentando o preconceito.
Carlos Vogt é vencedor do 58º Prêmio Jabuti

Imagem: Antoninho Perri/Unicamp A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou na última sexta-feira (11) os vencedores do 58º Prêmio Jabuti 2016, o mais importante prêmio de literatura no Brasil. A obra “A Utilidade do Conhecimento”, de Carlos Vogt, venceu em segundo lugar na categoria Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática. O livro, lançado em abril de 2015, reúne ensaios e artigos acadêmicos escritos por Vogt nos últimos 20 anos, nos quais o autor faz uma reflexão sobre a importância do conhecimento na contemporaneidade. Em entrevista concedida ao Portal da Unicamp na ocasião do lançamento do livro, Vogt declara que “A despeito de o conhecimento ser ou não utilitário, ele é sempre útil. No livro, eu procuro relacionar o conhecimento com os princípios da ética”. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 24 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo (SP). Veja no site oficial a relação de vencedores nas diversas categorias.
Entrevista com Carlos Vogt no programa Diálogo Nacional
O programa Diálogo Nacional, apresentado por Ruy Altenfelder desde junho de 1998, completa nesta semana o seu número 960 e tem como entrevistado Carlos Vogt, presidente da UNIVESP. O objetivo do programa é oferecer ao telespectador entrevistas com personalidades formadoras de opinião das mais diversas áreas. Vogt fala sobre a mais nova universidade estadual paulista – a UNIVESP, criada em 2012, realizou seu primeiro vestibular em 2014 e hoje oferece seis cursos de graduação, além de pós-graduação para a formação docente na educação a distância. Além de aspectos históricos e estruturais da instituição, Vogt fala também sobre o modelo pedagógico inovador empregado pela universidade. Altenfelder, presidente emérito do Centro de Integração Empresa Escola – CIEE São Paulo e do Conselho Diretor do CIEE Nacional, é membro do Conselho Curador da UNIVESP. Confira abaixo a entrevista com Carlos Vogt:
UNIVESP abre concurso público para Professor Doutor em Engenharia
A Universidade Virtual do Estado de São Paulo abre inscrições para concurso público docente para Professor Doutor em Engenharia. Os interessados devem realizar as inscrições exclusivamente pelo site da instituição, até o dia 2 de dezembro de 2016, às 17h00. Para participar o candidato deve possuir diploma de graduação em curso de Engenharia, doutorado em Programa na área de Engenharia de Produção e cadastro de currículo vitae na Plataforma Lattes do CNPq. Se aprovado, o candidato passa a integrar o quadro de docentes da Instituição, recebendo remuneração mensal de R$ 10.606,32, sob regime de contratação CLT em tempo integral, com carga horária de 40h semanais. A seleção dos candidatos será realizada pelos critérios de desempenho nas provas de conhecimentos específicos, didática, títulos, currículo e prova de arguição. Confira o Edital e acesse o formulário de inscrição: https://univesp.br/concurso-docente
Dia de Drummond

Há 114 anos, no dia 31 de outubro de 1902, nascia Carlos Drummond de Andrade, um dos poetas e escritores brasileiros mais reverenciados da história. Para celebrar esta data foi criado, em 2011, o Dia D – Dia Drummond. Para comemorar esta data, a UNIVESP TV exibe programa especial da série Literatura sobre o poeta mineiro. No episódio desta segunda-feira, 31/10, que vai ao ar às 22h00, a trajetória de Drummond e as suas obras serão contadas a partir de entrevistas com professores, parentes e estudiosos. Para fazer um esquenta até a noite, assista ao playlist com simpósios comemorativos sobre os setenta anos de publicação do poema ‘A Rosa do Povo’, de Carlos Drummond de Andrade. Confira:
Estrelas Reais

As estrelas encantam os homens desde o início da civilização: registros das posições dos corpos celestes e de fenômenos astronômicos foram encontrados em todas as culturas antigas, até mesmo em inscrições rupestres. Neste episódio da série Céu da Semana, da UNIVESP TV, o astrofísico Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), conta a história das Estrelas Reais. Muito antes da era cristã os povos asiáticos já haviam mapeado o céu e identificado os principais agrupamentos de estrelas, que posteriormente seriam reconhecidas como as constelações atuais. A região onde se localiza hoje o Irã se desenvolveu a partir da civilização persa. Por volta do ano 3.000 a. C., os persas dividiram o céu em quatro regiões, e cada uma era guardada por uma estrela brilhante, conhecida como Estrela Real. Cada uma dessas estrelas, segundo os persas, estava ligada a uma estação do ano e a um ponto cardeal. Os antigos acreditavam que a posição dos astros influenciava diretamente os acontecimentos da Terra. As quatro estrelas eram conhecidas como Satevis (Antares), Hastorang (Fomalhaut), Tascheter (Aldebaran) e Venant (Regulus), esta considerada a mais influente de todas. No programa da próxima semana, você vai conhecer a importância desses astros para a astronomia moderna. Observe o céu desta semana, de 31/10 a 06/11 Os planetas Vênus e Saturno ficam visíveis na constelação do Serpentário até as 22h00. A Lua crescente fica ao lado deles nas noites de 02 e 03/11. Marte fica visível à oeste na constelação de Sagitário até as 00h30. A Lua passa ao lado do planeta vermelho na noite de domingo, 06/11. Antes do amanhecer aparece a leste o planeta Júpiter, que pode ser visto a partir das 5h00 na Constelação de Virgem. Assista:
Alimentação e saúde
O Dia Mundial da Alimentação é celebrado todo ano, no dia 16 de outubro, em comemoração ao aniversário da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), fundada em 1945. Mais de 150 países do mundo organizam diversos eventos e a data já é uma das mais destacadas do calendário da ONU. Neste ano, a FAO escolheu como tema das comemorações “O clima está mudando. A alimentação e a agricultura também”. De acordo com o site oficial da instituição no Brasil, a FAO estima que a produção mundial de alimentos tenha que aumentar em 60% para poder atender às novas demandas alimentares, considerando que o número de habitantes do planeta deva superar os nove bilhões de pessoas em 2050. No entanto, as altas temperaturas, as secas e os desastres relacionados às mudanças climáticas afetam principalmente pequenos agricultores familiares, que produzem a maior parte dos alimentos que consumimos. Para celebrar esta data tão importante, confira no programa Complicações, da UNIVESP TV, a relação entre alimentos e saúde e a maneira como a conhecimento científico a respeito da alimentação é difundida entre as pessoas. Os convidados desta edição são Silvia Cozzolino, nutricionista, e João Paulo Fabi, farmacêutico, ambos professores-doutores do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Universidade de São Paulo (USP).
O Mecanismo de Antikythera

A astronomia é uma das ciências mais antigas da humanidade, entender e calcular o movimento dos astros sempre instigou a curiosidade dos astrônomos. Alguns dispositivos, a exemplo dos planetários, ao longo dos anos, permitiu que fossem reproduzidos a aparência e o posicionamento das estrelas e planetas na esfera celeste. Os primeiros planetários teriam sido construídos há mais de 2 mil anos, na Grécia. E no começo, eram globos que representavam as constelações conhecidas na época. O grande cientista grego Ptolomeu foi um dos construtores desse primeiro tipo de globo celeste que reproduzia o movimento dos planetas. Os astrônomos antigos conheciam com precisão os períodos dos planetas visíveis. Complicados mecanismos foram construídos para conseguir calcular a posição dos astros no passado e no futuro. O inventor grego Arquimedes de Siracusa (287 a.C. – 212 a. C) construiu uma dessas máquinas, que logo depois foi capturada por invasores romanos e desapareceu. Durante séculos, a crença era que tudo não passava de uma lenda. Mas, em 1900, a descoberta do Mecanismo de Antikythera, considerada a calculadora mais antiga já encontrada, mostrou que máquinas como a de Arquimedes realmente existiram. O Mecanismo de Antikythera teria sido construído há 2.200 anos, e foi recuperado nos restos de um naufrágio que ocorreu próximo da Ilha grega de Antikythera. O invento era um grande relógio astronômico, com mais de trinta engrenagens, e conseguia reproduzir a posição dos signos do zodíaco, do Sol, da Lua e de outros planetas. Além de ser capaz de reproduzir eventos astronômicos interessantes, como a posição de grandes estrelas. Os conhecimentos utilizados para a construção do Mecanismo de Antikythera desapareceram. Com isso, levou mais de mil anos até o homem começar novamente a recalcular a posição dos astros. Saiba o que observar a olho nu, no céu desta semana Saturno e Marte ficam visíveis a oeste. Saturno pode ser visto na constelação do Serpentário até as 22h00. Nas noites de 5 e 6 de outubro, a Lua passa ao lado de Saturno. Marte está na constelação vizinha de Sagitário, e fica visível até meia-noite. Na noite de 8 de outubro, a Lua estará ao lado do planeta Marte. Confira o episódio completo: