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UNIVESP seleciona Professores Doutores para diversas áreas

A UNIVESP abriu concursos públicos para vagas de Professor Doutor em seis áreas. As inscrições para Ciências Biológicas, Química e Física deverão ser feitas exclusivamente pela internet até 17 de setembro de 2015. Para as áreas de Engenharia de Computação, Engenharia de Produção e Gestão Empresarial, as inscrições on-line estarão disponíveis  até 19 de setembro de 2015. Nos próximos dias, serão publicados outros editais para as áreas de Matemática e Metodologia e Gestão de Ensino a Distância (EaD). A contratação na categoria de Professor Doutor se dará sob regime CLT, em Regime de Tempo Integral (RTI), com remuneração mensal de R$ 10.049,57 (dez mil e quarenta e nove reais, e cinquenta e sete centavos). As atividades serão realizadas presencialmente na sede da UNIVESP, na capital paulista. A seleção dos candidatos será realizada por meio de provas escrita, de títulos, de arguição e didática. Os editais podem ser acessados no endereço: www.univesp.br/concurso-docente.  

UNIVESP abre concursos públicos para Professores Doutores

A UNIVESP abriu inscrições para concursos públicos para vagas de Professor Doutor nas áreas de Ciências Biológicas, Química e Física. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente pela internet, das 9h de 18 de agosto até as 17hs de 17 de setembro de 2015. Nos próximos dias, serão publicados outros editais para as áreas de Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Gestão Empresarial, Matemática e Metodologia e Gestão de Ensino a Distância (EaD). A contratação na categoria de Professor Doutor se dará sob regime CLT, em Regime de Tempo Integral (RTI), com remuneração mensal de R$ 10.049,57 (dez mil e quarenta e nove reais, e cinquenta e sete centavos). A seleção dos candidatos será realizada por meio de provas escrita, de títulos, de arguição e didática. Os editais podem ser acessados no endereço: www.univesp.br/concurso-docente.      

Pedofilia e suas narrativas

Em entrevista para o programa Fala, Doutor, da UNIVESP TV, Herbert Rodrigues, do Departamento de Sociologia da Faculdade Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), fala sobre a sua tese Pedofilia e suas narrativas – Uma genealogia do processo de criminalização da pedofilia no Brasil. Por meio de uma análise sócio-histórica da criança desde a Antiguidade até os dias atuais, Rodrigues afirma que, por muito tempo, “a criança simplesmente não existia no cenário da paisagem social como um sujeito”. No Brasil, com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a criança passa a ser vista de uma nova maneira na sociedade. Além de  problematizar as representações sobre a criança e o sexo, o pesquisador analisa a maneira pela qual a pedofilia tem sido tratada ao longo da história. Em seus estudos, ele identificou que há um debate recente obre o processo de criminalização da pedofilia no Brasil, que se deu na virada da passagem do século XX para o XXI.   Assista ao programa e confira mais sobre o assunto:  

A medicina na floresta

O potencial medicinal da biodiversidade brasileira pode ter o caminho para o tratamento de inúmeras doenças. O programa SP Pesquisa que foi ao ar pela UNIVESP TV no domingo (16/08), mostrou como os pesquisadores do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) usam moléculas encontradas na natureza, na busca por novos fármacos, e como funciona a reprodução e o melhoramento dessas moléculas em laboratório. O programa aponta também que o principal foco de pesquisa do CIBFar é a busca por tratamentos contra as chamadas doenças negligenciadas (assim chamadas porque normalmente atingem as populações mais pobres do planeta e, por isso, não atraem o interesse das companhias farmacêuticas), como leishmaniose, doença de Chagas e malária. O SP Pesquisa é resultado de um termo de cooperação assinado entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Fundação Padre Anchieta. Confira as duas partes da reportagem:        

As anãs brancas e a mecânica quântica

O astrofísico Gustavo Rojas apresenta semanalmente, no programa Céu da Semana, da UNIVESP TV, dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos. Continuando a explanação do vídeo da semana passada, sobre a descoberta das estrelas anãs brancas pelo matemático e astrônomo alemão Friedrich Wilhelm Bessel, no século XIX, Rojas conta que parecia impossível explicar como deter o colapso gravitacional da anã branca. O enigma permaneceu por vários anos, até que avanços da mecânica quântica dessem nova luz para os astrofísicos. Em 1926, o físico Ralph Fowler (1889-1944) percebeu que esta matéria poderia ser descrita como uma rede de íons positivos cercada por um mar de elétrons. Mas, a aplicação de mecânicas quânticas nos cálculos de evolução estelar não agradou muito os astrônomos mais conservadores. Nesta semana o planeta Mercúrio volta a ficar visível até o entardecer, a oeste, na constelação de Leão, e pode ser observado até as 19h00. No domingo (16/08), a Lua crescente fica acima desse planeta. Saturno também fica visível no começo da noite, no alto do céu, na constelação de Libra, e pode ser visto até 00h30. Assista ao vídeo, saiba mais sobre a aplicação da mecânica quântica nos cálculos de evolução estelar e confira os principais fenômenos astronômicos que podem ser observados no céu até 16 de agosto:   

Como vota o brasileiro?

O programa SP Pesquisa que foi ao ar pela UNIVESP TV no domingo (09/08), às 19h30, abordou como os brasileiros formam suas preferências na hora de escolher seus governantes. A reportagem mostra o trabalho dos pesquisadores que estudam o comportamento do eleitor. A equipe foi até as maiores universidades brasileiras saber como os cientistas políticos estudam esse comportamento. Quais fatores interferem nas escolhas do eleitor? E por que estudar o comportamento eleitoral é importante para aperfeiçoar o sistema político? O programa mostra também uma pesquisa realizada em documentos do século XIX que traz uma abordagem diferente sobre como eram as eleições e como votavam os primeiros eleitores do Brasil, ainda no Período do Império.    Confira as duas partes da reportagem:      O SP Pesquisa é resultado de um termo de cooperação assinado entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Fundação Padre Anchieta. Na TV Cultura, o programa vai ao ar aos sábados, às 16h. A UNIVESP TV exibe reprise aos domingos (19h) e quintas-feiras (21h30). Mais informações em univesptv.cmais.com.br. Os programas SP Pesquisa já exibidos podem ser vistos no canal da UNIVESP TV no YouTube. 

Você sabe o que são anãs brancas?

O astrofísico Gustavo Rojas apresenta semanalmente, no programa Céu da Semana, da UNIVESP TV, dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos. No vídeo desta semana, Rojas fala sobre a descoberta das estrelas anãs brancas pelo matemático e astrônomo alemão Friedrich Wilhelm Bessel, no século XIX. Esse tipo de estrela apresenta pequenas dimensões, mas com uma densidade gigantesca: enquanto sua massa é comparável a do Sol, seu tamanho é apenas ligeiramente maior que o da Terra. Os estudos sobre as anãs brancas tiveram início em 1850, com a descoberta da estrela Sirius B. A existência desse tipo de estrela não conseguia ser explicada pelos modelos existentes de estrutura estelar, pois parecia impossível existir matéria tão densa assim. O enigma permaneceu por vários anos, até que avanços da mecânica quântica dessem nova luz para os astrofísicos. Esta é a última semana do ano em que poderemos ver os planetas Vênus e Júpiter, ao entardecer. O par pode ser observado a oeste, até as 19h00, na constelação de Leão. Saturno também está visível no começo da noite, no alto do céu, na constelação de Libra, e pode ser observado até a 01h30. Assista ao vídeo, saiba mais sobre as estrelas anãs brancas e confira os principais fenômenos astronômicos que podem ser observados no céu até 09 de agosto:

Transferência internacional da tecnologia

O jornalista Rodrigo Simon entrevista Túlio Chiarini de Faria, no programa Fala, Doutor, da UNIVESP TV, sobre a sua tese “Transferência internacional da tecnologia: interpretações e reflexões”. Realizada da no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a pesquisa apresenta o papel da transferência de tecnologia para o processo de emparelhamento tecnológico e diminuição do atraso relativo em diferentes revoluções tecnológicas. “Eu tento fazer uma análise histórico-descritiva, para entender o papel da transferência internacional de tecnologia para o desenvolvimento econômico dos países que em certos momentos são considerados retardatários e estão tentando de aproximar da fronteira tecnológica”, conta Chiarine. A pesquisa abordou o caso brasileiro no paradigma das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na última década do século XX e no alvorecer do século XXI. A tese do pesquisador é de que, no atual paradigma tecnológico, a transferência internacional de tecnologia é relativamente mais fragilizada, seja pela mudança da natureza do conhecimento e da tecnologia, seja pelas transformações engendradas pelo próprio capitalismo contemporâneo. Assista à entrevista:    

Nanomedicina é tema do programa SP Pesquisa

O programa SP Pesquisa exibido pela UNIVESP TV, no domingo (26/7), tratou do tema nanomedicina. Essa área de conhecimento é resultado do desenvolvimento de equipamentos sofisticados, que têm permitido ao homem controlar o que é muito pequeno. O programa apresenta pesquisas que usam ferramentas da nanotecnologia para melhorar a saúde das pessoas, destacando algumas aplicações como, por exemplo, as estruturas que levam medicamentos apenas até as células doentes. Em laboratórios do Instituto Butantan, da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os pesquisadores têm construído estruturas que medem 30 mil vezes menos do que o diâmetro de um fio de cabelo. São os nanocarreadores. As dificuldades, os benefícios e os riscos de manipular esses veículos que entram nas células são tema deste programa. Confira as duas partes da reportagem:     O SP Pesquisa é resultado de um termo de cooperação assinado entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Fundação Padre Anchieta. Na TV Cultura, o programa vai ao ar aos sábados, às 16h. A UNIVESP TV exibe reprise aos domingos (19h) e quintas-feiras (21h30). Mais informações em univesptv.cmais.com.br. Os programas SP Pesquisa já exibidos podem ser vistos no canal da UNIVESP TV no YouTube.     

Aids em São Paulo

Programa Descubra São Paulo, da UNIVESP TV, apresenta dados de artigo elaborado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) com a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo sobre a prevalência da Aids no estado. Para conversar sobre o assunto o programa recebe Bernadette Cunha Waldwogel, gerente de indicadores e estudos populacionais da Fundação Seade, e Angela Tayra, diretora da gerência de vigilância epidemiológica do Centro de Referência e Treinamento em DST-Aids do Governo de São Paulo. Setenta e cinco por cento dos portadores do HIV em São Paulo convivem com a doença no período de até 12 anos, segundo o estudo. Entre 1983 e 1995, houve um acréscimo de 1.527 pessoas vivendo com Aids a cada ano. Já no período de 1995 a 1998, o aumento foi quatro vezes maior, ou seja, 5.582 pessoas foram somadas ao total das que viviam com o vírus a cada ano. Mas, no período de 1998 e 2012, houve uma pequena queda dessa taxa, com acréscimo de 5.172 pessoas vivendo com Aids anualmente. Em janeiro de 2013, havia 106.817 pessoas vivendo com Aids em São Paulo. Os grupos com maior incidência são: homens de 45 a 49 anos  (12%), mulheres de 40 a 44 anos (7%), idosos com 60 anos ou mais (8%) e adolescentes até 19 anos (2,5%). O estudo da Fundação Seade sobre o perfil do soropositivo também mostra a distribuição do vírus segundo categorias de exposição, o que reflete a forma de contato. A maior parcela é formada por heterossexuais (44%), seguidos de homossexuais (21%), usuários de drogas injetáveis (10%) e pessoas que tiveram o vírus transmitido pela mãe 3%. Assista ao programa e confira mais sobre o assunto:    

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