/governosp

UFSCar abre inscrições para facilitadores da Univesp

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas para 500 vagas na seleção de alunos de doutorado (350 vagas) ou mestrado (150 vagas) que desejam participar do Programa Formação Didático-Pedagógica para Cursos na Modalidade a Distância, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). As inscrições devem ser realizadas pelo formulário on-line , até 19 de maio . No Programa, que possui duração de 24 meses, os estudantes estudam como facilitadores virtuais nos cursos de graduação da Univesp e recebem bolsas de R$ 1.800,00 a R$ 2.640,00, pagas com recursos próprios do Governo do Estado de São Paulo, por meio da instituição. O objetivo da formação é desenvolver habilidades relacionadas à prática didático-pedagógica do bolsista, em cursos virtuais, com a colaboração de um supervisor. Para participar do Programa, os bolsistas devem permanecer matriculados em cursos de pós-graduação da universidade, ter formação nas áreas relacionadas às disciplinas de ingresso na Univesp e possuir disponibilidade de 12 horas semanais. Mais informações, acesse o Edital .  Sobre a Univesp   Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.

Alunos de Pedagogia criam jogo educativo que auxilia na alfabetização de crianças

Alunos de Pedagogia, do polo de Ouroeste, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), criaram um jogo interdisciplinar para o Projeto Integrador (PI) que propõe atividade lúdica para aprimoramento de aulas de Português. O grupo composto pelos discentes Geicilaine da Silva, Gleiciani Pedrassi, Kellen Oliveira, Luci Ribeiro e Wilgner da Silva, elaborou o trabalho “Brincando se aprende: piscina silábica”, orientado por Natacha Gomes e direcionado a crianças do segundo ano do ensino fundamental, da EMEF Liaz Terezinha Biliazi Pinhel, localizada no município.   Devido a pandemia de Covid-19, diversos alunos não tiveram a oportunidade de desenvolver plenamente habilidades essenciais, como a leitura e a escrita. O PI foca nessa problemática e busca metodologias para contrapor essa defasagem no processo de aprendizado dos pequenos, durante o período de reclusão social.   Segundo o Relatório Técnico-Científico do PI, as crianças apresentam mais facilidade para aprender quando são propostas atividades recreativas, por despertar curiosidade e desenvolver os sentidos psíquico, motor, emocional e cognitivo. Para entender as principais dificuldades dos alunos, foram feitas entrevistas com os professores da instituição e observação em campo. A partir dessa identificação, foi proposto o jogo “piscina silábica”, brincadeira educativa que tem como objetivo ajudar as crianças a praticarem a formação de palavras por meio de sílabas. A partida é realizada em grupo e começa com um representante de cada equipe sorteando uma palavra para ser formada. Uma criança deve então, entrar na piscina de bolinhas, onde estão as sílabas misturadas, e procurar pelas que formem a palavra sorteada. Os outros jogadores, um por vez, também pegam uma sílaba até que o vocábulo seja finalizado. O jogo continua até que todas as palavras sejam constituídas. O material necessário para jogar é composto apenas por uma piscina inflável, com cerca de 1,5 metro de diâmetro, aproximadamente 500 bolinhas coloridas com algumas sílabas escritas, uma caixa com palavras anotadas para o sorteio e uma lousa ou caderno para escrever as palavras formadas. O jogo pode ser adaptado de acordo com as necessidades das crianças e nível de conhecimento em relação às sílabas e à formação de palavras. O jogo pode ser usado tanto para crianças que estão aprendendo as sílabas pela primeira vez, quanto para aquelas que já têm um conhecimento mais avançado. Acesse o vídeo do PI e saiba mais! Resultados  Os professores envolvidos na aplicação da atividade em sala de aula se mostraram satisfeitos com os resultados da ação, eficiente em auxiliar a interação e a alfabetização dos alunos. O jogo promove ainda o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, ajudando as crianças a desenvolver habilidades fundamentais, como a capacidade de cumprir regras e respeitar os colegas. Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista.

Representantes da Univesp visitam sede do Inteli

O presidente da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), professor Marcos Borges, visitou na tarde desta quinta-feira (04/05), o Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), localizado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), na Cidade Universitária, capital paulista. No encontro guiado pela diretora acadêmica do Inteli, professora Flavia Santoro, e pelo professor Seiji Isotani, docente da USP e visitante em Harvard, foram apresentados a infraestrutura da faculdade, ateliês, laboratórios e o método de aprendizagem baseado em projetos. Também estiveram presentes a presidente do Inteli, Maíra Habimorad, a professora da faculdade de Tecnologia da Unicamp, Lubienska Ribeiro, a diretora acadêmica da Univesp, professora Simone Telles, os professores Mônica Garbin, Márcia Osaki, Roberto Oliveira, e os assessores Ricardo Caceffo e Flavia Louzane.   O Instituto de Tecnologia e Liderança foi criado com o apoio institucional da BTG Pactual, com a missão de formar futuros dirigentes em Tecnologia.  A instituição privada e sem fim lucrativos, oferece formação superior para estudantes na área de Tecnologia, com ênfase em Computação, Negócios e Liderança.  De acordo com Flavia Santoro, com as primeiras turmas iniciadas em fevereiro de 2022, a faculdade conta com 330 alunos, distribuídos por quatro cursos, com duração de quatro anos e divididos em 16 módulos, entre eles, Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Ciência da Computação e Sistemas de Informação. “Em cada módulo, os estudantes desenvolvem um projeto para atender as necessidades de um parceiro de mercado, seja de empresas privadas, startups ou ONGs. A meta do Inteli é ter cerca de 800 alunos matriculados até 2025”, ressalta.   Segundo a diretora, o modelo acadêmico baseado em metodologias ativas, conta com um módulo comum no primeiro ano.  São turmas de 40 alunos em cada sala. A partir do segundo ano, os discentes passam a ter projetos voltados especificamente aos cursos escolhidos. “Trabalhamos muito com a interação. O currículo é organizado em torno de um projeto. Os estudantes formam grupos de até oito pessoas e recebem o apoio de professores instrutores, orientadores e de coordenadores de curso para tocar as ações captadas pelo Escritório de Projetos”, disse.    O Inteli é composto por alunos pagantes e bolsistas. “Um dos nossos focos é atrair diversos talentos do Brasil, independente da condição socioeconômica. “O Instituto mantém 50% de estudantes com bolsa integral. Esses jovens têm acesso à moradia, alimentação e curso de inglês gratuito on-line”, ressalta a diretora.   Para Isotani, um dos responsáveis pela concepção, desenho e formatação do currículo do Inteli, a proposta é que os estudantes aprendam desde a primeira semana de aula, a causar impacto real na sociedade, orientados para buscar soluções que unam técnicas, competências, interação, comunicação e negócios. “O acolhimento aos estudantes no Inteli é um diferencial para atividades bem-sucedidas”, completa.   Mais informações sobre o Inteli: www.inteli.edu.br .  

Projeto Integrador busca soluções para aumentar resistência em embalagens de materiais escolares

Os alunos Cristiano Silva, Eduarda Carvalho, Erick Queiroz, Fernanda Cancian, Joel Soares, Karin Camargo e Thalita Bondancia, do curso de Engenharia de Produção, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), polo São Carlos, fizeram em Projeto Integrador (PI), uma pesquisa baseada em ganhos de simulação, para descobrir como aumentar a resistência de embalagens e reduzir rejeição de produtos pelos consumidores. O trabalho “Ganhos de simulação automatizada em processo de desenvolvimento de novas embalagens de papel cartão”, orientado por Rafaela Sobrinho, foi desenvolvido por meio de análises realizadas em uma empresa de materiais escolares da região, que expõe os produtos em gancheiras.     No decorrer da iniciativa, os estudantes analisaram os danos nas embalagens consequentes do modelo, material dos pacotes e identificaram o problema na exposição dos produtos. Diversas embalagens rasgavam na prateleira, o que dificultava a venda. A equipe levantou embrulhos mal projetados e apontou um melhor custo benefício à empresa, com base em simulações que possibilitaram uma ampliação no ciclo de vida dos recipientes. A metodologia utilizada na elaboração da pesquisa foi Design Thinking, junto a métodos de pesquisa-ação, exploratória e descritiva. A simulação foi feita por meio do equipamento de Textura TA.XT plus/50, um aparelho específico de tração, para a realização de testes de resistência da matéria-prima das embalagens. No ato das simulações, foram usados estojos de variadas marcas já existentes no mercado, com a finalidade de avaliar os mais resistentes e suas características, também suportes de diferentes formatos para comparação e uma inspeção precisa.    Pelos estudos produzidos, ficou demonstrado que a área acima do gancho é a variável mais importante para a durabilidade da embalagem, o que permite uma redução da gramatura do suporte, sem perda de resistência. Essa constatação possibilitou uma diminuição de custo na fabricação dos pacotes dos produtos, assim como a rejeição pelos consumidores. De acordo com a equipe, o projeto poderá ajudar a empresa na criação de novos produtos, garantir o melhor custo benefício, evitar problemas pós-lançamento e o desperdício de materiais, dessa forma contribuir para o meio ambiente, além de agregar valor à marca.     Sobre a Univesp   Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista.  

Pesquisador alemão Grischa Liebel visita Univesp TV

O pesquisador alemão Grischa Liebel, professor assistente em Engenharia de Software e diretor do centro de pesquisa CRESS na Universidade de Reykjavik, na Islândia, realizou uma palestra nesta quinta-feira (27/04) para professores e representantes da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), gravada no estúdio da Univesp TV, na capital paulista. O encontro também contou com as presenças do presidente da instituição, professor Marcos Borges, e da diretora acadêmica, professora Simone Telles. Entre as temáticas abordadas, estão o ensino em equipe, aprendizagem baseada em projetos, por meio de metodologias ativas e pesquisa sobre neurodiversidade. A gravação fará parte de uma nova atração da emissora.   Liebel possui doutorado pela Chalmers University, Suécia. Suas pesquisas se concentram em fatores humanos em engenharia de software, normalmente em áreas como Modelagem e Engenharia Baseada em Modelos, Engenharia de Requisitos, Processos e Educação em Engenharia de Software. Grande parte de seu estudo é feito em colaboração com a indústria e pessoas.  O primeiro tema abordado no encontro foi o método PBL (Problem Based Learning),  aprendizagem baseada em projetos desenvolvidos na sala de aula. De acordo com o pesquisador, na Suécia e Islândia, as universidades usam esse método, que é reconhecido pelas empresas. As organizações acreditam que os estudantes saem mais preparados para o mercado de trabalho. Segundo o professor, os projetos elaborados durante a graduação oferecem um leque diversificado de possibilidades de interações, reflexões, escolhas e desenvolvimento do trabalho em equipe que aperfeiçoam o aprendizado.  As aulas baseadas em projetos são aplicadas para 200 alunos de um curso, que formam grupos aleatórios de, aproximadamente, 05 a 09 pessoas. São feitos cerca de 30 grupos. Essas equipes definem problemáticas para cada sprint. Durante o decorrer da iniciativa, os estudantes fazem palestras, reuniões e possuem avaliações pelos pares e individualmente. Eles também são avaliados por meio de rubricas de participação. Os estudantes devem propor uma solução aplicável usando os conhecimentos debatidos nas disciplinas. O pesquisador sempre interage com os alunos. Para Liebel, a integração é fundamental para o sucesso da proposta.  Durante a conversa, Simone Telles mostrou a semelhança do conteúdo apresentado com o Projeto Integrador (PI) da Univesp. “A instituição possui uma atividade curricular obrigatória, que consiste na resolução de um problema real contextualizado na profissão em que o curso está inserido. Ao longo do semestre, os estudantes têm autonomia de aprendizagem no que tange à pesquisa, organização e desenvolvimento do projeto, com suportes e acompanhamentos semanais do orientador de PI. A cada semestre, os temas mudam, mas a metodologia sempre é igual. Esse modelo foi implantado desde 2014 e segue as tendências mundiais”, explicou.  Outro assunto levantado na apresentação, foi a importância do trabalho em equipe na área acadêmica. Liebel defende que o ensino em conjunto na educação pode oferecer aos alunos explicações múltiplas para conceitos complexos, além de melhorar o desenvolvimento do professor. “A contribuição de docentes auxiliares estimula uma reflexão sobre o conteúdo e evita a mecanização no percurso”, disse.     Neurodiversidade  Outro tópico apresentado foi sobre neurodiversidade e os mecanismos voltados para melhorar as condições de indivíduos com Transtornos de Espectro autista (TEA), Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e dislexia durante os anos do curso de Ensino Superior.  Em uma pesquisa recente com alunos da Universidade de Reykjavik, foi possível diagnosticar e oferecer ferramentas para melhorar os problemas enfrentados pelos discentes neurodivergentes (ND), entre eles, a exclusão, a ausência de conscientização entre outros estudantes e funcionários, formas de avaliação e a falta de acomodações oferecidas. Fatores que segundo o autor, geralmente levam ao estresse, ansiedade e, finalmente, ao risco de abandono do curso.  Segundo Liebel, as acomodações para neurodivergentes exige um esforço substancial. No entanto, mudanças menores no material do curso já podem ter grande impacto.  O estudo foi desenvolvido com uma intervenção em quatro disciplinas de programas de graduação em Ciência da Computação, durante um período de dois mandatos. Seguindo as diretrizes de acessibilidade produzidas por grupos de interesse para diferentes condições de neurodivergentes, foram criados materiais de curso na forma de slides e tarefas especificamente adaptadas ao público estudado.  A pesquisa foi concentrada em pequenas mudanças econômicas que poderiam ser replicadas por educadores com um investimento mínimo de tempo. O sucesso da intervenção foi avaliado por meio de duas vertentes, revelando uma avaliação globalmente positiva entre alunos ND e neurotípicos (NT).  Para estudantes com TEA, focaram em um ambiente sensorial, com a redução de cores fortes ou superfícies padronizadas, redução de cheiros e ruídos, comunicação, formas de fuga e consciência geral sobre TEA entre os funcionários. Para estudantes com TDAH, trabalharam a paciência e compreensão, estrutura clara e comunicação. Foi usado um relatório da ADHD Foundation sobre como ensinar e gerenciar alunos com TDAH2. O material fornece uma introdução geral ao TDAH. Em seguida, são feitas sugestões sobre como as salas de aula podem tornar-se mais acessível aos discentes com TDAH. Primeiro, os professores são encorajados a mostrar paciência e compreensão para comportamentos que possam parecer estranhos, como movimentos excessivos ou comentários impróprios.  Já, os materiais desenvolvidos aos disléxicos, foram voltados para estilo e apresentação de material visual.  Foi considerado o guia de estilo da British Dyslexia Association3.  Algumas das mudanças recomendadas foi o uso de fontes fáceis de ler para indivíduos disléxicos, por exemplo, Arial e Comic Sans4; aumentar o tamanho da fonte; aumento do espaçamento entre letras, palavras e linhas; usando texto alinhado à esquerda em vez de texto justificado; evitar coluna e utilizar textos com fundos de cor creme em vez de branco liso. Além disso, adaptar o estilo de escrita e evitar a voz passiva, usando frases concisas.   Acessibilidade na Univesp  A Univesp possui estudos, atendimento personalizado e recursos didáticos voltados à Pessoa com Deficiência (PcD), entre eles, materiais adaptados impressos com relevo, Braille, suporte a leitor de tela, videoaulas com audiodescrição, legendas e libras, além de disponibilizar mais tempo para a realização de avaliações e adaptação de provas para cegos no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).   Encerramento No final da palestra, o presidente Marcos Borges agradeceu a colaboração do

Jogo criado por estudantes da Univesp estimula aprendizado de crianças

Um grupo de discentes do curso de Pedagogia, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), polo Cravinhos, desenvolveu Projeto Integrador (PI) para impulsionar o aprendizado de crianças do Ensino infantil, por meio de um jogo interdisciplinar, didático e dinâmico que envolve as disciplinas de Matemática e Educação Física. A atividade lúdica auxilia no desenvolvimento cognitivo e facilita o processo de aprendizagem de alunos entre 4 e 5 anos. Os estudantes Cíntia Loureiro, Fernanda Queirós, Gustavo Zampieri, Leandro Bernardes, Michele Fattori, Thiago Tostes, Washington de Paula e Silva foram os idealizadores do PI, com a orientação de Karen Macedo. O trabalho “Matemática e Educação Física: Jogando com a Interdisciplinaridade na Educação Infantil”, propõe uma espécie de boliche, aplicado na escola particular Sementinha, em Ribeirão Preto, São Paulo. A brincadeira foi criada considerando que as disciplinas de Educação Física e Matemática estão relacionadas com os campos de experiências “corpo, gestos e movimentos” e “espaços, tempos, quantidades, relações e transformações” da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A equipe utilizou a metodologia proposta no modelo do Design Thinking, constituído em cinco etapas: Descoberta, Interpretação, Ideação, Prototipação e Implementação. O relatório final do PI ressalta a importância de utilizar jogos durante as dinâmicas escolares para melhorar o desempenho psicomotor do aluno, além de beneficiar o desenvolvimento da atenção, imaginação e da inteligência. “Na educação, a utilização de jogos durante uma atividade, permite que o desempenho psicomotor da criança alcance níveis, que só mesmo a motivação intrínseca consegue alcançar. Como consequência, a criança fica mais calma, relaxada e aprende a pensar, estimulando sua mente”, afirma a equipe. De acordo com o grupo da Univesp, os participantes da experiência se envolveram e divertiram durante a execução da atividade.  Boliche: Contando e Movimentando  Jogo interdisciplinar, que se baseia nas regras e ideias tradicionais do boliche. O objetivo da brincadeira é derrubar os pinos que estão numerados de 1 a 5. Cada pino possui uma imagem simbólica referente a um exercício físico. Após derrubar um pino, a criança deve reconhecer o número e sortear um cartão numerado para realizar uma adição com o número do pino derrubado. O resultado determina o número de repetições do exercício físico que o estudante deve cumprir.        Imagens: cedidas pelos alunos do PI (divulgação) Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.

Alunas da Univesp criam ferramenta que auxilia alfabetização de crianças com deficiência visual

O Projeto Integrador (PI) elaborado pelas alunas Eveline dos Santos, Juliana dos Santos, Lannah Órfão, Maiza Moura, Rejiane Costa e Vanessa Braite, do Eixo de Licenciatura, polo São Bernardo do Campo, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), ajuda crianças com baixa visão no processo de alfabetização. O trabalho, com tutoria de Maria Correia, tem como objetivo solucionar a falta de integração desses estudantes em sala de aula, por meio da criação de um material didático adequado, voltado ao letramento na Educação Infantil e Ensino Fundamental. A iniciativa com o tema “Letramento de crianças com baixa visão – construção de recurso didático que potencializa a prática pedagógica” foi aplicada no Serviço de Apoio à Pessoa com Deficiência Visual, de São Bernardo do Campo, com a apresentação do material chamado “Kit do super-alfabeto”. Por meio da proposta, os discentes podem aprender e identificar as letras do alfabeto, assim como reproduzir palavras em materiais especialmente elaborados para a sua deficiência. Para a criação do protótipo, o grupo realizou entrevistas com profissionais da educação. Com a coleta de informações, foi possível identificar os problemas enfrentados pelas crianças com deficiência visual, como a falta de integração com os demais alunos e a carência de instrumentos que auxiliem de modo eficaz o aprendizado e a inclusão. De acordo com a equipe, durante a aplicação da ferramenta, desenvolvida com a metodologia de Design Thinking, foi possível observar o envolvimento e engajamento dos estudantes nas atividades, que ficaram curiosos e interessados em utilizar o material didático. A resposta das profissionais presentes durante o experimento, também foi fundamental para o aperfeiçoamento da ação. Além de ter comprovada a sua eficácia, o material desenvolvido possui baixo custo para a confecção e pode ser reutilizado inúmeras vezes, o que facilita sua implementação em escolas e instituições, com limitações de recursos financeiros. Segundo os estudantes da Univesp, a estratégia utilizada para solucionar o problema cumpriu o esperado e contribuiu para a inclusão escolar e social das pessoas com deficiência visual. “O instrumento também pode ser utilizado de maneira criativa nas aulas, por meio da participação de crianças sem deficiência e, dessa forma, contribuir com a integração de todos em sala”, ressaltaram os envolvidos. Imagem: cedida pelos alunos do PI (divulgação) Kit do super-alfabeto O kit inclui: o super-alfabeto; folhas plastificadas e com linhas; tabela com letras em alto relevo; canetões de lousa verde, vermelho, azul e preto; paninho para apagar; fita adesiva e pasta plástica. Segundo descrito no Relatório Técnico-Científico do PI, “o Super-alfabeto consiste em folhas coloridas (cores pastéis) plastificadas com papel plástico fosco, nas quais está representado o alfabeto pontilhado ampliado. Nele, os alunos com baixa visão poderão contornar as letras com as cores solicitadas e apagar com o paninho. Nas folhas em branco, os estudantes poderão treinar a escrita das letras, palavras e frases. O tato também será um sentido explorado com esse recurso por meio do alfabeto em alto relevo, o qual tem o papel de complementar a identificação das letras e de suas formas”.   Imagem: cedida pelos alunos de PI (divulgação) Sobre a Univesp Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.

Representante da Universidade Federal do Recôncavo Baiano visita sede da Univesp

O presidente da Univesp, professor Marcos Borges, e a diretora acadêmica, professora Simone Telles, receberam na tarde desta terça (11/04), na sede da instituição, localizada na capital paulista, o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Eniel do Espírito Santo. Durante o encontro, os docentes trocaram experiências pedagógicas, apresentaram as iniciativas da Univesp e conversaram sobre a avaliação de competências digitais.  De acordo com o professor Marcos Borges, falar sobre vivências na área acadêmica e compartilhar as ações da Univesp é fundamental para fortalecer as propostas educacionais e criar novas medidas que favoreçam o aprendizado dos estudantes. “Hoje, tivemos um primeiro contato para possíveis parcerias. Entre as temáticas abordadas, falamos sobre a importância da realização de diagnósticos voltados às competências digitais de alunos e professores que atuam em instituições de ensino superior. Por meio de um estudo sistemático, podemos propor melhorias e adequações em disciplinas que trabalham com dispositivos eletrônicos, redes, segurança cibernética, sistema de comunicação ou análise de dados”, fala Borges.  No decorrer da reunião, também foi apresentado o modelo pedagógico da Univesp, a estrutura e os cursos. “Já estamos presentes em 370 municípios do Estado de São Paulo. Nossa proposta é focar na inclusão e levarmos educação superior de qualidade a um público diversificado que, muitas vezes, não teve a oportunidade de estudar nos grandes centros”, ressaltou o presidente.  Perfil do professor Eniel   O professor Eniel é doutor e pós-doutor em Educação. Mestre em Gestão de Organizações, Bacharel em Administração de Empresas e Licenciado em Pedagogia. Professor adjunto no Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e professor permanente dos cursos de mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação Científica, Inclusão e Diversidade (UFRB/PPGECID) e no Programa de Pós-graduação em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade (UFBA/PPGEISU).

USP abre inscrições para facilitadores da Univesp

A USP está com inscrições abertas para a seleção de alunos de mestrado ou doutorado que desejam participar do Programa Formação Didático-Pedagógica para Cursos na Modalidade a Distância, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). As inscrições devem ser realizadas pelo  formulário on-line, até 10 de maio. No Programa, que possui duração de 24 meses, os estudantes atuam como facilitadores virtuais nos cursos de graduação da Univesp e recebem bolsas de R$ 1.800,00 a R$ 2.640,00, pagas com recursos próprios do Governo do Estado de São Paulo, por meio da instituição. O objetivo da formação é desenvolver habilidades relacionadas à prática didática-pedagógica do bolsista, em cursos virtuais, com a colaboração de um supervisor. Para participar do Programa, os bolsistas devem permanecer matriculados em cursos de pós-graduação da universidade, ter formação nas áreas relacionadas às disciplinas de graduação da Univesp e possuir disponibilidade de 12 horas semanais. Mais informações, acesse o Edital.   Sobre a Univesp  Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista.

Alunos da Univesp desenvolvem plataforma digital que auxilia na localização de pets perdidos

Os estudantes dos cursos de Tecnologia da Informação, Ciências de Dados e Engenharia de Computação, do polo de Penápolis, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), Bruno Henrique Pinto, Caique da Silva, Hebert do Nascimento, Lucas Tropardi,  Sidiel de Souza, Talles Marqui Guilherme, Thais Marques Guilherme e Valter de Oliveira, tutorados por Edson Perger, desenvolveram a plataforma digital “KD meu PET”, direcionada para publicação de animais perdidos e encontrados, na cidade de Penápolis, no interior paulista. A proposta foi tema do Projeto Integrador produzido em 2022.   Por meio de aplicação web, foi criado o site https://kdmeupetplis.com.br/ , uma ferramenta de fácil acesso, que além de reunir informações sobre os animais perdidos e achados, permite facilitar a comunicação entre donos de pets e Organizações Não Governamentais (ONGs). De acordo com pesquisa feita pelos estudantes, os tutores costumam postar publicações de pets desaparecidos nas redes sociais ou em grupos de WhatsApp, que devido a grande quantidade de participantes e assuntos aleatórios, se tornam pouco eficazes.    Segundo o grupo, o projeto visa solucionar esses desvios de informações. A plataforma categoriza os animais pelo nome, raça, cor e tamanho, junto às informações de contato do dono, com cruzamento de informações de diferentes postagens, em diversas mídias. A ferramenta foi desenvolvida na linguagem de programação PHP, com utilização do MySQL, como um sistema de gerenciamento de banco de dados, o GitHub para controle de versão do site, com um servidor próprio em nuvem criado com Raspberry Pi e um microcomputador de placa única. O site está em funcionamento e pode ser acessado de qualquer navegador (browser) em qualquer dispositivo com acesso à internet. Sobre a Univesp  Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição exclusivamente de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado e vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 62 mil alunos, entre graduação e pós, e nove cursos oferecidos nos últimos vestibulares, Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração e Processos Gerenciais. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2023, a universidade possui 424 polos e está presente em 370 municípios do Estado, 57% do território paulista, que abrigam mais de 92% da população paulista. 

Acessar o conteúdo