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A carreira de um professor

Em programa da UNIVESP TV, Eliana Fonseca Lemos, professora coordenadora pedagógica na Escola Estadual Maria Odila Guimarães Bueno, zona sul de São Paulo, fala sobre a carreira de um professor no Brasil. Na opinião da educadora, a área vem evoluindo e inovando, mesmo que a passos lentos para o aluno e o professor. Segundo ela, o governo vem investindo na melhoria do ensino, da escola e na formação dos professores. Quando questionada sobre os problemas, a pedagoga destaca que a formação continuada ainda precisa de melhorias. O programa foi produzido para o curso de Pedagogia oferecido em parceria com a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), entre os anos de 2010 e 2013.    Confira a entrevista completa aqui:

A polarização na política brasileira

Nesta edição do programa Complicações, da UNIVESP TV, os especialistas Glauco Peres da Silva, do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), e Luiz Antônio Dias, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), falam sobre o tema “a polarização na política brasileira”. A discussão parte da atual situação política do país e das manifestações públicas que estão ocorrendo. De acordo com a análise dos especialistas, a alegada polarização na política e na sociedade brasileira se parece mais com uma divisão de projetos do que propriamente pró ou contra o governo. Confira entrevista completa:

Inclusão de alunos ingressantes na universidade pública

Em entrevista à UNIVESP TV, a pesquisadora Valéria Cordeiro Fernandes Belletati comenta o processo de inclusão de alunos do ensino básico público na universidade pública e o envolvimento de docentes com a questão. Os resultados apresentados são da sua tese de doutorado, intitulada “Dificuldades de alunos ingressantes na universidade pública: indicadores para reflexões sobre a docência universitária”, defendida em 2011 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Para a pesquisadora, a baixa qualidade do ensino básico público dificulta a continuidade dos estudos desses alunos na educação superior. “Eles têm que buscar superar essas dificuldades e às vezes não conseguem". O problema, para Belletati, não se restringe à esfera educacional: “É [também] um problema social, econômico e político”, argumenta. A motivação para o estudo, de acordo com a pesquisadora, se deu a partir da sua preocupação com a elitização presente na universidade pública, com os programas e políticas de inclusão social que vêm ampliando a possibilidade desses alunos ingressarem no ensino superior e  com a formação de qualidade.   Descubra no vídeo se tais questões envolviam ou não a participação e o interesse dos professores universitários:

Surtos de raios gama

Na última edição da série semanal “Céu da Semana”, da UNIVESP TV, o astrofísico Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos dá continuidade ao tema da semana passada: astronomia espacial de alta energia e fala sobre surtos de raios gama – misteriosos pulsos de explosões mais luminosas no universo, com poucos segundos de duração, vindos das profundezas do espaço. A descoberta desses pulsos foi apenas uma das muitas que resultaram dos experimentos de astronomia espacial.   O que ver no céu desta semana Dia 20/3, às 01h30, acontece o equinócio de março – instante em que o Sol, em sua órbita aparente, cruza o plano do equador celeste -, marcando o começo do outono no Hemisfério Sul e da primavera no Hemisfério Norte. Durante toda esta semana, logo após o entardecer, podemos ver o planeta Júpiter, na constelação de Leão, que fica visível durante toda a noite. Marte aparece a partir das 22h00, na constelação de Escorpião. Saturno surge às 23h00, na constelação do Ofiúco. Vênus aprece às 05h00, na constelação de Aquário. Assista ao vídeo e saiba mais:

Língua, modalidade oral e escrita

A reportagem da UNIVESP TV visitou, em 2011, a escola Nossa Senhora das Graças, em São Paulo, onde acompanhou diferentes métodos utilizados para trabalhar o ensino da língua portuguesa com alunos do primeiro ano do ensino fundamental. A professora Gabriela Kogachi Kose, por exemplo, utiliza parlendas (versinhos com temática infantil recitadas em brincadeiras de crianças) para ajudar as crianças na memorização de textos. Ao assistir a gravação da aula com a professora Gabriela, José Gaston Hilgert, que estuda os procedimentos de constituição do texto falado e escrito há mais de 30 anos e é docente de Letras no Centro de Comunicação e Letras da Universidade Mackenzie, comenta: “Do ponto de vista da interação com as crianças, parece ser uma boa escolha […], porque a parlenda, em primeiro lugar, é um texto da oralidade. É um texto, aliás, […] que se usa falando, quase que declamando", analisa.   O vídeo faz parte da disciplina Didática, Língua Portuguesa e Literatura do curso de Pedagogia realizado em parceria pela UNIVESP e a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita filho” (Unesp). Assista e confira esta e outras abordagens utilizadas para o ensino da língua oral e escrita:   

Relações filogenéticas das espécies de Crenicichla Heckel, 1840 e Teleocichla Kullander, 1988 (Teleostei: Cichlidae)

No programa Fala, Doutor, da UNIVESP TV, Henrique Rosa Varella, biólogo e pesquisador do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP), fala sobre a sua tese de Doutorado “Relações filogenéticas das espécies de Crenicichla Heckel, 1840 e Teleocichla Kullander, 1988 (Teleostei: Cichlidae)”. O trabalho busca lucidar, de forma objetiva, as relações entre as duas espécies de peixes, formando, assim, grupos de espécies que reflitam o grau de parentesco. A pesquisa inovou empregando métodos morfológicos (estudo das partes do corpo) e a cladística (classificação dos seres vivos a partir de relações evolutivas), buscando a centralidade comum entre essas famílias. “Como havia uma hipótese de relações próximas entre esses dois gêneros, eu resolvi juntar todas as espécies, e ver se isso podia ser testado, se isso era verdade, e tentar também estabelecer os agrupamentos dentro desses dois gêneros”, explicou Varella. A porção neotropical da família Cichlidae, da qual fazem parte os gêneros estudados, inclui espécies de peixes importantes para o aquarismo comercial (como os apistos, oscars, acarás-bandeira e acarás-disco) e para a pesca (tucunarés, jacundás e os acarás). Confira a entrevista e saiba mais sobre o assunto: 

Especialistas debatem a atual conjuntura econômica brasileira no programa Complicações, da UNIVESP TV

O programa Complicações, da UNIVESP TV, aborda semanalmente um tema apontado como a complicação da semana. Nesta edição, os entrevistados Paulo Picchetti, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e Pedro Paulo Zahluth Bastos, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), debatem a atual conjuntura econômica brasileira. O tema foi escolhido após nova recessão econômica anunciada pelo Boletim de Mercado Focus do Banco Central na última segunda-feira (7/3). Após o anuncio de  retração no PIB de 3,08% em 2015 – pior resultado na história das contas nacionais desde o início do registro realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1990 -, o Brasil pode sofrer nova recessão ainda maior, de 3,50%, neste ano. Para Bastos, não há motivos para otimismo, pois “não se pode buscar executar uma política pró-cíclica [que ganha com variações positivas no ciclo econômico], como aquela que foi executada a partir de dezembro de 2014 e ao longo de 2015, porque isso vai terminar de empurrar uma economia que desacelerava para uma recessão longa”, analisa.   Picchetti discorda: “Na minha visão, a gente está sofrendo agora, e sofrendo bastante, os efeitos de um ajuste forçado. […] Não houve redução nos gastos, mas sim de orçamento […]”, completa. Confira a entrevista:  

UNIVESP recebe Cônsul Geral dos Estados Unidos em São Paulo

O presidente da UNIVESP, Carlos Vogt, recebeu na tarde da quarta-feira (9/3), na sede da UNIVESP na capital paulista, o Cônsul Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Ricardo Zuniga. A reunião teve como objetivo formalizar o encerramento da cooperação entre as instituições para o desenvolvimento das disciplinas de Inglês oferecidas nos cursos de graduação da universidade. O programa e os conteúdos das disciplinas de Língua Inglesa da UNIVESP foram desenvolvidos pela formadora autora Simone Telles Martins Ramos e professoras colaboradoras, em parceria com Melanie Brooks, especialista do Regional English Language Office (RELO) do Consulado Geral dos Estados Unidos. Também participaram do encontro Waldomiro Loyolla, diretor acadêmico da UNIVESP, Márcio Luiz de Andrade Netto, diretor administrativo, Angelo Cortelazzo, assessor acadêmico, e, do Consulado Geral dos Estado Unidos em São Paulo, Corina Sanders, diretora da Seção de Imprensa, Educação e Cultura, Rick Rosemberg, diretor do Escritório de Ensino de Inglês e Helmara Moraes, especialista em Ensino de Inglês. O sucesso da parceria pode ser conferido pelos resultados das pesquisas de avaliação realizadas bimestralmente com os alunos da universidade. Segundo Carlos Vogt, “Esta é uma das disciplinas mais bem avaliadas nos cursos da UNIVESP”. Ricardo Zuniga, que afirmou estar impressionado com o grande número acesso aos vídeos disponibilizados pela UNIVESP TV no YouTube – são mais de 40 milhões de acessos ao canal desde o seu lançamento, em 2010 -, ficou satisfeito com o feedback dos alunos. “A ideia do projeto é abrir um novo mundo [para os alunos da UNIVESP] através da Língua Inglesa”. De acordo com Simone Telles, o emprego de uma nova metodologia foi possibilitada pela parceria com o RELO. Ela explica o módulo em andamento no curso de Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática: “Estamos trabalhando a rotina de um aluno com bolsa de intercâmbio, envolvemos situações cotidianas. Inserimos dessa forma os alunos em um contexto de experiências fora do Brasil”. O termo de cessão de direitos autorais de materiais desenvolvidos pelo RELO para as disciplinas da UNIVESP foi assinado ao final da reunião.  

Astronomia espacial de alta energia

O astrofísico Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos, além de trazer dicas de como olhar para o céu, também aborda curiosidades e fatos sobre o universo da astronomia na série “Céu da Semana”, da UNIVESP TV. Rojas fala nesta edição sobre astronomia espacial. Durante muito tempo, tudo o que sabíamos sobre o universo era o se poderia ser observado a olho nu, através da luz visível. Mas os nossos olhos enxergam apenas parcela do que existe por aí, e somente no século IX cientistas perceberam que os corpos celestes também emitem outros tipos de radiação que poderiam ser detectadas de outra formas. O astrônomo alemão William Herschel (1738-1822) foi o primeiro a registrar os raios infravermelhos do Sol. E, na década de 1930, o físico norte-americano Karl Jansky (1905-1950) captou ondas de rádio provenientes da nossa galáxia. Mesmo com esses avanços, ainda faltava explorar o lado mais energético do espectro eletromagnético. O problema é que a atmosfera terrestre não é transparente a esse tipo de irradiação, e impede que os focos de maior energia vindos do espaço atinjam a superfície terrestre. Por isso, a astronomia de alta energia somente começou a ser praticada na segunda metade do século XX, durante a era espacial, com experimentos a bordo de balões e foguetes. Um dos primeiros experimentos nesse sentido foi o lançamento de um satélite americano de pesquisas espaciais em raios gama, o Explorer 11, por um foguete, em 1961. Apesar de ficar em operação durante quase sete meses, ele conseguiu captar menos de 100 focos de alta energia vindos do espaço, de todas as direções do céu. As lições desses experimentos pioneiros permitiram projetar telescópios mais sensíveis que iriam revolucionar nosso conhecimento do universo.   Assista ao vídeo e saiba mais:  

“Velas ao Mar”: confira entrevista da autora do livro para a UNIVESP TV

Em entrevista ao programa Livros, da UNIVESP TV, Mary Anne Junqueira, professora do Departamento de História da  Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH–USP), fala sobre o seu livro Velas ao Mar, que aborda a U.S. Exploring Expedition, primeira expedição científica norte-americana e primeira expedição científica ao redor do mundo. No livro, a autora apresenta o resultado da sua pesquisa sobre a viagem de circum-navegação que ocorreu entre 1838 e 1842, pouco antes da guerra dos Estados Unidos contra o México. Naquela época, os navegadores queriam levantar informações sobre as Américas, a Austrália e as ilhas do Pacífico, tanto para fins científicos como militares. Segundo Junqueira, para a elaboração do livro ela analisou o relatório oficial da viagem, composto por  vinte e três volumes, o relato dos marinheiros e de um guarda-marinha, a autobiografia do capitão e todo o material sobre a navegação disponibilizado pelo Congresso dos Estados Unidos – que aprovou na época a realização da expedição. Além disso, a pesquisadora consultou também os jornais e revistas da época que divulgaram o feito. Para a pesquisadora, a expedição foi uma tentativa dos Estados Unidos se colocarem no mundo. “Eu acho que a expedição demonstra aspectos da cultura imperial [desse] país, […] de uma atitude no mundo. Com essa expedição eles começam a ter uma cartografia própria”, analisa. Confira a entrevista completa:

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