Pesquisa aborda mulheres que realizaram expedições científicas no país em meados do século passado
A pesquisadora no Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT) do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Mariana Moraes de Oliveira Sombrio, conta em entrevista ao programa “Fala, Doutor!”, da UNIVESP TV, sobre a sua tese de doutorado, em que estudou a trajetória de mulheres que realizaram expedições científicas no Brasil, no século passado.
O objetivo da pesquisa foi entender a participação feminina na ciência e as barreiras sociais que são reproduzidas nas instituições e práticas científicas. Sombrio se debruçou sobre documentação do Conselho de Fiscalizações das Expedições Científicas e Artísticas do Brasil (CFE) disponível no Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), no Rio de Janeiro, para estudar o trabalho de três mulheres estrangeiras em pesquisas de campo realizadas no país.
A pesquisadora fala das dificuldades, estratégias e formas de inserção da presença feminina no mundo científico. Segundo Sombrio, nas décadas de 1930 e 1940, período que começam a surgir mais universidades, a criação das faculdades de Filosofia, Ciências e Letras atuam como portas de entrada das mulheres no mundo científico, principalmente no Brasil. “Até então existiam limites mais rígidos para o ingresso de mulheres em instituições de ensino superior”, conta.
Confira a entrevista completa com Mariana Sombrio:
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