Psicologia do Desenvolvimento Humano

Em programa da UNIVESP TV, a filósofa do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Zélia Ramozzi Chiarottino comenta a teoria da psicologia do desenvolvimento humano idealizada pelo epistemólogo suíço Jean Piaget (1896-1980). Apesar do termo “psicologia do desenvolvimento” ser amplamente empregado por especialistas da área, de acordo com Chiarottino ele se torna contraditório quando empregado à teoria de Piaget: “Para Piaget, […] a palavra desenvolvimento é contraria a teoria dele, por que a teoria de Piaget não é uma ideia de desenvolver-se, é uma teoria de construção”, comenta. Curioso? Confira a entrevista:
Como o Brasil mudou nos últimos 50 anos?

A UNIVESP TV transmite a partir do dia 7/3, às 19h, de segunda a sábado, a série “Como o Brasil mudou nos últimos 50 anos?”. O especial foi gravado durante o seminário de lançamento do livro Trajetória das desigualdades, como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos, que ocorreu em 2015, e que reúne catorze ensaios de especialistas sobre o panorama complexo da trajetória das desigualdades ocorridas no Brasil entre 1960 e 2010. Os resultados foram obtidos após dois anos de investigação da equipe de pesquisadores do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), sediado na Universidade de São Paulo (USP). Os investigadores utilizaram dados dos Censos desenvolvidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os estudos foram divididos em cinco temas centrais: participação política no Brasil, educação e renda, políticas públicas, demografia e mercado de trabalho, que são abordados em ordem sequencial nos vídeos da UNIVESP TV. Na primeira parte, que você pode ver abaixo, Marta Arretche, diretora do CEM, faz a abertura do seminário, e os pesquisadores do Departamento de Ciências Políticas da USP, Fernando Limongi, Adrian Gurza Lavalle e Rogério Bastos Arantes, falam sobre o tema participação política no Brasil. Confira o vídeo e, na sequencia, a playlist com os demais vídeos que compõem o especial:
CP 1919, primeiro pulsar descoberto na história

O astrofísico Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos, além de trazer dicas de como olhar para o céu, também aborda curiosidades e fatos sobre o universo da astronomia na série “Céu da Semana”, da UNIVESP TV. Rojas fala nesta edição sobre os pulsares – estrelas de nêutrons muito pequenas e densas, em rápida rotação, que emitem radiação eletromagnética. Em meados dos anos 1960, a astrônoma britânica Jocelyn Bell e o astrofísico Antony Hewish se depararam com um sinal inesperado vindo do céu: da constelação da Raposa vinha uma emissão de rádio ritmada de período muito rápido, enviando um sinal a cada 1,3373 segundo. Surpresos, Bell e Hewish primeiramente nomearam o objeto astronômico como LGM 1 (Little Green Man 1, ou “homenzinho verde”), pois achavam que o sinal pudesse vir de uma civilização extraterrestre. Nos anos seguintes, Bell publicou os resultados batizando o objeto de CP 1919. Este foi o primeiro pulsar descoberto na história. O que ver no céu desta semana Esta é a última semana do ano em que poderemos ver no céu, a olho nu, todos os cinco planetas. Júpiter surge no entardecer, na constelação de Leão, e fica visível durante toda a noite. Marte aparece a partir das 23h00, na constelação de Libra. Saturno fica visível às 00h00, na constelação do Ofiúco (constelação do zodíaco representada como um homem segurando uma Serpente, por isso também chamada de Serpentário). Vênus surge às 04h30, na constelação de Capricórnio, seguido por Mercúrio, que aparece meia hora mais tarde, na mesma constelação. Todos esses planetas surgem na direção Leste. Assista ao vídeo e saiba mais:
Sergei Korolev e o Sputnik

O astrofísico Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos, além de trazer dicas de como olhar para o céu, também aborda curiosidades e fatos sobre o universo da astronomia na série “Céu da Semana”, da UNIVESP TV. Rojas fala nesta semana sobre o Sputnik – programa soviético que teve amplo impacto na história da exploração espacial. Sergei Korolev (1907-1966), o principal engenheiro do programa, adaptou, no final dos anos 1950, o projeto do míssil R7 – o primeiro míssil balístico intercontinental do mundo – para colocar um satélite em órbita. A partir daí, em menos de 1 mês o projeto do Sputnik 1 – o primeiro satélite artificial da Terra – ficou pronto. Com um design simples, era uma esfera metálica, de 83 quilos e 58 centímetros de diâmetro, equipada com um transmissor de rádio e quatro antenas. As transmissões do Sputnik foram detectadas por rádio amadores do mundo inteiro, e o seu brilho podia ser observado com binóculos, ao entardecer e antes do sol raiar. O Sputnik 1 ficou em órbita durante três meses antes de reentrar na atmosfera terrestre. O sucesso do satélite foi amplamente aproveitado pela propaganda soviética e teve impacto decisivo na política estadunidense, no contexto da Guerra Fria, levando à criação da NASA (Agência Espacial Americana). Nascia assim a corrida espacial, isto é, a disputa entre as duas grandes superpotências: Estados Unidos e União Soviética, em busca do objetivo supremo – a chegada do homem à Lua. O que ver no céu desta semana Cinco planetas estão visíveis no céu desta semana: Júpiter surge a leste na constelação de Leão, a partir das 22h00; Marte pode ser observado a partir da 01h00, na constelação de Libra; Saturno aparece às 03h00 na Constelação do Ofiúco (constelação do zodíaco representada como um homem segurando uma Serpente, por isso também chamada de Serpentário); Vênus surge às 04h30, na constelação de Sagitário. Pouco antes do amanhecer, às 05h00, Mercúrio fica visível no horizonte Leste, também na constelação de Sagitário. Na madrugada de 6 de fevereiro, Vênus poderá ser observado ao lado da Lua. Assista ao vídeo e saiba mais:
Livro narra a história da Revolução Coreana

Paulo Visentini, professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, fala sobre o seu novo livro, A Revolução Coreana (Ed. Unesp, 2015), em entrevista para a UNIVESP TV. Para o professor, a Coreia do Norte é geralmente vista pelo ocidente de maneira caricata, seus dirigentes e costumes são frequentemente ridicularizados. E a obra ajuda a compreender a história da Revolução Coreana. Ele explica como se deu a divisão da península da Coreia logo após a Segunda Guerra Mundial, além de comentar os motivos da Guerra da Coreia, travada entre 1950 e 1953. Visentini fala também sobre o regime comunista de Pyongyang (capital da Coreia do Norte), cujo poder passa de pai para filho desde 1948 – o chamado socialismo Zuche. A obra foi escrita com apoio de Helena Hoppen Melchionna e Analúcia Danilevicz Pereira. Assista ao programa:
Influência do pensamento de John Dewey na educação

Nesta entrevista ao programa “Na Íntegra”, da UNIVESP TV, Vinícius da Cunha, professor livre-docente em Psicologia da Educação e História da Educação da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, fala sobre o pensamento principal do filósofo e pedagogo norte-americano John Dewey para a educação. “Dewey tem uma longa discussão sobre a divergência entre o tradicional e a educação progressiva […], que geralmente estão em polos absolutamente distintos: o tradicional focalizado no professor e na matéria e, de outro lado, o ensino progressivo focalizado exclusivamente no aluno”, relata Cunha. Assista à entrevista:
Especialista da USP fala da importância Karl Marx para a sociologia, em programa da UNIVESP TV

Em entrevista ao programa “Na Íntegra”, da UNIVESP TV, o doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo e professor de Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista de Marília, Antônio Carlos Mazzeo explica os principais conceitos da sociologia de Karl Marx (1818-1893) e analisa como o filósofo alemão enxergava como seria o mundo de hoje. Mazzeo estuda comunismo e capitalismo no Brasil, além de ser especialista em Marx. “Na concepção marxiana e marxista também, o trabalho é a essência humana. O homem é produto de si mesmo, portanto, o homem é produto do trabalho”, analisou. Assista à entrevista:
Congresso Internacional PBL 2016 recebe trabalhos até 7/3

O Congresso Internacional PBL 2016, que será realizado no mês de setembro, em São Paulo, recebe trabalhos até 7 de março. Com o tema “Inovações para o Ensino e a Aprendizagem”, a nona edição do evento é organizada conjuntamente pela Rede Pan-Americana de Aprendizagem Baseada em Problemas (PanPBL), UNIVESP, Universidade de São Paulo e Centro Paula Souza. O congresso tem dentre seus objetivos desafiar os participantes a refletirem sobre como a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP, ou PBL, na sigla em inglês) e as Metodologias Ativas de Aprendizagem podem melhorar a educação básica e superior, inovando na produção de conhecimentos interdisciplinares e promovendo o intercâmbio de pessoas com diferentes formações acadêmicas e provenientes de realidades socioeconômicas distintas. As atividades do congresso serão realizadas entre os dias 8 e 10 de setembro, na Escola Técnica Estadual (ETEC) Santa Ifigênia, na região central da capital paulista. O resultado da análise das propostas será divulgado até o dia 7 de abril. As inscrições para o Congresso Internacional PBL 2016 serão abertas no dia 1º de maio. Informações sobre o envio de trabalhos, taxa de inscrição e o programa completo estão disponíveis no site do evento. * Com informações da PanPBL
“Redesenhando o Desenho”: livro de Ana Mae Barbosa retrata o ensino do desenho entre 1927 e 1937

Tatiana Bertoni entrevista no programa Livros, da UNIVESP TV, a arte-educadora e professora da Universidade de São Paulo e Anhembi Morumbi, Ana Mae Barbosa, para falar sobre o livro Redesenhando o desenho: educadores, política e história (Ed. Cortez, 2015). A publicação trata do ensino de desenho – de acordo com a entrevistada, nome dado até 1971 aos cursos de educação artística – no período entre 1927 e 1937, quando começou a perseguição a educadores promovida pela ditadura do Estado Novo (1937-1945). O livro traz um texto inédito do filósofo e pedagogo norte-americano John Dewey, encontrado nas pesquisas de Ana Mae Barbosa nos Estados Unidos, que explica o sentido do desenho como técnica e criação, conforme defendido pela Escola Nova (movimento que ocorreu na primeira metade do século XX, com objetivo de renovação do ensino). Assista ao programa:
“O Que Fazer?”: livro do escritor russo Nikolai Tchernichevski

No programa Livros, da UNIVESP TV, o professor Angelo Segrillo, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH–USP), fala sobre a obra do escritor russo Nikolai Tchernichevski: O Que Fazer? (Ed. Prismas, 2015), que inspirou revolucionários como Vladimir Lenin e causou muita polêmica na Rússia a partir de sua publicação entre 1862 e 1863, logo em seguida à libertação dos servos, em 1861. O professor Segrillo é responsável pela primeira tradução do livro para a língua portuguesa, no Brasil, e explica para o jornalista Ederson Granetto o que acontecia naquela época da história russa e como o livro de Tchernichevski marcou essa sociedade. Assista à entrevista: