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Céu da semana: passagem da sonda New Horizons por Plutão

A sonda New Horizons, que na última semana chegou a uma distância muito próxima de Plutão, enviando as fotos do planeta e de suas duas luas que foram divulgadas pela Nasa, agência espacial americana, viajou por nove anos pelo espaço até atingir tal feito. Lançada em janeiro de 2006, poucos meses antes da polêmica reunião da União Astronômica Internacional que reclassificou Plutão na nova categoria de planeta anão, a sonda marcou o início de um novo conceito de exploração espacial, composta por naves menores, mais leves e com objetivos mais específicos. A longa viagem até Plutão teve uma escala em Júpiter, um ano após o lançamento. Lá, cientistas puderam testar os instrumentos da sonda e utilizaram o campo gravitacional desse planeta para acelerar a nave até 14 mil quilômetros por hora, em uma manobra conhecida como estilingue gravitacional. Após passar por com Júpiter, a New Horizons entrou em modo de hibernação por sete anos para economizar energia e alcançar Plutão. Assista ao vídeo, saiba um pouco da história da passagem da sonda New Horizons por Plutão e confira os principais fenômenos astronômicos que podem ser observados até 26 de julho:     Imagem: Reprodução/ciencia.nasa.gov  

História da escola em São Paulo e no Brasil

O programa História, da UNIVESP TV, recebe Maria Luiza Marcílio, professora da Universidade de São Paulo, com doutorado na Université de Paris-Sorbonne (1967), para falar do seu livro História da Escola em São Paulo e no Brasil (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/Instituto Fernand Braudel, 2005), em que procura reconstruir a evolução da escola de base ao longo da história do Brasil. Marcílio estudou a estrutura escolar como instituição, os métodos e a evolução do ensino na escola pública fundamental. Para isso, ela levantou dados de documentos como listas nominativas de habitantes do Arquivo Público do Estado e registros paroquiais da igreja da Sé, na cidade de São Paulo, entre os anos 1750-1850. A professora fala também a respeito da educação feminina, que teve início no sistema oficial apenas a partir do século XIX. “Antes disso, não tinha nenhuma forma de educar meninas a não ser em casa, com as mães, [porém] eram ensinadas apenas orações e princípios, e raramente se ensinava o abecedário”. Para os meninos de elite que moravam nas fazendas, os pais contratavam preceptores (pessoas incumbidas de acompanhar e orientar a educação de uma criança ou de um adolescente, mais comumente em internatos).   Assista às duas partes da entrevista e saiba mais sobre a história da escola em São Paulo e no Brasil: Parte 1 Parte 2

Qual o papel da Amazônia no balanço de emissão de carbono?

O programa SP Pesquisa que foi ao ar no domingo (19/7), na UNIVESP TV, apresenta o trabalho de uma brasileira que estampou a capa da revista científica Nature de fevereiro. Pesquisadora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), Luciana Vanni Gatti mostra qual é o papel da Floresta Amazônica no balanço de emissões de carbono. A cientista usou um método que permitiu a medição da concentração dos gases de efeito estufa em vários pontos da floresta, em diferentes meses do ano, e descobriu que a quantidade de chuva altera completamente o papel da floresta na emissão do CO², o principal gás que contribui com o aquecimento global. Um grupo de cientistas do projeto “Chuva”, também do Ipen, situado em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, investiga como a poluição interfere na formação das nuvens e no regime de chuvas em várias partes do país. O desafio dos cientistas é saber exatamente qual é o papel da Amazônia na emissão de gases do efeito estufa, se é uma importante fonte de emissão de carbono, por causa das queimadas e desmatamentos, ou um absorvedor de quantidades gigantescas do gás. No Brasil, as queimadas e o desmatamento na Amazônia são as principais fontes de lançamento de carbono na atmosfera. O trabalho de Gatti pode dar respostas mais precisas sobre como são os ciclos de emissão e captura de gases que contribuem com o aquecimento global. A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo  Natural Environment Research Council (Nerc), iniciativa do Reino Unido de fomento à pesquisa e inovação em países emergentes. O laboratório de pesquisa de Vanni Gatti conquistou padrões de rigor na análise que o torna o único credenciado no Brasil pela rede universal de medidas de gases de efeito estufa da Organização Meteorológica Mundial, agência da Organização das Nações Unidas. Os cientistas do projeto “Chuva”, que estudam a distribuição e formação desse fenômeno no país, utilizam vários métodos e equipamentos que revelam como se formam e o que ocorre dentro das nuvens. Para isso, foram realizados  experimentos em seis cidades do país: Alcântara, no Maranhão; Fortaleza, no Ceará; Belém do Pará; São José dos Campos, São Paulo; e Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Assista às duas partes da reportagem e saiba mais sobre o trabalho de Luciana Vanni Gatti:  Parte 1 Parte 2   O SP Pesquisa é resultado de um termo de cooperação assinado entre a Fapesp e a Fundação Padre Anchieta. Na TV Cultura, o programa vai ao ar aos sábados, às 16h. A UNIVESP TV exibe reprise aos domingos (19h) e quintas-feiras (21h30).  

Cultura do açúcar no Brasil e no mundo

O programa História, da UNIVESP TV, recebe Vera Ferlini, da  Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), para falar sobre a importância do açúcar na capitania de São Paulo durante o período da colonização brasileira. Ferlini é autora, entre outros, de A civilização do açúcar (Brasiliense, 1984). Na primeira parte da entrevista, a historiadora fala da situação da capitania de São Vicente e do açúcar em São Paulo, no século XVIII. Ferlini é também diretora do Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com ela, o engenho talvez seja o remanesceste físico mais antigo da colonização portuguesa no Brasil. São ruínas do engenho que pertenceu a Martin Afonso de Souza, construído na década de 1530, quando fora fundada a vila de São Vicente. O engenho pertence à USP há mais de 50 anos. Há cerca de dez anos, a universidade construiu ali uma base avançada de pesquisa, cultura e extensão, onde acontecem visitas diárias e programação voltada para a comunidade. A  historiadora conta que no século XVII houve uma grande decadência econômica da Capitania que hoje é o Estado de São Paulo. “[…] A Capitania perde importância do ponto de vista de governação, talvez por não ter resultados que interessavam à Coroa Portuguesa”. Em 1748, passa a ser governada pelo governador da Capitania do Rio de Janeiro. Em 1765, fase do novo padrão de colonização do Marquês de Pombal, recria-se a Capitania de São Paulo. O açúcar, tido como o melhor produto da época, tem o seu comércio fortalecido na capital paulista, formando inclusive as bases para a economia cafeeira. Na segunda parte da entrevista, Ferlini fala sobre o cultivo da cana-de-açúcar no Brasil e em outras partes do mundo, desde o século XV. “No espaço atlântico, já com a colonização portuguesa no Norte da África, na Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, se implanta a produção açucareira. No século XVI, os portugueses implantaram sistematicamente [o cultivo da cana-de-açúcar] em São Paulo, Norte e Nordeste”, trazendo para a colônia na América a experiência adquirida nas colônias africanas, explica. Assista às duas partes da entrevista e saiba mais sobre a cultura do açúcar no Brasil e no mundo:  Parte 1 Parte 2

Padrões de segregação escolar no Brasil

Márcio da Costa, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FE-UFRJ), apresenta estudo comparativo que mostra os padrões de segregação entre escolas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Segundo Costa, os aspectos segregadores variam de acordo com as características das metrópoles e de seus respectivos sistemas educacionais. A palestra foi realizada no âmbito do V Seminário de Educação Brasileira, no Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em junho de 2015. De acordo com o professor Costa, entende-se por segregação a “Desigual distribuição de oportunidades educacionais. Potencial influência sobre tratamento oferecido, qualidade de oferta, formação de expectativas, padrões de sociabilidade, etc.”, afetando chances dos indivíduos.   O professor mostra dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) de 2007 a 2010 com percentuais de distribuição dos fatores de desigualdade. Os objetivos do estudo, segundo ele, foram: descrever padrões de segregação escolar em quatro grandes cidades brasileiras; buscar pistas de influências de regras de matrículas nas redes públicas sobre indicadores de segregação; explorar o quadro da segregação escolar, considerando também as escolas privadas. Assista ao vídeo e confira a palestra na íntegra:  

A construção social das assexualidades

O programa Fala, Doutor, da UNIVESP TV, recebe a pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Elisabete Regina Baptista de Oliveira, para falar sobre a sua tese “Minha vida de ameba”: os scripts sexo-normativos e a construção social das assexualidades na internet e na escola. A pesquisa busca compreender as trajetórias de autoidentificação de indivíduos assexuais, com destaque para suas interações sociais na escola durante os anos da educação básica, além de trazer uma abordagem sociológica da assexualidade. Segundo Oliveira, durante o processo de socialização, o ser humano recebe mensagens da sociedade de como deve agir, de quem deve gostar, como se aproximar dessas pessoas, e o que é ou não socialmente e sexualmente aceitável. “[…] Existe uma exigência ao ser humano de ter desejo sexual, […] a sexualidade é [vista] como algo central na vida das pessoas”, afirma a pesquisadora. Oliveira fala da importância da internet para as pessoas que vivem de forma assexuada e como isso se transforma numa categoria. “Sempre houve, ao longo da história, pessoas que não se interessam por sexo. […] A assexualidade surgiu como categoria, no entanto, na internet, com o aparecimento das primeiras comunidades norte-americanas. Aqui no Brasil, as primeiras comunidades foram criadas na rede social Orkut, em 2004”, disse. Assista ao vídeo e confira a entrevista na íntegra: 

Vacina contra a Aids

A ciência brasileira está perto de um feito que pesquisadores do mundo inteiro procuram há 30 anos: a vacina contra a Aids. O programa SP Pesquisa foi aos laboratórios da Universidade de São Paulo (USP), onde foi desenvolvida a vacina HIVBr18, contra o HIV (vírus da imunodeficiência humana, causador da Aids). O medicamento foi concebido pelos pesquisadores Edecio Cunha Neto e Jorge Kalil, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração de São Paulo, que depositaram a patente do HIVBr18 em 2006, nos Estados Unidos e na Europa. A reportagem acompanhou os primeiros resultados obtidos com a vacina, que está em fase de testes com primatas desde 2013, no Instituto Butantan, em São Paulo. Três meses após terem sido vacinados, os macacos desenvolveram as respostas esperadas pelos pesquisadores. As investigações que levaram à vacina HIVBr18 começaram há 12 anos, a partir de estudos com um grupo de pacientes que, apesar de infectados pelo HIV, não apresentavam os sintomas da doença. O HIV se aloja e se reproduz em células do sistema imune – os linfócitos -, que são rompidos em seguida, o que diminui a resposta imunológica dos indivíduos infectados. “[A infecção de seres humanos pelo HIV] começou provavelmente com a transmissão de um vírus que já infecta macacos que vivem na região central da África”, explica o infectologista e imunologista Esper Kallás. Tribos que habitavam a região onde fica hoje a República Democrática do Congo caçavam e domesticavam chimpanzés, que podiam estar infectados pelo vírus da imunodeficiência simia (SIV). Os cientistas acreditam que o SIV sofreu mutações, gerando o HIV, que passou a infectar humanos. Em 1983, o francês Luc Montagnier  isolou o vírus que ele acreditava ser o causador da Aids. No ano seguinte, o americano Robert Gallo anunciou a descoberta desse vírus e patenteou o teste para identificá-lo. Desde que foi identificado, o vírus da Aids já matou mais de 20 milhões de pessoas em todos os continentes. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca trinta e cinco milhões de pessoas vivem hoje com o HIV. Os pesquisadores brasileiros mostram como a vacina HIVBr18 funciona em camundongos geneticamente modificados. “[A vacina] foi reconhecida pelo sistema imune dos camundongos e ela foi capaz de induzir essas células específicas contra o vírus”, disse Suzan Ribeiro, bióloga da  Faculdade de Medicina da USP. As vacinas fazem com que o sistema imune reconheça e liquide o organismo estranho ao corpo. Se o vírus sofre mutações, a imunização não acontece. “O vírus sofre muitas mutações, [quando] o indivíduo é infectado por um vírus, no mesmo dia ele já produziu inúmeros vírus com características diferentes”, explica Daniela Santoro, professora de imunologia da Universidade Federal de São Paulo. Por isso, até hoje, dezenas de tentativas de obter uma vacina eficaz contra o HIV não tiveram sucesso. No mundo, apenas três avançaram até testes clínicos com seres humanos, e nenhuma delas produziu mais que trinta por cento de imunização. Mesmo com as respostas positivas das vacinas testadas em macacos e camundongos, há um consenso entre os cientistas de que apenas um tipo de vacina não será suficiente para controlar o vírus. Desde de 2010, Daniela Santoro já estuda uma vacina complementar.   Assista às duas partes da reportagem e saiba mais sobre a vacina contra a Aids: Parte 1 Parte 2

Direitos humanos na América Latina e no Brasil

Ana Maria Klein, formadora da disciplina Sociologia da Educação, do curso de Licenciatura da UNIVESP, recebe o professor Solon Viola, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul, para falar sobre os direitos humanos na América Latina e no Brasil. A aula aborda as questões relacionadas à representação social dos direitos humanos na sociedade brasileira. ”A cidadania está muito restrita à dimensão da representação, nós entregamos a nossa capacidade democrática de decisão aos nossos representantes”, analisa Solon. O professor fala da importância do cidadão conhecer os seus direitos. Para ele, a sociedade brasileira é historicamente feita de privilégios, e aqueles que têm privilégios têm muita dificuldade em considerar o outro como igual. Nesse sentido, a escola teria um papel fundamental na construção da representação social dos direitos humanos e na formação dos sujeitos de direito capazes de exercer uma cidadania ativa. De acordo com Solon, “A escola precisa entender que o seu aluno é um ser humano que tem direitos e saberes […]. Ela precisa saber que existem conteúdos específicos de direitos humanos, e cada aluno precisa saber desses direitos”.   Assista à aula na íntegra:  

Saiba como Hubble revolucionou a Astronomia

O astrofísico Gustavo Rojas apresenta semanalmente, no programa Céu da Semana, da UNIVESP TV, dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos. No vídeo desta semana, Rojas conta que a maioria dos astrônomos acreditava que tudo que se observava no céu pertencia a nossa galáxia, a Via Láctea. A noção de que existem outras galáxias além da nossa foi um avanço que teve como um dos protagonistas o astrônomo estadunidense Edwin Powell Hubble (1882-1953). Ele usou um telescópio refletor recém-construído, na época o maior do mundo, para estudar a Nebulosa de Andrômeda (a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea). O Telescópio Espacial Hubble – satélite astronômico artifical lançado pela agência espacial estadunidense (Nasa) em 1990 – foi batizado em homenagem a ele. Nesta semana, é possível observar, a olho nu, no começo da noite, três planetas. Vênus e Júpiter brilham intensamente a oeste. Vênus está na constelação de Câncer e Júpiter em Leão, que ficam visíveis até as 20h30. No dia 19 de junho, a lua crescente passa ao lado de Vênus; já na noite seguinte, ela fica próximo à Júpiter. Saturno pode ser visto na direção leste, na Constelação de Libra, até as 4h30. Mercúrio aparece às 5h30, a leste, na Constelação de Touro, e pode ser visto até o amanhecer. Assista ao vídeo e confira mais sobre as descobertas de Hubble: 

Grandes Extinções

A vida existe na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. Mas, de tempos em tempos um grande cataclismo acontece e quase todas as espécies são extintas. Os cientistas conhecem seis grandes episódios desse tipo no passado terrestre, e o mais agressivo deles – ocorrido 250 milhões de anos atrás – pode ter começado na região de Araguainha, em Mato Grosso. A descoberta, que ainda precisa de mais evidências para ser ratificada, foi feita por um grupo internacional de pesquisadores, com participação brasileira (financiada pela  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Fapesp). Nesta reportagem da série SP Pesquisa, a equipe conversa com os pesquisadores envolvidos no estudo, além de falar sobre a mais recente grande perda de espécies acontecida no continente americano: a da megafauna terrestre. Criaturas como tigres dente-de-sabre, mamutes, preguiças e tatus gigantes existiam até bem pouco tempo atrás, mas desapareceram ao longo últimos 15 mil anos. De acordo o paleontólogo da Universidade de São Paulo (USP), Luiz Eduardo Anelli, a Terra é sempre dinâmica, muda o clima, oceanos, os continentes e, por diversas ocasiões, crises afetaram a todo o planeta. “As extinções em massa são diferentes das que ocorrem em um continente ou em uma região específica [porque elas] são globais e afetam toda fauna, muitas delas chegam a dizimar a vida na Terra”, disse. O cientistas contabilizam cinco dessas grandes extinções em massa. Em comum, os registros que comprovam as grandes extinções mostram o desaparecimento súbito de quase toda vida em determinado momento geológico representado por uma camada dessas rochas empilhadas. O professor Anelli escreveu sobre os animais extintos mais populares, os dinossauros. Em parceria com o paleoartista da USP, Felipe Elias, ele publicou dois livros sobre os dinossauros que habitaram o Brasil. “No caso dos dinossauros, ou qualquer outro grupo fósseo, a chance de encontrar um esqueleto completo articulado é muito remota, aí entra o trabalho do paleoartista, que é quem utiliza as formas artísticas como instrumento para comunicar ciência”, disse. De acordo Anelli, a América do Sul foi o berço dos dinossauros, na Argentina e no Brasil estão os dinossauros mais antigos conhecidos, assim como também os seus ancestrais.   Assista às duas partes da reportagem:   

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